Postagens Etiquetadas ‘Robin Wright’

Blade Runner 2049 | Crítica | Blade Runner 2049, EUA, 2017

Sabendo que era impossível alcançar o inalcançável, Blade Runner 2049 é um misto de homenagem com procura do próprio caminho de Villeneuve.

Blade Runner 2049 | Review

Elenco: Ryan Gosling, Harrison Ford, Robin Wright, Dave Bautista, Ana de Armas, Sylvia Hoeks, Jared Leto | Roteiro: Hampton Fancher, Michael Green | Baseado em: Androides Sonham com Ovelhas Elétricas? (Philip K. Dick) e Blade Runner (Ridley Scott) | Direção: Denis Villeneuve (A Chegada) | Duração: 163 minutos

Entre fazer um trabalho autoral e refazer os gigantes passos do original, Dennis Villeuneve ficou no meio do caminho. Blade Runner 2049 procura sua própria originalidade sem esquecer de prestar homenagem ao universo iniciado em 1982 ao ampliar suas questões. Deixa-se de lado um pouco o visual neo-noir do primeiro para que seja possível passear entre outros cenários e situações e para que conheçamos um mundo expandido daquele que deixou saudade – e que sempre dissemos que não precisava de continuação. Isso continua sendo verdade, mas já que ela veio, por razões mercadológicas que sejam, foi bom que ela tenha caído nas mãos de um dos melhores diretores dessa geração.

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Mulher-Maravilha | Crítica | Wonder Woman, 2017, EUA

Provando seu valor como protagonista Mulher-Maravilha é entretenimento mas também é uma história de causar inveja em muitos filmes chamados sérios.

Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Robin Wright, Danny Huston, David Thewlis, Connie Nielsen, Elena Anaya | Roteiro: Allan Heinberg | Direção: Patty Jenkins (Monster: Desejo Assassino) | Duração: 141 minutos | 3D: Relevante

Quem cresceu lendo todo o panteão da DC Comics tem todo o motivo para sair feliz da sessão de Mulher-Maravilha. E quem apenas acompanhou os filmes, em todas as encarnações anteriores do resto da Trindade, também. Esse não é um filme apenas importante para fãs; também, sem exageros, é para a história do cinema. Ter uma personagem tão popular e tão bem construída é uma inspiração para tantas garotas e mulheres que se encontram pouco representadas nessa indústria. Por trás da cenas de ação, bate um coração com um mensagem importante e que não deve ser ignorada, trazida através de uma personagem popular para que seja recebida mais facilmente.

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Corpo Fechado | TigreCast #163 | Podcast

Podcast sobre Corpo Fechado (Unbreakable, 2000) do diretor M. Night Shyamalan – o segundo melhor filme do diretor (?). Ouve aí!

Corpo Fechado | TigreCast #163 | Podcast

Now that we know who you are, I know who I am.” – Elijah Price

Qual é o seu segundo filme preferido de M. Night Shyamalan, e por quê é Corpo Fechado (Unbreakable)? Voltamos a falar do cineasta indiano depois de esmiuçar a carreira do diretor, lá atrás, por causa do lançamento de Fragmentado (Split).

Hoje no TigreCast, Tiago Lira (@tiagoplira), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Matheus Des (@matheusdes) falam da abordagem e estética dos quadrinhos usadas pelo diretor, do protagonistas que fogem dos esteriótipos (apesar dessa fonte), como Shyamalan usa movimentos de câmera e cortes para contar a história e a grande questão que nos persegue: qual é o nosso lugar no mundo?

E já peço desculpas pelo áudio do Marcelo – a captação dele teve problemas e tivemos que ficar com o backup do Skype 🙁

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Evereste | Crítica | Everest, 2015, EUA-Reino Unido-Islândia

Everest, 2015

Com Jason Clarke, Josh Brolin, John Hawkes, Robin Wright, Emily Watson, Keira Knightley, Sam Worthington, Jake Gyllenhaal. Roteirizado por William Nicholson (Os Miseráveis) e Simon Beaufoy (Jogos Vorazes: Em Chamas). Dirigido por Baltasar Kormákur (Dose Dupla).

6/10 - "tem um Tigre no cinema"A coisa mais impressionante em Evereste é o seu protagonista. Esqueçam as caras famosas que incham o elenco, e pensem mais na imponente montanha que dá nome ao filme. Carregado de um peso monstruoso, o Evereste pode ser visto como um inimigo a ser vencido ou uma força a ser respeitada, como o diretor Baltasar Kormákur mostra na panorâmica que abre o filme depois de uma curta introdução do inferno gelado que os personagens humanos estão passando. Apesar disso, há inúmeros problemas na produção, que fica mais tempo na memória por suas paisagens impressionantes do que o drama pessoal dos escaladores em si.

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