Postagens Etiquetadas ‘Rosario Dawson’

Paixão Obsessiva | Crítica | Unforgettable, 2017, EUA

Paixão Obsessiva é um conjunto de obviedades que piora ao notarmos que existia um caminho bem mais interessante para a trama.

Paixão Obsessiva (Unforgettable), 2017

Elenco: Katherine Heigl, Rosario Dawson, Geoff Stults, Isabella Rice, Cheryl Ladd | Roteiro: Christina Hodson, David Leslie Johnson | Direção: Denise Di Novi | Duração: 100 minutos

Paixão Obsessiva se confunde na falta de compromisso, preferindo contar uma história com desenvolvimento e fechamento clichês, sendo que havia muito espaço para ousar. Ainda que toque em temas importantes e ainda em voga para dar voz às minorias – no caso, se levantando contra o machismo e o racismo – o desenvolvimento da história em si é tão comum que não exige do espectador nenhum tipo de questionamento da índole das personagens, mas é possível ver de longe outros resultados mais interessantes para trama, já que todos os elementos para isso estão ali, de bandeja para serem usadas pela diretora que faz um bom trabalho na cadeira. Mas não é uma qualidade refletida no roteiro.

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Sin City: A Dama Fatal | Crítica | Sin City: A Dame to Kill For, 2014, EUA

Sin City: A Dama Fatal, continuação do filme de 2005, é tecnicamente perfeito e acerta nas adaptações dos quadrinhos. Mas as originais deixam a desejar.

Sin City: A Dame to Kill For, 2014

Com Mickey Rourke, Jessica Alba, Josh Brolin, Joseph Gordon-Levitt, Rosario Dawson, Eva Green, Powers Boothe, Dennis Haysbert, Ray Liotta, Jaime King, Christopher Lloyd, Christopher Meloni, Juno Temple, Bruce Willis e Lady Gaga. Roteirizado por Frank Miller, baseado na própria obra. Dirigido por Frank Miller e Robert Rodriguez.

5/10 - "tem um Tigre no cinema"Desde os quadrinhos que admiro a coragem de Frank Miller em Sin City. E quando a adaptação passou para as telas no filme de 2005, aquela violência que fazia parte do universo torpe da cidade de Basin se manteve, reafirmando a coragem do autor ao manter o ar original de sua obra, mesmo que isso comercialmente fosse perigoso, pois a censura seria alta. Nove anos se passaram, e em Sin City – A Dama Fatal a proposta se manteve. Não é tão marcante quanto à produção anterior, mas esse neo-noir melhorou em estética e nos efeitos especiais e trouxe de volta personagens marcantes.

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