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O Poderoso Chefinho | Crítica | The Boss Baby, 2017, EUA

O Poderoso Chefinho é uma história bem infantil e divertida para os pequenos que são o público-alvo.

O Poderoso Chefinho (The Boss Baby) 2017

Elenco: Alec Baldwin, Miles Christopher Bakshi, Steve Buscemi, Jimmy Kimmel, Lisa Kudrow | Roteiro: Michael McCullers | Baseado em: The Boss Baby (Marla Frazee) | Direção: Tom McGrath (Madagascar) | Duração: 97 minutos | 3D: Relevante | Cena Extra

É um tanto injusto falar de um filme que claramente não foi pensado para você. O Poderoso Chefinho é para audiências muito novas: entre quatro e sete anos, não muito mais que isso e avalia-lo com o peso de outras animações de ar mais questionador e sério não seria correto. É uma história muito simples, leve e indicada para aquele programa de família, e o grande trunfo é que não será uma experiência tediosa para os pais. As crianças vão se impressionar com as cores e aventuras que os personagens passam, enquanto os mais velhos que os acompanharem vão poder curtir a reação deles, essa sim uma diversão.

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A Garota no Trem | Crítica | The Girl on the Train, 2016, EUA

A Garota no Trem (2016)

Elenco: Emily Blunt, Rebecca Ferguson, Haley Bennett, Justin Theroux, Luke Evans, Allison Janney, Édgar Ramírez, Lisa Kudrow | Roteiro: Erin Cressida Wilson (Homens, Mulheres e Filhos) | Baseado em: A Garota no Trem (Paula Hawkins) | Direção: Tate Taylor (Histórias Cruzadas)

A Garota no Trem é um thriller eficiente e que toca em assuntos necessários para a nossa sociedade.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Uma das grandes discussões em A Garota no Trem é até quando deveríamos nos prender, seja numa ideia ou numa pessoa. Pautado por diferentes pontos de vistas diferentes, mas todos femininos – com a acertada decisão de ter uma roteirista adaptando o trabalho da autora – o filme lida com solidão, tristeza, rebeldia e principalmente contra poderes pré-estabelecidos por uma sociedade machista. Assim como a protagonista, temos apenas pedaços de informação, o que nos transporta para os pés dela, vivendo, respirando e até seus apagões. O mistério apresentado por Taylor nos envolve e brinca com a dubiedade, o que faz que nos questionemos em quase todos os momentos.

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