Postagens Etiquetadas ‘Will Poulter’

Detroit em Rebelião | Crítica | Detroit, 2017, EUA

Detroit em Rebelião revisita um retrato para entendermos que algumas coisas erradas no mundo não são novidades.

Detroit em Rebelião | Review

Elenco: John Boyega, Will Poulter, Algee Smith, Jason Mitchell, John Krasinski, Anthony Mackie | Roteiro: Mark Boal (Guerra ao Terror) | Direção: Kathryn Bigelow (A Hora Mais Escura)

O estudo da condição humana já é alvo de Kathryn Bigelow há algum tempo e Detroit em Rebelião é mais um exemplo disso. A diretora usa da atualidade de eventos recentes como os de Charlotsville e Ferguson para fazer uma ligação com os movimentos de direitos civis que vem desde os anos 1960 para apontar que a história de opressão aos negros nos EUA não é nenhuma novidade. É fácil apontar que esse seja um tema comum e até óbvio, mas os casos citados mostram que mesmo a obviedade não é suficiente para que eles sejam menos propícios a acontecer. E usar o cinema como meio para esse discurso serve para entregar a mensagem de maneira mais fácil.

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O Regresso | Crítica | The Revenant, 2015, EUA

O Regresso, novo filme de Alejandro Iñárritu, é contemplativo e tecnicamente impecável, podendo se mostrar um desafio para muitos, mas que vale a pena ser apreciado.

O Regresso (2015)

Com Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Domhnall Gleeson, Will Poulter, Forrest Goodluck, Arthur Redcloud e Grace Dove. Roterizado por Mark L. Smith e Alejandro G. Iñárritu baseado na obra de Michael Punke. Dirigido por Alejandro G. Iñárritu (Birdman).

8/10 - "tem um Tigre no cinema"É verdade que O Regresso traz alguns desafios, sendo o principal a sua longa duração – 156 minutos – o que permite que o diretor use e abuse de longos planos, contemplações da natureza, flashbacks em misto de sonhos e poucos diálogos. Também é verdade que Iñárritu poderia ser mais breve em suas contemplações, o que não quer dizer que o filme se torne maçante em todo o tempo que ele aponta sua câmera para a natureza. O diretor busca mostrar a jornada do herói por meio de vários símbolos, sendo a duração um deles. Ainda que não agrade a todos – perfeitamente compreensível – é inegável a qualidade da direção do mexicano e sua paixão por fazer cinema.

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Maze Runner: Correr ou Morrer | Crítica | The Maze Runner, 2014, EUA

Maze Runner: Correr ou Morrer tem alguns momentos interessantes e um certo fôlego. Se preparem, que lá vem outra distopia para os jovens adultos.

Maze Runner, 2014

Com Dylan O’Brien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Will Poulter, Patricia Clarkson, Ki Hong Lee e Aml Ameen. Roteirizado por Noah Oppenheim, Grant Pierce Myers e T.S. Nowlin, baseado no romance de James Dashner. Dirigido por Wes Ball.

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Interessante notar que Maze Runner: Correr ou Morrer reflete em seus personagens tanto o público-alvo – os chamados jovens adultos –, como o diretor, roteiristas, elenco, praticamente iniciantes. A fórmula da distopia futurista já está cansando, pois esse ano terá, pelo menos, quatro filmes com o tema. Mas há certo frescor nesse filme. Longe de ser original – pois toma emprestado elementos de variadas histórias – o ritmo e visual contagiam o espectador para esse conto modernizado de prisioneiros.

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Família do Bagulho | Crítica | We’re the Millers, 2013, EUA

strong>Família do Bagulho é um dos filmes sobre família mais subversivo que você vai ver por um bom tempo.

We're the Millers, 2013

Com Jennifer Aniston, Jason Sudeikis, Emma Roberts, Will Poulter, Nick Offerman, Kathryn Hahn e Ed Helms. Roteirizado por Bob Fisher, Steve Faber, Sean Anders e John Morris. Dirigido por Rawson Marshall Thurber (Com a Bola Toda).

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Imagine a família mais disfuncional que você conheceu. Pode ser até a sua. Pegue todos os momentos vexatórios que se tem notícia e junte na memória. Essas lembranças são a base de “Uma Família do Bagulho” – sim, o título nacional é cretino –, apesar dos Millers não serem uma. E essa subversão da imagem da família perfeita é a maior qualidade do filme. Os personagens são praticamente estranhos uns aos outros, mas acabam sendo parecido com seu irmão, seu pai, sua irmã, ou até a sua avó e sua tia. O roteiro escrito à quatro mãos tem problemas, mas é engraçado o suficiente para te deixar mais leve no fim da sessão, com suas situações desbocadas e nada moralistas.

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