Postagens Etiquetadas ‘Juno Temple’

Roda Gigante | Crítica | Wonder Wheel, 2017, EUA

Roda Gigante é muitas coisas, mas nenhuma delas se junta num todo coeso na vasta filmografia do diretor.

Roda Gigante | Crítica

Elenco: Jim Belushi, Juno Temple, Justin Timberlake, Jack Gore, Kate Winslet | Roteiro e direção: Woody Allen (O Homem Irracional) | Duração: 101 minutos

Nem sempre um grande diretor e um grande elenco fazem um grande filme e Roda Gigante é um claro exemplo disso. A impressão deixada é que ao mesmo tempo em que Woody Allen voltou no tempo para contar uma história com traços da tragédia grega, ele também voltou na maneira de contar histórias e retratar pessoas. Isso quer dizer que não apenas o filme parece se passar nos anos 1960; o filme passa uma mentalidade daquela época, porém sem crítico ou ácido em relação a isso, algo que o diretor já mostrou várias outras vezes que sabe fazer. Mas ao fugir daquele retrato que sabe bem da comunidade nova iorquina e suas neuras, o diretor não encontrou um caminho.

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Sin City: A Dama Fatal | Crítica | Sin City: A Dame to Kill For, 2014, EUA

Sin City: A Dama Fatal, continuação do filme de 2005, é tecnicamente perfeito e acerta nas adaptações dos quadrinhos. Mas as originais deixam a desejar.

Sin City: A Dame to Kill For, 2014

Com Mickey Rourke, Jessica Alba, Josh Brolin, Joseph Gordon-Levitt, Rosario Dawson, Eva Green, Powers Boothe, Dennis Haysbert, Ray Liotta, Jaime King, Christopher Lloyd, Christopher Meloni, Juno Temple, Bruce Willis e Lady Gaga. Roteirizado por Frank Miller, baseado na própria obra. Dirigido por Frank Miller e Robert Rodriguez.

5/10 - "tem um Tigre no cinema"Desde os quadrinhos que admiro a coragem de Frank Miller em Sin City. E quando a adaptação passou para as telas no filme de 2005, aquela violência que fazia parte do universo torpe da cidade de Basin se manteve, reafirmando a coragem do autor ao manter o ar original de sua obra, mesmo que isso comercialmente fosse perigoso, pois a censura seria alta. Nove anos se passaram, e em Sin City – A Dama Fatal a proposta se manteve. Não é tão marcante quanto à produção anterior, mas esse neo-noir melhorou em estética e nos efeitos especiais e trouxe de volta personagens marcantes.

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Malévola | Crítica | Maleficent, 2014, EUA

Malévola é relevante pelo tom feminista, mas é previsível demais, servindo para agradar apenas as crianças.

Malévola,

Com Angelina Jolie, Sharlto Copley, Elle Fanning, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville. Roteirizado por Linda Woolverton, baseado nos contos de Charles Perrault e dos irmãos Grimm. Dirigido por Robert Stromberg.

5/10 - "tem um Tigre no cinema"Inversão de papéis, escalas de cinza e revisitas aos clássicos: não há nada de errado. Afinal, não há limites para a ficção. Personagens odiosos ali podem ser bondosos aqui, e vice versa. É um exercício de imaginação interessante que pelo menos, tenta trazer alguma coisa de original, mesmo que calcado em alguma coisa do passado. Essa é uma produção que vem na cola de outros personagens que tiveram esse tratamento – Alice, João e Maria, João e o Pé de Feijão, por exemplo – para brincar com elementos que por mais de meia década são familiares para muita gente. Infelizmente, o tom feminista e muito válido não é suficiente para alavancar Malévola. O plot é desinteressante e previsível demais, mas deve agradar pelo menos as crianças. Com uma direção perdida, ainda que relativamente eficiente por ser tratar de uma estreia, temos um potencial enormemente desperdiçado.

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Killer Joe – Matador de Aluguel | Crítica | Killer Joe, 2012, EUA

Killer Joe é um filme violento, com doses de sarcasmo e humor negro e muito interessante por nos colocar numa história depressiva e tensa.

Killer Joe

Com Matthew McConaughey, Emile Hirsch, Juno Temple, Gina Gershon e Thomas Haden Church. Roteirizado por Tracy Letts (Possuídos), baseado na própria peça de teatro. Dirigido por William Friedkin (O Exorcista).

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Não é sempre que vemos um filme violento, com doses de sarcasmo e humor negro como “Killer Joe”. Friedkin juntou um excelente elenco, e conseguiu dar profundidade à esses personagens detestáveis, e que são a antítese da família unida. Com uma história intrigante, cheia de momentos tensos e deprimentes, mas altamente justificáveis, é ótimo vermos que o famoso diretor de “O Exorcista” (The Exorcist, 1973) acerta o caminho mais uma vez depois de tanto tempo.

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