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Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi | Crítica | Mudbound, 2017, EUA

Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi cria empatia com causas, cenários e pessoas que não conhecemos na esperança que possamos entender a dor de outros.

Mudbound: Lágrimas sobre o Mississipi  | Crítica

Elenco: Carey Mulligan, Jason Clarke, Jason Mitchell, Mary J. Blige, Rob Morgan, Jonathan Banks, Garrett Hedlund | Roteiro: Dee Rees, Virgil Williams | Baseado em Mudbound: Lágrimas sobre o Mississípi (Hillary Jordan) | Direção: Dee Rees | Duração: 134 minutos

Às vezes, se estamos num lugar de privilégio e conforto, fica difícil imaginar como é a vida de outros. E o que Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi faz, por meio do cinema, é nos tirar por pouco mais de duas horas dessa zona de conforto. O interessante é notar como o elemento da fazenda enlameada, que une as diferentes famílias da história, se transfigura para nos arrastar junto de uma parte triste da história que moldou parte da cultura dos EUA.

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Lady Bird: A Hora de Voar | Crítica | Lady Bird, 2017, EUA

Lady Bird toca no assunto de crescer e amadurecer, como várias outras produções, mas com algumas peculiaridades que fazem a trama se destacar.

Lady Bird: A Hora de Voar | Crítica

Elenco: Saoirse Ronan, Laurie Metcalf, Tracy Letts, Lucas Hedges, Timothée Chalamet, Beanie Feldstein, Stephen, McKinley Henderson, Lois Smith | Roteiro e direção: Greta Gerwig | Duração: 93 minutos

Quem nunca esteve numa situação onde se encontrou preso pelas próprias limitações, ou aquelas impostas por outros, pode não se identificar com Lady Bird: A Hora de Voar – mas não parece ser o caso da maioria, só de uns poucos privilegiados. A vontade de qualquer um que se viu em situações parecidas se acha na posição de torcer para que tudo dê certo na vida da personagem, mesmo que pelo bem da narrativa existam exageros – e compreendendo depois que a protagonista tenha usado de mentiras e quebrado regras para isso. Algo que, em suma, é moralmente questionável. Entre as muitas primeiras vezes, a produção é uma ode ao processo que é crescer, com suas dores e as outras várias alegrias.

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Duro de Matar | TigreCast #176 | Podcast

Nesse que deveria ser o último podcast de 2017, voltamos para 1989 e ao melhor filme de Natal de todos os tempos: Duro de Matar! Ouve aí!

Duro de Matar | TigreCast #176

No fucking shit, lady. Does it sound like I’m ordering a pizza?” – John McLane

Voltando das férias… com um TigreCast que deveria ter saído nas férias. Voltamos ao ano de 1989 para gritar de novo “Yippee-ki-yay, motherfucker” com aquele que era o mais humano dos brucutus dos anos 1980: John McLane, aquele ser não-indestrutível e rei do improviso que ganhou nossos corações.

Nesse podcast, Tiago Lira (@tiagoplira), Marcelo Paradella (@bolapucc) e Matheus Des (@matheusdes) lembramos dos problemas do diretor John McTiernan com a lei e de Frank Sinatra, o John McLane original. Discutimos o passado roedor de Bruce Willis para os filmes de ação, do peixe fora d’água, as inserções de comédia e até da problematização das festas das firmas – e seu reflexo hoje em Hollywood. Além disso, desconstruímos a lenda de que Duro de Matar criou um sub-gênero nos filmes de ação, por que a produção é basicamente um western, críticas à mídia e tente adivinhar que diretor sueco é fã desse petardo!

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Três Anúncios Para um Crime | Crítica | Three Billboards Outside Ebbing, Missouri, 2017, EUA

Três Anúncios Para um Crime é um filme de mudanças, misturando drama e toque de humor sombrio para minimizar uma questão tão delicada e triste como o retratado.

Três Anúncios Para um Crime | Crítica

Elenco: Frances McDormand, Woody Harrelson, Sam Rockwell, John Hawkes, Peter Dinklage | Roteiro e direção: Martin McDonagh | Duração: 115 minutos

Existe um velho conselho que diz que devemos mudar devagar porque é difícil fazer grandes mudanças de uma hora para outra. Algo assim acontece na representação da cidade de Ebbing em Três Anúncios Para um Crime. Aquele lugar é um microuniverso de um pensamento enraizado há muito tempo na cultura ocidental – machismo e preconceito, por exemplo –, que só depois de uma tragédia coloca-se em movimento. Ao usar alguns elementos familiares de histórias de crime e investigação, McDonagh consegue enganar a plateia, até sermos puxados para a realidade, numa lembrança do que é a própria vida, um conjunto de momentos que nem sempre são justos ou fazem sentido.

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Cinquenta Tons de Liberdade | Crítica | Fifty Shades Freed, 2018, EUA

Assim como o anterior, Cinquenta Tons de Liberdade vem para confirmar que a trilogia poderia ser encurtada em dois filmes.

Cinquenta Tons de Liberdade | Crítica

Elenco: Dakota Johnson, Jamie Dornan, Arielle Kebbel, Max Martini, Brant Daugherty, Luke Grimes, Rita Ora | Roteiro: Niall Leonard | Baseado em Cinquenta Tons de Liberdade (E. L. James) | Direção: James Foley (Cinquenta Tons Mais Escuros) | Duração: 105 minutos | Cena Extra

Cinquenta Tons de Liberdade vem para fechar a trilogia de algo que não merecia ser uma. Como no filme anterior, o filme de Foley e Leonard é, se tanto, um adendo da história com algum toque de criatividade da primeira parte, mas que definitivamente não tem o que contar para uma história de 100 minutos. E ao repetir os mesmos erros que o outro caminhou, a história é desinteressante ao ponto de não confiar nela mesma e até admitindo isso com cenas de sexo que aparecem apenas para manter o selo de filme erótico, algo forçado, longe da naturalidade que gosta de passar.

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Pantera Negra | Crítica | Black Panther, 2018, EUA

Pantera Negra já era um marco antes mesmo de estrear – e mesmo não sendo o melhor do Universo Cinemático Marvel, é o mais importante.

Pantera Negra | Crítica

Elenco: Chadwick Boseman, Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman, Daniel Kaluuya, Letitia Wright, Winston Duke, Angela Bassett, Forest Whitaker, Andy Serkis | Roteiro: Ryan Coogler, Joe Robert Cole | Baseado nos personagens de Stan Lee e Jack Kirby | Direção: Ryan Coogler (Creed: Nascido Para Lutar) | Duração: 134 minutos | 3D: Irrelevante | Cena Extra

Para atrair um público já acostumado com uma fórmula, Pantera Negra se espelha em outros filmes do Universo Cinemático Marvel: ação, doses de diversão e um vilão-antítese do herói nos seus princípios. Porém, passada essa primeira camada, o filme é um marco pela escalação do diretor, roteirista e elenco predominantemente negro, além de seu teor político. Isso mostra uma preocupação do estúdio em estar atento às mudanças que nossa sociedade passa e precisa, algo que é, acima de tudo, uma posição e uma afirmação. É cultura pop, mais palatável, sem dúvidas. Mas devemos considerar para quem é a mensagem, um público jovem que está ligado às mudanças e, com incursões mais simples, provavelmente irá buscar voos mais altos.

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Todo o Dinheiro do Mundo | Crítica | All the Money in the World, 2017, EUA

Todo o Dinheiro do Mundo tem o mal de uma série de cinebiografias, que é apresentar uma história interessante num filme que não é tanto assim.

Todo o Dinheiro do Mundo | Crítica

Elenco: Michelle Williams, Christopher Plummer, Mark Wahlberg, Charlie Plummer, Romain Duris | Roteiro: David Scarpa | Baseado em Painfully Rich: The Outrageous Fortunes and Misfortunes of the Heirs of J. Paul Getty (John Pearson) | Direção: Ridley Scott (Alien: Covenant) | Duração: 133 minutos

Mesmo que Todo Dinheiro do Mundo não fosse marcado como o filme que Kevin Spacey foi limado, ainda assim ele seria uma produção com problemas. Longe da profundidade de outros de seus dramas, Ridley Scott sai do mundo de monstros espaciais para focar novamente naqueles que aparentam ser como nós. Poderíamos até fazer um paralelo do lingafoeda archeronsis, pois um dos personagens diz que ser um Getty é parecer conosco – se levarmos em conta que o xenoformo se esconde em nós. É um drama com o mais antigo motivo do mundo: não o dinheiro em si, mas o poder. Afinal, no fim das contas, quem lucra?

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A Forma da Água | Crítica | The Shape of Water, 2017, EUA

A Forma da Água tem temas já visitados por Guillermo Del Toro, mas o filme também é dotado de uma beleza própria e com toques de macabro.

A Forma da Água | Crítica

Elenco: Sally Hawkins, Michael Shannon, Richard Jenkins, Doug Jones, Michael Stuhlbarg, Octavia Spencer | Roteiro: Vanessa Taylor, Guillermo del Toro | Direção: Guillermo del Toro (A Colina Escarlate) | Duração: 123 minutos

Para quem já está acostumado com a filmografia de Del Toro, A Forma da Água tem algo de familiar tanto em seus personagens como na estrutura – o que não quer dizer que a nova produção seja dotada de uma beleza própria. A história de choque entre mundos, também um conto de fadas sombrio, é o transporte de um lugar de sonhos para a tela do cinema, que por natureza também tem algo de onírico. E mesmo sendo uma história fantástica, o diretor nos coloca no chão ao identificar gente capaz de amar a qualquer custo, amizade, preconceitos e monstros num cenário familiar, mas com uma suficiente dose de estranheza que nos fisga para dentro de um rio de emoções.

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The Post: A Guerra Secreta | Crítica | The Post, 2017, EUA

The Post: A Guerra secreta é, além de um filme, uma posição política e a reafirmação do antigo ditado que o preço da liberdade é estarmos sempre alertas.

The Post: A Guerra Secreta | Crítica

Elenco: Meryl Streep, Tom Hanks, Sarah Paulson, Bob Odenkirk, Tracy Letts, Bradley Whitford, Bruce Greenwood, Matthew Rhys | Roteiro: Liz Hannah, Josh Singer | Direção: Steven Spielberg (Prenda-Me Se For Capaz) | Duração: 116 minutos

Provavelmente, existem poucas pessoas que conseguiriam um feito de encaixar um filme entre a produção e a pós-produção de outro. Porém, isso não é o mais importante em The Post: A Guerra Secreta. Num mundo onde qualquer ação pode ser considerada uma manifestação política, Spielberg contou com o cenário atual da política dos EUA para defender a liberdade de imprensa e para lembrar que certas coisas são cíclicas. E pode parecer que é apenas para dizer que políticos irão sempre mentir, o que seria muito raso, mas essa história investigativa serve mais como um totem da premissa do preço da liberdade ser estarmos atentos.

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O Artista do Desastre | Crítica | The Disaster Artist, 2017, EUA

O Artista do Desastre é a tentativa de entender a mente única – o que não é necessariamente um elogio – daquele que fez um dos piores filmes da história e ficou famoso por isso.

O Artista do Desastre | Crítica

Elenco: James Franco, Dave Franco, Seth Rogen, Alison Brie, Ari Graynor, Josh Hutcherson, Jacki Weaver | Roteiro: Scott Neustadter, Michael H. Weber | Baseado em The Disaster Artist: My Life Inside The Room, the Greatest Bad Movie Ever Made (Greg Sestero, Tom Bissell) e The Room (Tommy Wiseau) | Direção: James Franco | Duração: 103 minutes | Cena Extra

Assim como é difícil entender o protagonista, é difícil entender o que querem com O Artista do Desastre. Poderia ser contar a história de uma figura controversa fazendo pouco caso dela, ou uma homenagem ao cineasta que até hoje não sabemos exatamente de onde veio nem ao que veio. Dito isso, a construção da história pende sim para humor, mesmo que depois nos perguntemos se tudo aquilo é digno de pena ou de riso. A história de uma pessoa que vive num mundo próprio tem paralelos com a figura de Ed Wood, mais pela sua excentricidade do que pela sua obra.

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Me Chame Pelo Seu Nome | Crítica | Call Me by Your Name, 2017, Itália-EUA-Brasil-França

Me Chame Pelo Seu Nome tem temas já vistos em outros filmes, mas taxa-lo apenas pela sexualidade dos personagens é muito superficial.

Me Chame Pelo Seu Nome | Crítica

Elenco: Armie Hammer, Timothée Chalamet, Michael Stuhlbarg, Amira Casar, Esther Garrel, Victoire Du Bois | Roteiro: James Ivory | Baseado em Me Chame Pelo Seu Nome (André Aciman) | Direção: Luca Guadagnino

É verdade que os temas de Me Chame Pelo Seu Nome já foram abordados em outras produções. É, basicamente, a história de dois jovens que se apaixonam durante um verão. Porém, a pedra de sustentação que diferencia boa parte do que já foi feito é que esses jovens são dois homens. E isso é importante, mais importante que o caminho quase tradicional abordado. Ao abordar o relacionamento dos dois sem dificuldades e entraves, a trama se permite ser ao mesmo tempo dotada de doçura quanto o poder de quebrar corações, num verão que é um microcosmos da vida, seja lá qual for a sua orientação sexual.

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Sobrenatural: A Última Chave | Crítica | Insidious: The Last Key, 2018, EUA

Sobrenatural: A Última Chave peca no quesito direção, mas tem uma história interessante – e merecia ter uma mulher dirigindo.

Sobrenatural: A Última Chave | Crítica

Elenco: Lin Shaye, Angus Sampson, Leigh Whannell, Spencer Locke, Caitlin Gerard, Bruce Davison, Kirk Acevedo | Roteiro: Leigh Whannell | Direção: Adam Robitel | Duração: 103 minutos

Há um medo comum que a longevidade de uma franquia seja inversa à qualidade de seus filmes. E Sobrenatural: A Última Chave é um exemplo desse receio, o que não quer dizer que seja uma experiência ruim. Se fossemos colocar na ordem, a nova instalação da saga – quarta no cinema e segunda cronologicamente – ocupo o último lugar principalmente por causa dos clichês de jump scares e do “agora é pessoal”. Porém, se levarmos em conta o cenário atual (não só) no cinema com iniciativas como Time’s Up, o filme ganha outro viés. Um que poderia ser melhor abordado se uma mulher dirigisse.

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Homem-Formiga e a Vespa tem novas imagens | Galeria

A Walt Disney/Marvel Studios liberou mais fotos de Homem-Formiga e a Vespa (Ant-Man and the Wasp). Na nova foto, podemos ver Hope Van Dyne (Evangeline Lilly) com seu uniforme completo.

Homem-Formiga e a Vespa (Ant-Man and the Wasp), continuação do filme de 2015, estreia em 5 de julho de 2018 e tem no elenco Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bobby Cannavale, Michael Peña, Michael Douglas, Michelle Pfeiffer e Laurence Fishburne.

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Jumanji: Bem-Vindo à Selva | Crítica | Jumanji: Welcome to the Jungle, 2017, EUA

Jumanji: Bem-Vindo à Selva é um divertido filme de ação que encontra em alguns poucos momentos a melancolia do primeiro filme.

Jumanji: Bem-Vindo à Selva | Crítica

Elenco: Dwayne Johnson, Jack Black, Kevin Hart, Karen Gillan, Nick Jonas, Bobby Cannavale | Roteiro: Chris McKenna, Erik Sommers, Scott Rosenberg, Jeff Pinkner | Baseado em Jumanji (Chris Van Allsburg) | Direção: Jake Kasdan (Sex Tape: Perdido na Nuvem)

Qualquer filme de ação tem um peso nas costas por causa de toda a história do gênero, por isso que sair da sessão de Jumanji: Bem-Vindo à Selva com a sensação de dever cumprido faz bem ao filme. São cenários conhecidos, algumas figuras estereotipadas e uma conclusão que se vê de longe – o que não impede do espectador se divertir durante as quase duas horas de projeção, rindo das piadas e situações que esses personagens se encontram, sendo eles mesmo e, ao mesmo tempo, não. Junto disso, a performance e a sinergia do quarteto principal refletem a qualidade do diretor e, mesmo dentro de um cenário extremamente exagerado, situações e decisões fazem sentido.

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Viva: A Vida é Uma Festa | Crítica | Coco, 2017, EUA

Viva: A Vida é uma Festa atinge diferentes faixas etárias por causa de suas diferentes camadas, além de mostrar como outra cultura encara a morte.

Viva: A Vida é uma Festa | Crítica

Elenco: Anthony Gonzalez, Gael García Bernal, Benjamin Bratt, Alanna Ubach, Renée Victor, Ana Ofelia Murguía, Edward James Olmos | Roteiro: Adrian Molina, Matthew Aldrich | Argumento: Lee Unkrich, Jason Katz, Matthew Aldrich, Adrian Molina | Direção: Lee Unkrich (Toy Story 3)

Bonito por fora e emocionante por dentro, assim é Viva: A Vida é uma Festa. A produção é uma daquelas com selo Disney•Pixar de qualidade onde as diferentes faixas etárias irão curtir por motivos diferentes. É um amplo espectro, vindo desde as crianças, por causa das cores e das situações engraçados, até os adultos que vão se identificar pela mensagem. A maturidade do estúdio foi atingida em Divertida Mente (Inside Out, 2015, Dir Pete Docter), mas nada que tire o brilho próprio desse filme que volta os olhos para a dificuldade de ser o que somos, a busca por um equilíbrio, perdão e amor incondicional. Além de focar numa cultura que celebra a morte de maneira diferente.

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Os 11 Piores e Melhores Filmes de 2017 | Especial

Então, vamos para os 11 Piores e Melhores Filmes de 2017?

Os 11 Piores e Melhores Filmes de 2017

É o último dia do ano – e apesar de ser um domingo, continuamos a tradição de relembrar o ano que passou. Lembrando que são os filmes lançados comercialmente nos cinemas brasileiros nesse ano. Quantos você viu? Da uma olhada nessa lista que fiz no Letterboxd.

Então, vamos à lista dos os 11 Piores e Melhores Filmes de 2017 de acordo com crítico Tiago Lira!

E por que onze o invés de dez? Porque sempre fica aquela ponta de querer colocar uma menção honrosa, aquele filme que merece fazer parte das lembranças, mas que ficou para trás por causa de espaço.

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Roda Gigante | Crítica | Wonder Wheel, 2017, EUA

Roda Gigante é muitas coisas, mas nenhuma delas se junta num todo coeso na vasta filmografia do diretor.

Roda Gigante | Crítica

Elenco: Jim Belushi, Juno Temple, Justin Timberlake, Jack Gore, Kate Winslet | Roteiro e direção: Woody Allen (O Homem Irracional) | Duração: 101 minutos

Nem sempre um grande diretor e um grande elenco fazem um grande filme e Roda Gigante é um claro exemplo disso. A impressão deixada é que ao mesmo tempo em que Woody Allen voltou no tempo para contar uma história com traços da tragédia grega, ele também voltou na maneira de contar histórias e retratar pessoas. Isso quer dizer que não apenas o filme parece se passar nos anos 1960; o filme passa uma mentalidade daquela época, porém sem crítico ou ácido em relação a isso, algo que o diretor já mostrou várias outras vezes que sabe fazer. Mas ao fugir daquele retrato que sabe bem da comunidade nova iorquina e suas neuras, o diretor não encontrou um caminho.

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O Pior Filme de Heróis das HQs | TigreCast #175 | Podcast

Vamos eleger nesse podcast O PIOR Filme de Heróis das HQs… Pelo menos até 2017. Ouve aí!

O Pior Filme de Heróis das HQs | TigreCast #175 | Podcast

Colocando a Regra 178 da Marvel (“Quando dois ou mais heróis estão juntos, devem brigar sem motivo aparente“) em prática, nós colocamos quase noventa filmes para brigar e decidir qual é O Pior Filme de Heróis das HQs!

No podcast de hoje, Tiago Lira (@tiagoplira), Marcelo Paradella (@bolapucc) e Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) penam para descobrir qual é a produção de cinema que adaptou mal e porcamente aquele que é o pior filme adaptados da história em quadrinhos!

Dê o play aí para dar umas merecidas risadas 🙂

E aí, concorda com a nossa eleição? Não esqueça de comentar!

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