Postagens Etiquetadas ‘Michelle Williams’

O Rei do Show | Crítica | The Greatest Showman, 2017, EUA

O Rei do Show tenta enganar o espectador com músicas, coreografias e cores, embalando com beleza um personagem detestável.

O Rei do Show | Crítica

Elenco: Hugh Jackman, Zac Efron, Michelle Williams, Rebecca Ferguson, Zendaya | Roteiro: Jenny Bicks, Bill Condon | Direção: Michael Gracey | Duração: 105 minutos

Apesar de ter nenhuma experiência em filmes, é impossível não sair empolgado depois do que Michael Gracey apresenta em O Rei do Show. As músicas são bonitas, o ritmo dado pelo diretor por meio da montagem e da coreografia, é digna de qualquer show de divas pop da atualidade. É aí que o filme alcança uma audiência mais jovem, onde existe sim a vontade de sair dançando ao som das músicas. Porém, ao baixar as cortinas e a dose de adrenalina se dissipar do seu corpo, a produção é apenas um grande videoclipe de 100 minutos, com imagens de cair o queixo, mas com um brilho vindo de um impecável polimento externo que por dentro é praticamente sem substância.

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Oz: Mágico e Poderoso | Crítica | Oz the Great and Powerful, 2013, EUA

Oz: Mágico e Poderoso é mais adorável pela homenagem ao mundo que conhecemos tão bem graças ao clássico do que a própria produção em si.>/p>

Oz: Mágico e Poderoso, 2013

Com James Franco, Mila Kunis, Rachel Weisz, Michelle Williams, Zach Braff, Bill Cobbs e Joey King. Roteirizado por David Lindsay-Abaire e Mitchell Kapner, baseado nos livros de L Frank Baum. Dirigido por Sam Raimi (Homem-Aranha).

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Lembremos-nos de “O Mágico de Oz” e o que fez o filme ser, e continuar, um sucesso. Grandioso e ousado para época, com uma bela mensagem e que encantou gerações. Apesar da história original do livro ter diversas continuações, não existia um prequel. E Sam Raimi e a Disney se arriscaram e fizeram outro filme grandioso, e tecnicamente perfeito. Já o roteiro em si não é ousado, e tem vícios comuns no cinema hollywoodiano atual. Enfim, é nada mais que uma boa diversão. Mas pelo menos faz homenagem ao mundo de Oz e ao próprio cinema.

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