Postagens Etiquetadas ‘Filmes de 2014’

Babadook | TigreCast #152 | Podcast

Babadook | TigreCast #152 | Podcast

Babadook…dook… DOOK

É outubro! É Halloween e esse mês é só filme de terror nos seus ouvidos. Hoje vamos voltar para 2014 e hora de falar de falar de uma grande surpresa do terror. Uma produção do Canadá e da Austrália da diretora Jennifer Kent: Babadook, com Essie Davis e Noah Wiseman.

Nesse podcast, Tiago Lira (@tiagoplira), Marcelo Zagnolli (@marcelozagnolli) e o convidado Léo Oliveira (@leooliveirabass) falam de como Kent começou na carreira de diretora, abandonando a de atriz,  e da sua relação com Lars von Trier. Discorremos a carreira de Davis e Wiseman e também de onde veio a ideia original de Babadook. Depressão, dor e pesar passam nessa produção que, apesar de ser um filme de terror, não é um filme de monstros. Pelo menos não como estávamos acostumados.

Sejam bem-vindos ao TigreCast!

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Whiplash | TigreCast #104 | Podcast

Whiplash | Tigrecast 104

There are no two words in the English language more harmful than ‘good job’” – Terence Fletcher

Já falamos disso: não é a nossa intenção discutir filmes mais recentes. Porém, alguns merecem essa honraria. Então, senta aí para ouvir sobre outro filme de 2014: o interessantíssimo e empolgante – ainda que pelo motivos errados – Whiplash: Em Busca da Perfeição (Whiplash), do ainda jovem Damien Chazelle, e que conta no elenco Miles Teller, Melissa Benoist, Paul Reiser e o monstruoso J.K. Simmons (que levou nada menos que 47 prêmios pelo filme).

No podcast, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Matheus Des (@matheusdes) relembram as produções de 2014, os trabalhos do diretor e dos atores, música, bullying nesse filme que, apesar de ser embalado pelo jazz, NÃO É sobre jazz.

E como sempre fazemos, spoilers liberados!

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O Ano Mais Violento | Crítica | A Most Violent Year, 2014, EUA

A Most Violent Year, 2014

Com Oscar Isaac, Jessica Chastain, David Oyelowo, Alessandro Nivola, Albert Brooks, Elyes Gabel. Roteirizado e dirigido por J. C. Chandor.

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Muitas coisas impressionam em O Ano Mais Violento. O diretor e roteirista J. C. Chandor é hábil em manter uma história tensa em praticamente todos os quadros e, na posição de espectadores, ficamos totalmente à sua mercê. E entre muitas sombras e meias-luzes, não sabemos de onde vem a surpresa. Adicione isso às cores do figurino e temos uma narrativa contada por meio de elementos que vão além do usual, coisas que podem ser difíceis de perceber à primeira vista. Esse é um drama pesado, denso e arrebatador, onde o protagonista tenta desesperadamente ficar num mundo aparte daquele ao seu redor: um lugar sujo, errado e depravado. E nada podemos fazer além de torcer e acompanhar sua luta.

Sinopse oficial

“O Ano Mais Violento é centrado na vida de um imigrante e de sua família tentando expandir os negócios e capitalizar oportunidades em meio ao inverno nova-iorquino de 1981, estatisticamente um dos anos mais violentos na história da cidade. Decadência, corrupção e rompantes são seus maiores adversários para evitar que tudo o que construíram entre em colapso.”

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Para Sempre Alice | Crítica | Still Alice, 2014, EUA

Still Alice, 2014

Com Julianne Moore, Alec Baldwin, Kristen Stewart, Kate Bosworth, Hunter Parrish. Roteirizado e dirigido por Richard Glatzer, Wash Westmoreland, baseado no romance de Lisa Genova.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"O mais importante em Para Sempre Alice é não sairmos incólumes da situação que a protagonista passa. E isso os diretores Richard Glatzer e Wash Westmoreland conseguem ao tratar o tema do Mal de Alzheimer como delicadeza e sensibilidade. Essa dureza da vida, a tristeza de quem fica do lado de fora e de quem aos poucos vai se perdendo dentro de si é incorporada por todo o elenco. Moore em especial, apesar de ser injusto dizer que ela carrega o filme sozinha – apesar de ser a grande responsável pela carga dramática. Com pontuais problemas, que vem principalmente do uso da trilha sonora, esse filme vem para cativar e emocionar o espectador que está sujeito, como todos nós, a enfrentar um dia a perda daquilo que nos define como pessoas.

Sinopse oficial

“O filme narra como Alice (Julianne Moore) convive com a doença, com a perda das palavras tão caras a ela, da memória, e como a família reage à notícia – o marido dedicado (Alec Baldwin) e seus três filhos adoráveis, Lydia (Kristen Stewart), Anna (Kate Bosworth) e Tom (Hunter Parrish).”

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2014: Os Piores e os Melhores | TigreCast #79 | Podcast

 


2014: Os Piores e os Melhores

Depois de todos os votos contabilizados, noites mal dormidas, chegamos à nossa lista dos piores e melhores filmes lançados no Brasil em 2014. Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli), Matheus Des (@matheusdes) e a nossa convidada ruiva Melina (Jurassicast | @coca_com_cereja) deram algumas risadas no meio entre bombas, tiros, dinossauros, sexo, viagens no espaço e até ao velho oeste.

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Sniper Americano | Crítica | American Sniper, 2014, EUA

American Sniper, 2014

Com Bradley Cooper, Sienna Miller, Sammy Sheik e Mido Hamada. Roteirizado por Jason Hall, baseado no livro de Chris Kyle, Scott McEwen e Jim DeFelice. Dirigido por Clint Eastwood (Jersey Boys).

7,5 - "tem um Tigre no cinema"Ao invés de engrandecer a instituição das forças armadas dos Estados Unidos, Clint Eastwood prefere pagar tributo a um personagem em especial. E Sniper Americano é uma biografia direcionada para qualquer um que esteja disposto a ouvir o seu relato. É uma história sobre a guerra, família e do preço que se paga pelas escolhas pessoais. O diretor não tenta justificar as ações de seu protagonista, ainda que seja fácil se perder nesse caminho. Ele apenas as apresenta, abrindo um leque de questões para que, no fim das contas, o julgamento seja do espectador.

Sinopse oficial

“Membro das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos, Chris Kyle (Bradley Cooper) é enviado para o Iraque com uma única missão: proteger seus irmãos de armas. Sua precisão salva inúmeras vidas no campo de batalha e as histórias de suas corajosas façanhas se espalham até que ele receba o apelido de “Lenda”. No entanto, sua reputação também está crescendo por trás das linhas inimigas, colocando sua cabeça a prêmio e tornando-o alvo principal de insurgentes. Ele também está enfrentando um tipo de batalha diferente à frente de seu lar: se esforçando para ser um bom marido e bom pai mesmo estando do outro lado do mundo.”

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Corações de Ferro | Crítica | Fury, 2014, EUA

Fury, 2014

Com Brad Pitt, Shia LaBeouf, Logan Lerman, Michael Peña, Jon Bernthal, Jason Isaacs e Scott Eastwood. Roteirizado e dirigido por David Ayer (Dia de Treinamento).

8/10 - "tem um Tigre no cinema"O que é a Guerra senão fúria? Entre essas e outras discussões, Corações de Ferro é um retrato fictício da Segunda Guerra Mundial, porém factível. Já há algum tempo os filmes do gênero tem uma serventia que não seja glorificar a batalha. Por não esconder os horrores que cada um dos lados pode assumir em tempos terríveis, David Ayer traz um alerta de como a violência e realidade batem forte. É uma produção crua, visceral e consegue chegar num nível de realismo muito profundo, quebrado apenas pela cor dos rastros dos projéteis disparados nos fazendo, mesmo na qualidade de plateia, participantes daqueles momentos.

Sinopse oficial

Abril de 1945. Enquanto os Aliados fazem sua incursão final na guerra pela Europa, um sargento do exército endurecido pela guerra chamado Wardaddy (Brad Pitt) é responsável pelo comando de um tanque Sherman e uma equipe com cinco homens em uma missão mortal atrás das linhas inimigas. Em menor número, com pouco armamento, e lidando com um soldado novato em seu esquadrão, Wardaddy e seus homens encaram inúmeras adversidades em suas tentativas heroicas de atacar o coração da Alemanha nazista.”

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Selma: Uma Luta Pela Igualdade | Crítica | Selma, 2014, EUA

Selma, 2014

Com David Oyelowo, Tom Wilkinson, Carmen Ejogo, Andre Holland, Tessa Thompson, Giovanni Ribisi, Lorraine Toussaint, Stephan James, Wendell Pierce, Common, Alessandro Nivola, Keith Stanfield, Cuba Gooding Jr., Dylan Baker e Tim Roth. Roteirizado por Ava DuVernay e Paul Webb. Dirigido por Ava DuVernay.

10/10 - "tem um Tigre no cinema"É absurdo lembrar que os casos descritos em Selma: Uma Luta Pela Igualdade estão apenas meio século atrás de nós. Ao contar uma parte horrível da história americana, a diretora Ava DuVernay faz uma reflexão necessária de um povo que, por muito tempo, colocou de lado e marginalizou grande parte de sua população, mesmo anos depois do fim da escravidão. Esse é um tema histórico, mas que nada tem de antigo e que faz um triste paralelo com outros eventos hoje, e mancha a face da nação mais poderosa do mundo.

Sinopse oficial

Selma: Uma Luta Pela Igualdade é a história da luta histórica Dr Martin Luther King Jr (Oyelowo) para garantir o direito de voto para os afro-americanos – uma campanha perigosa e assustadora, que culminou com a marcha épica de Selma a Montgomery que galvanizou a opinião pública norte-americana e convenceu o presidente Johnson (Wilkinson) a introduzir a Lei dos Direitos de Voto em 1965.

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O Jogo da Imitação | Crítica | The Imitation Game, 2014, EUA-Reino Unido

The Imitation Game, 2014

Com Benedict Cumberbatch, Keira Knightley, Matthew Goode, Rory Kinnear, Charles Dance e Mark Strong. Roteirizado por Graham Moore, baseado no livro de Andrew Hodges. Dirigido por Morten Tyldum.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"É para dar uma luz aos detalhes da guerra, fugindo de tiros e explosões, que servem filmes como O Jogo da Imitação. Ao contar as minúcias por detrás de grandes eventos, desvendamos mistérios e entendemos com as peças de jogo complexo se movem por trás da cortina. Além disso, é uma homenagem justa a um gênio, uma retratação necessária e um retrato da natureza humana.

Sinopse oficial

O Jogo da Imitação conta os períodos mais importantes da vida de Alan Turing (Cumberbatch), desde os infelizes anos da adolescência no internato, passando pelo triunfo secreto de sua equipe durante a guerra até a tragédia de sua morte prematura no período pós-guerra, quando foi condenado por ser homossexual e obrigado a tomar injeções de hormônio para não ser preso. Turing inventou a técnica eletromecânica que permitiu a quebra de cerca de 3.000 mensagens de códigos secretos gerados pela máquina alemã Enigma, possibilitou o fim da Segunda Guerra Mundial e deu os primeiros fundamentos para a criação do computador.”

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Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) | Crítica | Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance), 2014, EUA

Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance), 2014

Com Michael Keaton, Zach Galifianakis, Edward Norton, Andrea Riseborough, Amy Ryan, Emma Stone e Naomi Watts. Roteirizado por Alejandro G. Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris, Jr. e Armando Bo. Digirido por Alejandro G. Iñárritu.

10/10 - "tem um Tigre no cinema"O conceito de nota é meramente relativo. Seria o mesmo sete de um igual ao outro? Não, não é. Assim como a nota dada nessa crítica de Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância). O número máximo serve de parâmetro para definir que o filme, a direção, atuação, fotografia, montagem – e que montagem! – estão não só impecáveis, mas surpreendentes. Porém, essa deliciosa produção é uma daquelas poucas em que a nota máxima não representa seu verdadeiro valor. Esta obra crítica, ácida e que traduz a imaginação para tela merece mais que um dez, se isso fosse possível na proposta atual.

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Grandes Olhos | Crítica | Big Eyes, 2014, EUA

Biug Eyes, 2014

Com Amy Adams, Christoph Waltz, Danny Huston, Jon Polito, Krysten Ritter, Jason Schwartzman e Terence Stamp. Roteirizado por Scott Alexander e Larry Karaszewski. Dirigido por Tim Burton (Sombras da Noite).

8/10 - "tem um Tigre no cinema"O maior destaque de Grandes Olhos é uma – chamemos assim – normalidade por parte de Tim Burton, tão acostumado ao fantástico. A fotografia e a paleta de cores são mais vivas e a história é uma cinebiografia. Em resumo, é um desafio para o diretor e é interessante vê-lo sair de uma zona de conforto. Os personagens estão bem dirigidos e estão em ótimas atuações numa produção que não é apenas real, mas que carrega um forte comentário social.

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A Teoria de Tudo | Crítica | The Theory of Everything, Reino Unido, 2014

The Theory of Everything, 2014

Com Eddie Redmayne, Felicity Jones, Charlie Cox, Emily Watson, Simon McBurney, David Thewlis e Christian McKay. Roteirizado por Anthony McCarten, baseado no livro de Jane Wilde Hawking. Dirigido por James Marsh.

7/10 - "tem um Tigre no cinema"O tom de A Teoria de Tudo é, em grande parte, acertado. É a biografia de um dos maiores físicos teóricas da história mas também é um romance, uma visão simplificada de um gênio. E ainda assim, eficiente numa direção firme e com atuações excelentes. E apesar da produção centrar na parte de um homem que era muito mais do que foi retratado, a história agrada ao discursar tanto sobre a física do amor, quanto ao amor à física.

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