Jumanji: Bem-Vindo à Selva | Crítica | Jumanji: Welcome to the Jungle, 2017, EUA

Jumanji: Bem-Vindo à Selva é um divertido filme de ação que encontra em alguns poucos momentos a melancolia do primeiro filme.

Jumanji: Bem-Vindo à Selva | Crítica

Elenco: Dwayne Johnson, Jack Black, Kevin Hart, Karen Gillan, Nick Jonas, Bobby Cannavale | Roteiro: Chris McKenna, Erik Sommers, Scott Rosenberg, Jeff Pinkner | Baseado em Jumanji (Chris Van Allsburg) | Direção: Jake Kasdan (Sex Tape: Perdido na Nuvem)

Qualquer filme de ação tem um peso nas costas por causa de toda a história do gênero, por isso que sair da sessão de Jumanji: Bem-Vindo à Selva com a sensação de dever cumprido faz bem ao filme. São cenários conhecidos, alguns figuras estereotipadas e uma conclusão que se vê de longe – o que não impede do espectador se divertir durante as quase duas horas de projeção, rindo das piadas e situações que esses personagens sem encontram sendo eles ao mesmo tempo que não são. Junto disso, a performance e a sinergia do quarteto principal refletem a qualidade do diretor e, mesmo dentro de um cenário extremamente exagerado, situações e decisões fazem sentido.

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Viva: A Vida é Uma Festa | Crítica | Coco, 2017, EUA

Viva: A Vida é uma Festa atinge diferentes faixas etárias por causa de suas diferentes camadas, além de mostrar como outra cultura encara a morte.

Viva: A Vida é uma Festa | Crítica

Elenco: Anthony Gonzalez, Gael García Bernal, Benjamin Bratt, Alanna Ubach, Renée Victor, Ana Ofelia Murguía, Edward James Olmos | Roteiro: Adrian Molina, Matthew Aldrich | Argumento: Lee Unkrich, Jason Katz, Matthew Aldrich, Adrian Molina | Direção: Lee Unkrich (Toy Story 3)

Bonito por fora e emocionante por dentro, assim é Viva: A Vida é uma Festa. A produção é uma daquelas com selo Disney•Pixar de qualidade onde as diferentes faixas etárias irão curtir por motivos diferentes. É um amplo espectro, vindo desde as crianças, por causa das cores e das situações engraçados, até os adultos que vão se identificar pela mensagem. A maturidade do estúdio foi atingida em Divertida Mente (Inside Out, 2015, Dir Pete Docter), mas nada que tire o brilho próprio desse filme que volta os olhos para a dificuldade de ser o que somos, a busca por um equilíbrio, perdão e amor incondicional. Além de focar numa cultura que celebra a morte de maneira diferente.

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Os 11 Piores e Melhores Filmes de 2017 | Especial

Então, vamos para os 11 Piores e Melhores Filmes de 2017?

Os 11 Piores e Melhores Filmes de 2017

É o último dia do ano – e apesar de ser um domingo, continuamos a tradição de relembrar o ano que passou. Lembrando que são os filmes lançados comercialmente nos cinemas brasileiros nesse ano. Quantos você viu? Da uma olhada nessa lista que fiz no Letterboxd.

Então, vamos à lista dos os 11 Piores e Melhores Filmes de 2017 de acordo com crítico Tiago Lira!

E por que onze o invés de dez? Porque sempre fica aquela ponta de querer colocar uma menção honrosa, aquele filme que merece fazer parte das lembranças, mas que ficou para trás por causa de espaço.

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Roda Gigante | Crítica | Wonder Wheel, 2017, EUA

Roda Gigante é muitas coisas, mas nenhuma delas se junta num todo coeso na vasta filmografia do diretor.

Roda Gigante | Crítica

Elenco: Jim Belushi, Juno Temple, Justin Timberlake, Jack Gore, Kate Winslet | Roteiro e direção: Woody Allen (O Homem Irracional) | Duração: 101 minutos

Nem sempre um grande diretor e um grande elenco fazem um grande filme e Roda Gigante é um claro exemplo disso. A impressão deixada é que ao mesmo tempo em que Woody Allen voltou no tempo para contar uma história com traços da tragédia grega, ele também voltou na maneira de contar histórias e retratar pessoas. Isso quer dizer que não apenas o filme parece se passar nos anos 1960; o filme passa uma mentalidade daquela época, porém sem crítico ou ácido em relação a isso, algo que o diretor já mostrou várias outras vezes que sabe fazer. Mas ao fugir daquele retrato que sabe bem da comunidade nova iorquina e suas neuras, o diretor não encontrou um caminho.

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O Pior Filme de Heróis das HQs | TigreCast #175 | Podcast

Vamos eleger nesse podcast O PIOR Filme de Heróis das HQs… Pelo menos até 2017. Ouve aí!

O Pior Filme de Heróis das HQs | TigreCast #175 | Podcast

Colocando a Regra 178 da Marvel (“Quando dois ou mais heróis estão juntos, devem brigar sem motivo aparente“) em prática, nós colocamos quase noventa filmes para brigar e decidir qual é O Pior Filme de Heróis das HQs!

No podcast de hoje, Tiago Lira (@tiagoplira), Marcelo Paradella (@bolapucc) e Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) penam para descobrir qual é a produção de cinema que adaptou mal e porcamente aquele que é o pior filme adaptados da história em quadrinhos!

Dê o play aí para dar umas merecidas risadas 🙂

E aí, concorda com a nossa eleição? Não esqueça de comentar!

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O Rei do Show | Crítica | The Greatest Showman, 2017, EUA

O Rei do Show tenta enganar o espectador com músicas, coreografias e cores, embalando com beleza um personagem detestável.

O Rei do Show | Crítica

Elenco: Hugh Jackman, Zac Efron, Michelle Williams, Rebecca Ferguson, Zendaya | Roteiro: Jenny Bicks, Bill Condon | Direção: Michael Gracey | Duração: 105 minutos

Apesar de ter nenhuma experiência em filmes, é impossível não sair empolgado depois do que Michael Gracey apresenta em O Rei do Show. As músicas são bonitas, o ritmo dado pelo diretor por meio da montagem e da coreografia, é digna de qualquer show de divas pop da atualidade. É aí que o filme alcança uma audiência mais jovem, onde existe sim a vontade de sair dançando ao som das músicas. Porém, ao baixar as cortinas e a dose de adrenalina se dissipar do seu corpo, a produção é apenas um grande videoclipe de 100 minutos, com imagens de cair o queixo, mas com um brilho vindo de um impecável polimento externo que por dentro é praticamente sem substância.

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Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso | Crítica | Suburbicon, 2017, EUA

Apesar de ter um mistério bem óbvio, Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso usa dessa facilidade para apontar um problema grave da sociedade dos EUA.

Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso | Crítica

Elenco: Matt Damon, Julianne Moore, Noah Jupe, Oscar Isaac, Karimah Westbrook, Leith Burke, Tony Espinosa | Roteiro: Joel Coen, Ethan Coen, George Clooney, Grant Heslov | Direção: George Clooney (Caçadores de Obras Primas)

É fácil acusar Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso como uma obra óbvia. Qualquer um com um mínimo de conhecimento ou que lê algumas linhas das notícias sabe que a nova produção dos Coen e George Clooney é uma sátira política à atual administração de Donald Trump e ao dito estilo de vida americano. Mas, ao jogar na cara algo tão óbvio, é o que faz o filme ser tão relevante, como se o diretor dissesse que os seus conterrâneos estão fazendo é uma tragédia, algo digno de piada e ninguém melhor do que dois roteiristas especializados no humor mórbido para escancarar as mazelas atuais de uma sociedade que se comporta como uma turba de loucos do que olhar em volta e descobrir os problemas de verdade.

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Hellraiser | TigreCast #174 | Podcast

Podcast sobre Hellraiser: Renascido do Inferno, filme de Clive Barker que introduziu um dos seres mais icônicos do cinema: Pinhead. Ouve aí!

Hellraiser | Tigrecast #174 | Podcast

We have so much sights to show you…” – Pinhead

Voltamos a 1987 para falar sobre desses seres de muita classe que são exploradores; anjos para uns, demônios para outros. Um filme de terror feito como poucos hoje em dia são, aterrorizando mais pelo clima do que apelar para o mal dos scary jumps. Hoje é dia de conversar sobre Hellraiser: Renascido do Inferno (Hellraiser) do diretor Clive Barker que contou no elenco com Ashley Laurence, Andrew Robinson, Clare Higgins e Doug Bradley, o eterno Pinhead.

Tiago Lira (@tiagoplira), Domenica Mendes (@domenica_mendes) e Marcos Moreira (@marvincosmo) para falar desse filme que completa 30 anos agora em 2017, uma produção que perturba gente crescida com barca na cara e com filhos. Além de destrincharmos os símbolos da história que envolvem desejo, luxúria, sangue, dor e prazer; falamos também das maquiagens, efeitos práticos, quebras de expectativas e de paradigmas. E encontramos aqui a origem de um personagem icônico da série Resident Evil? Descubra nessa produção que nos pega desde o começo pela carne – se é que vocês me entendem.

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Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi | Crítica | Star Wars: The Last Jedi, 2017, EUA

Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi tem tudo para agradar várias fãs e os que não são no novo capítulo da saga da família Skywalker, ainda que não aparente ser Star Wars.

Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi | Crítica

Elenco: Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Andy Serkis, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie, Kelly Marie Tran, Laura Dern, Benicio del Toro | Roteiro e direção: Rian Johnson (Looper: Assassinos do Futuro) | Duração: 152 minutos

Possivelmente, ao sair da sessão de Os Últimos Jedi, a sensação é que vimos um ótimo filme de ação e aventura, com um roteiro bem amarrado e que não deixa de ser dinâmico na maior parte do tempo. Foi assim com Rogue One. E esse é um motivo que a nova instalação da saga tem um clima menor, pelo menos à primeira vista, de Star Wars – clima que reside, porém, no seu DNA com os sabres de luz, a Força, velhos personagens dando as caras e a continuação do que a história era na imaginação de George Lucas: uma ópera espacial, com imponentes momentos e continuando a história da família Skywalker.

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Extraordinário | Crítica | Wonder, 2017, EUA

Um filme como Extraordinário é importante para os dias de hoje, principalmente pela mensagem passada às crianças.

Extraordinário | Crítica

Elenco: Julia Roberts, Owen Wilson, Jacob Tremblay, Mandy Patinkin, Daveed Diggs | Roteiro: Jack Thorne, Steve Conrad, Stephen Chbosky | Baseado em: Extraordinário (R.J. Palacio) | Direção: Stephen Chbosky (As Vantagens de Ser Invisível) | Duração: 113 minutos

Extraordinário é um bom adjetivo para essa história, mas ele poderia vir acompanhado de outros, mesmo que eles não o contenham por completo: simples, forte e necessário são os que melhor se encaixam. Claramente direcionado para os mais jovens, a história dessa criança que é incomum apenas por causa do exterior tem a intenção de criar uma discussão, uma ponte até, entre pais e filhos e a importância de entender e aceitar as diferenças. E apesar de ser uma produção que tem como público-alvo crianças, a trama também abraça adolescentes e os mais velhos, principalmente pais e mães que sabem como é difícil colocar alguém nesse mundo.

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Thelma | Crítica | Thelma, 2017, Noruega

Thelma tem toques de filme de terror à primeira vista, mas trata mais dos maus que podem acontecer se formos cortados daquilo que somos.

Thelma | Review

Elenco: Eili Harboe, Kaya Wilkins, Ellen Dorrit Petersen, Henrik Rafaelsen | Roteiro: Joachim Trier, Eskil Vogt | Direção: Joachim Trier (Oslo, 31 de Agosto) | Duração: 116 minutos

Um mínimo conhecimento da mitologia judaico-cristã e de John Milton e seu Paraíso Perdido abre um leque de interpretações para Thelma. Não por ser um filme religioso, mas por ser uma crítica a como a repressão pode cortar relações com quem você é de verdade. É verdade que a produção mistura temas que já conhecemos e que já vimos em outras produções e em variadas mídias. Mesmo assim, Joachim Trier consegue usar esses elementos de maneira criativa, com várias surpresas preparadas para audiência – inclusive na virada do roteiro que, mesmo inesperada, faz sentido dentro da narrativa – inclusive com efeitos especiais pontuais e que são usados apenas quando necessário.

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A Ghost Story | TigreCast #173 | Podcast

Podcast sobre A Ghost Story, que não chegou aos cinemas brasileiros, mas deu o que falar nas redes sociais. Ouve aí!

A Ghost Story | TigreCast #173 | Podcast

Um filme que você, muito provavelmente, não viu no cinema. Mais provavelmente ainda ouviu falar mesmo assim. Hoje vamos conversar sobre a melhor produção que não ganhou as nossas telas, nem mesmo em festivais: A Ghost Story de David Lowery com a maravilhosa Rooney Mara e um dos mais novos cretinos de Hollywood, Casey Affleck.

Tiago Lira (@tiagoplira), Cliff (@caradosgibis), Matheus Des (@matheusdes) e Tullio Dias (@2tdias) falam dos filmes da distribuidora A24 e como esse filme chegou no nosso colo e a força da montagem de um diretor que já era muito conhecido nessa área. Também lembramos da carreira de Rooney Mara e de Casey Affleck (além de comentarmos as polêmicas que envolvem o ator) e do diretor. Discutimos além disso os aspectos técnicos, porque o diretor usou uma razão de aspecto mais quadrada, sobre amor, legado e existencialismo. Como o tempo é usado na narrativa, o que torna o filme quase contemplativo, e como isso serve à narrativa. Filosofamos enquanto conversamos de uma produção que, apesar do nome, não é exatamente um terror.

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Assassinato no Expresso Oriente | Crítica | Murder on the Orient Express, 2017, EUA

Ao se afastar bastante do que já foi feito, o novo Assassinato no Expresso Oriente encontra uma identidade e se diferencia das outras versões.

Assassinato no Expresso Oriente | Crítica

Elenco: Kenneth Branagh, Penélope Cruz, Willem Dafoe, Judi Dench, Johnny Depp, Josh Gad, Derek Jacobi, Leslie Odom Jr., Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley | Roteiro: Michael Green (Blade Runner 2049) | Baseado em: Assassinato do Expresso Oriente (Agatha Christie) | Direção: Kenneth Branagh (Thor) | Duração: 114 minutos

Lendas memoráveis sempre acham uma maneira de voltar, sendo elas verdadeiras ou não. É o caso do detetive belga de Agatha Christie e o Assassinato no Expresso Oriente, um filme que encontra na megalomania shakespeariana de Kenneth Branagh algo de moderno, mantendo a alma clássica. O diretor se afasta das outras versões do personagem – seja a do filme de Sidney Lummet, a encarnação de Peter Ustinov ou da série britânica com 13 temporadas com David Suchet – mudando trejeitos, alguns traços da personalidade e adicionando um humor que existe de maneira bem mais sutil na obra da escritora britânica, entregando uma obra que chama o interesse exatamente por tais exageros.

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Jogos Mortais: Jigsaw | Crítica | Jigsaw, 2017, EUA

É verdade que Jogos Mortais: Jigsaw é pensado para os fãs da franquia por misturar pedaços das melhores partes dela, mas ainda há algum charme.

Jogos Mortais: Jigsaw | Crítica

Elenco: Matt Passmore, Callum Keith Rennie, Clé Bennett, Hannah Emily Anderson, Laura Vandervoort, Paul Braunstein, Mandela Van Peebles, Brittany Allen, Josiah Black, Shaquan Lewis, Michael Boisvert, Tobin Bell | Roteiro: Josh Stolberg, Peter Goldfinger | Direção: Peter Spierig, Michael Spierig (O Predestinado) | Duração: 92 minutos

Dificilmente Jogos Mortais: Jigsaw angariará novos fãs; bem da verdade, o filme é uma grande homenagem/colagem do que fez o filme ser, bem, grande. Mesmo que ele funcione sem muito conhecimento prévio do anterior – basta saber que existia um assassino em série que colocava suas vítimas em engenhosos instrumentos mortais – o filme é tão cru quanto o primeiro, mais simples nas máquinas e até mesmo no desvendar com o mistério. Quem acompanhou a saga do personagem desde 2004 não levará muito tempo para sacar o que está acontecendo, pois sabemos que conhecer as regras é estar um passo à frente.

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Boneco de Neve | Crítica | The Snowman, 2017, Reino Unido

Boneco de Neve é um exemplo menor do gênero, além de ser apressado no seu desenvolvimento.

Boneco de Neve | Crítica

Elenco: Michael Fassbender, Rebecca Ferguson, Charlotte Gainsbourg, Val Kilmer, J. K. Simmons, Toby Jones, David Dencik | Roteiro: Hossein Amini, Peter Straughan, Søren Sveistrup | Baseado em: Boneco de Neve (Jo Nesbø) | Direção: Tomas Alfredson (Deixa Ela Entrar) | Duração: 119 minutos

Para quem está acostumado com filmes de suspense e mistério, Boneco de Neve aparece como um exemplo tolo. Para aqueles não tão iniciados no gênero, a confusão fica mais pelo modo que o diretor Tomas Alfredson monta o tabuleiro do que pelo mistério em si. Apesar de introduzir bem as motivações do assassino no começo da trama, todo o resto apressa-se em resolver a trama com grandes conveniências e personagens esquecidos e com situações que não fazem o menor sentido numa produção que confunde o confundir com a desonestidade para o espectador que parece ser jogado numa nevasca sem nenhum ponto de apoio.

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O Incrível Hulk e Thor | TigreCast #172 | Podcast

Depois da estreia de Ragnarok, conversamos das primeiras aparições de Hulk e Thor no Universo Cinemático Marvel no podcast. Ouve aí!

O Incrível Hulk e Thor | TigreCast #172 | Podcast

Já faz algumas semanas que Thor: Ragnarok estreou, então vamos voltar um pouco no tempo para lembrar como esses titãs do Universo Cinemático Marvel começaram na tela grande com O Incrível Hulk (The Incredible Hulk, 2008, Louis Leterrier) e Thor (Thor, 2011, Kenneth Branagh).

Tiago Lira (@tiagoplira), Cliff (@caradosgibis) e Marcelo Paradella (@bolapucc) lembram o caminho que o gigante esmeralda levou para chegar nessa versão, porque ainda não tivemos outro filme solo dele, as grandiosas cenas de ação, as homenagens à série de TV com Bill Bixby e Lou Ferrigno, do intrometido Edward Norton e como ele perdeu o papel para Mark Ruffalo. Também voltamos para Asgard e lembrar do carnaval que era a morada dos deuses nórdicos onde temos ângulos holandeses, do carisma de Chris Hemsworth e Tom Hiddleston, da dedicação aos papeis de Anthony Hopkins e mais detalhes desses filmes que fazem parte de um começo entrelaçado do Marvel Studios.

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Pai em Dose em Dupla 2 | Crítica | Daddy’s Home 2, 2017, EUA

Pai em Dose em Dupla 2 tem os melhores momentos compartilhados no trailer; além disso, é difícil extrair alguma coisa.

Pai em Dose Dupla 2 | Crítica

Elenco: Will Ferrell, Mark Wahlberg, Linda Cardellini, John Cena, John Lithgow, Alessandra Ambrosio, Mel Gibson | Roteiro: Sean Anders, John Morris | Direção: Sean Anders | Duração: 100 minutos

Se fosse um adendo ao filme original, como um especial de quinze minutos para os extras, Pai em Dose Dupla 2 se sairia melhor no principal quesito da comédia que é fazer rir. E assim como não há nada de errado com o filme, a produção não tem nada de especial. Todas as piadas são baseadas em humor físico – ou seja, quando algo cai na cabeça dos personagens – algo que montadores de trailers se aproveitam para chamar a atenção do público. Portanto, é uma diversão muito inocente e que segue uma formula, o suficiente para deixar passando na TV enquanto as festas de fim de ano acontecem.

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Human Flow: Não Existe Lar se Não Há Para Onde Ir | Crítica | Human Flow, 2017, Alemanha

Human Flow: Não Existe Lar se Não Há Para Onde Ir é um triste retrato da nossa época e traz uma mensagem importante para essa geração e as próximas.

Human Flow | Crítica

Roteiro: Ai Weiwei, Chin-chin Yap, Heino Deckert | Direção: Ai Weiwei | Duração: 140 minutos

Nota 10 - um Tigre no cinemaArte é entretenimento, mas também serve para nos questionarmos. Human FlowNão Existe Lar se Não Há Para Onde Ir está na segunda categoria, uma peça contundente para os nossos tempos; além disso, um retrato deles. Aliás é um retrato da humanidade, onde muitos preferem virar a cara e ignorar os gritos de desespero de pessoas que deixam sua pátria não por opção, mas por não ter uma. Durante mais de duas horas, Ai Weiwei nos torna testemunhas de gente como a gente que está passando por situações que, provavelmente, conhecemos só pelas notícias. Não que o filme também seja um recorte, mas o diretor usa o poder do cinema para entendermos um pouco melhor o que se passa.

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