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Doutor Estranho | Crítica | Doctor Strange, 2016, EUA

Doutor Estranho (2016)

Elenco: Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Rachel McAdams, Benedict Wong, Michael Stuhlbarg, Benjamin Bratt, Scott Adkins, Mads Mikkelsen, Tilda Swinton | Roteiro: Scott Derrickson, C. Robert Cargill | Argumento: Jon Spaihts, Scott Derrickson, C. Robert Cargill | Baseado em: Doutor Estranho (Steve Ditko) | Direção: Scott Derrickson (A Entidade 2)

Doutor Estranho abre a fase mística do Universo Cinemático Marvel apostando em efeitos especiais e no peso do elenco.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Mesmo que a Marvel Studios tenha investido em fórmulas que vão sendo repetidas a cada introdução de um personagem novo nos cinemas é preciso admitir que, de maneira geral, o estúdio tem entregado produções divertidas. Começando com uma fase científica, passando pela cósmica, Doutor Estranho entra de vez no mundo místico desse universo de super-seres. Visualmente impressionante, ainda que certos elementos já tenham sido usados em outras produções, o filme trabalha com pequenos paralelos do universo que participa e, apesar de ser um conto de origens, é dinâmico o suficiente para não cansar a audiência nas quase duas horas de projeção.

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Spotlight: Segredos Revelados | Crítica | Spotlight (2015) EUA

Spotlight

Com Mark Ruffalo, Michael Keaton, Rachel McAdams, Liev Schreiber, John Slattery e Stanley Tucci. Roteirizado por Tom McCarthy e Josh Singer. Dirigido por Tom McCarthy.

Se o jornalismo está morto, eis uma chance de aprender como ressuscitá-lo.

9/10 - "tem um Tigre no cinema"Umas das primeiras declarações em Spotlight: Segredos Revelados mostra o aspecto geral de como as coisas funcionam contra uma instituição tão poderosa quanto a Igreja Católica. Um policial pergunta ao outro que denúncia poderia existir contra um clérigo. Há um pulo de 30 anos. Quantos choros e ranger de dentes marcaram essas décadas? O filme investigativo e um tanto longo de Tom McCarthy vem num momento interessante da profissão, onde qualquer assunto é definido pelas chamadas e listas que conseguem o nosso clique por meio do sensacionalismo. É uma lição de como podemos e devemos fazer mais.

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Nocaute | Crítica | Southpaw, 2015, EUA-China

Southpaw, 2015

Com Jake Gyllenhaal, Forest Whitaker, Rachel McAdams, Naomie Harris, Victor Ortiz, Curtis “50 Cent” Jackson, Miguel Gomez, Oona Laurence. Roteirizado por Kurt Sutter. Dirigido por Antoine Fuqua (Dia de Treinamento).

7/10 - "tem um Tigre no cinema"A vida, essa coisa injusta, está aqui para dar pancada na gente. E filmes de superação não faltam para nos lembrar disso. Nocaute tem muito bons momentos, ótimas atuações e um Antoine Fuqua mostrando que sabe como se portar como diretor. O clichê do tema, tanto visitado em outros filmes, é bem claro e pode ser algum tipo de empecilho para conhecer a obra. Então, não é original, mas pelo menos é empolgante. Com uma virada inesperada e muito melancólica, o filme consegue dar seus próprios passos, ainda que de vez em quando nos lembremos de outro canhoto que também fez sucesso lutando boxe nos anos 1970.

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Te Amarei Para Sempre (The Time Traveler’s Wife, 2009, EUA) [Crítica]

Com Eric Bana, Rachel McAdams, Ron Livingston e Stephen Tobolowsky. Escrito por Jeremy Leven (Don Juan DeMarco) e Bruce Joel Rubin (Ghost – Do Outro Lado da Vida). Baseado no romance de Audrey Niffenegger. Dirigido por Robert Schwentke (Plano de Voo).

Não se deixe levar pela opção brasileira de açucarar o título. O nome original é “A Mulher do Viajante do Tempo”! Nerds de plantão como eu se levaram pelo título original. Suas namoradas/esposas, pelo título brasileiro (nem em Portugal mexeram no título). Foi um risco da distribuidora, e digo que sempre um filme tem que manter seu título original (talvez ache três exceções). Apesar de ser um filme romântico, o título “A Mulher do viajante do tempo” mantém a importância tanto ao viajante Henry (Bana) e Clare (Rachel). E acredito que original à todos. Enfim… Leia mais

Uma Manhã Gloriosa (Morning Glory, 2010, EUA) [Crítica]

Com Rachel McAdams, Harrison Ford, Diane Keaton, Patrick Wilson e Jeff Goldblum. Escrito por Aline Brosh McKenna (O Diabo Veste Prada). Dirigido por Roger Michell (Um Lugar Chamado Nothing Hill). Recém-demitida de um cargo de diretora de um programa matinal na TV americana, Becky Fuller (Rachel) é contratada por outro canal para um outro programa matinal, que tem muitos problemas e pouca audiência. Ela tenta agitar as coisas ao colocar como novo co-âncora: Mike Pomeroy (Ford), um rabugento repórter renomado.

É interessante ver que as comédias perdem seu lugar no cinema. Como elas saem aos montes, assim como novelas, é difícil ver algum filme que se destaque no meio de tanta normalidade. “Uma Manhã Gloriosa” apostou num grande elenco, pegou uma história romântica, mas a deixou a segundo plano, e adicionou as situações da vida moderna de uma workaholic. Essa trinca segura o desenvolvimento do filme, e, apesar de não ser nada de novo, consegue segurar o espectador com um humor inteligente, refinado e que faz a principal tarefa de uma comédia: nos fazer rir.

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