Postagens Etiquetadas ‘Oscar Isaac’

X-Men: Apocalipse | Crítica | X-Men: Apocalypse (2016) EUA

X-Men: Apocalipse (2016)

Com James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Oscar Isaac, Nicholas Hoult, Rose Byrne, Tye Sheridan, Sophie Turner, Olivia Munn, Lucas Till, Ben Hardy e Amanda Shipp. Argumento de Simon Kinberg. Roteirizado por Bryan Singer, Michael Dougherty, Dan Harris e Simon Kinberg. Baseado nos Quadrinhos da Marvel Comics. Dirigido por Bryan Singer (Jack: O Caçador de Gigantes).

Em X-Men: Apocalipse não apenas os mutantes estão de volta. Todos os clichês vieram juntos.

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Há uma piada dentro de X-Men: Apocalipse que remete à encarnação anterior da franquia que, por ironia ou mea culpa, funciona para o terceiro filme da nova era. Chega a ser decepcionante perceber que o argumento do filme é interessante, mas tão mal executado. Mesmo se tratando de um universo vindo dos quadrinhos, são muitos clichês e repetições vindas do próprio universo, mostrando uma falta de esforço no desenvolvimento. Pior que ser uma colagem de outras produções parecidas, essa se perde numa autofagia que serve apenas para alimentar o ego dos produtores, como se dissessem que o que fizeram antes é tão importante que basta por si só.

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Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força | Crítica | Star Wars: The Force Awakens (2015) EUA

Star Wars: The Force Awakens, 2015

Com Harrison Ford, Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Andy Serkis, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Peter Mayhew, Kenny Baker, Gwendoline Christie e Max von Sydow. Roteirizado por Lawrence Kasdan, J. J. Abrams e Michael Arndt. Dirigido por J. J. Abrams (Star Trek: Além da Escuridão).

Finalmente, essa geração tem um Star Wars para chamar de seu!

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Star Wars não é apenas um filme: é um evento. Episódio VII – O Despertar da Força é Star Wars na sua definição mais pura. A nova história se passa em um futuro usado e empoeirado, têm personagens carismáticos, uma história interessante, lutas de sabre de luz com intenção – e não um sequência de danças coreografadas – e responde àquela pergunta que, no seu âmago, cada fã se fez um dia: onde os nossos queridos personagens estão agora. Além disso, a produção abre caminho para uma nova jornada respeitando suas origens e encontra alguns meios para conquistar o coração dos fãs. Essa sim é a história que gostaríamos e merecíamos ver – e que oportunidade é estarmos vivos para recebê-la!

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O Ano Mais Violento | Crítica | A Most Violent Year, 2014, EUA

A Most Violent Year, 2014

Com Oscar Isaac, Jessica Chastain, David Oyelowo, Alessandro Nivola, Albert Brooks, Elyes Gabel. Roteirizado e dirigido por J. C. Chandor.

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Muitas coisas impressionam em O Ano Mais Violento. O diretor e roteirista J. C. Chandor é hábil em manter uma história tensa em praticamente todos os quadros e, na posição de espectadores, ficamos totalmente à sua mercê. E entre muitas sombras e meias-luzes, não sabemos de onde vem a surpresa. Adicione isso às cores do figurino e temos uma narrativa contada por meio de elementos que vão além do usual, coisas que podem ser difíceis de perceber à primeira vista. Esse é um drama pesado, denso e arrebatador, onde o protagonista tenta desesperadamente ficar num mundo aparte daquele ao seu redor: um lugar sujo, errado e depravado. E nada podemos fazer além de torcer e acompanhar sua luta.

Sinopse oficial

“O Ano Mais Violento é centrado na vida de um imigrante e de sua família tentando expandir os negócios e capitalizar oportunidades em meio ao inverno nova-iorquino de 1981, estatisticamente um dos anos mais violentos na história da cidade. Decadência, corrupção e rompantes são seus maiores adversários para evitar que tudo o que construíram entre em colapso.”

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Drive (Drive, 2011, EUA) [Crítica]

Com Ryan Gosling, Carey Mulligan, Bryan Cranston, Christina Hendricks, Ron Perlman, Oscar Isaac e Albert Brooks. Roteiro de Hossein Amini, baseado no livro de James Sallis. Dirigido por Nicolas Winding Refn.

Quando vi o trailer de “Drive” passou pela cabeça foi que seria um “Velozes e Furiosos com cérebro”. É isso e bem mais. “Drive” consegue manter o foco no desenvolvimento dos personagens sem esquecer das cenas de ação. Durante esse desenvolvimento, o filme dá um virada interessante que, apesar de anunciada, vai ter surpreender pela rapidez e a falta de misericórdia. O clima de ação, misturado com um ar noir e o roteiro criam um clima que dificilmente vai deixá-los desapontados. É tudo bem feito, passando pela atuação até os quesitos mais técnicos. E só perde pontos pelos seus dois minutos finais. Não destroem o filme, mas deixa aquela pergunta no ar de “por quê?”

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