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Kong: A Ilha da Caveira | Crítica | Kong: Skull Island, 2017, EUA

O Rei não está morto! Viva longa ao Rei em Kong: A Ilha da Caveira – que falha no desenvolvimento de alguns personagens, mas diverte.

Kong: A Ilha da Caveira (2017)

Elenco: Tom Hiddleston, Samuel L. Jackson, John Goodman, Brie Larson, Jing Tian, Toby Kebbell, John Ortiz, Corey Hawkins, Jason Mitchell, Shea Whigham, Thomas Mann, Terry Notary, John C. Reilly | Argumento: John Gatins, Dan Gilroy | Roteiro: Dan Gilroy, Max Borenstein, Sevak Anakhasyan | Baseado em: King Kong (Merian C. Cooper, Edgar Wallace) | Direção: Jordan Vogt-Roberts (Os Reis do Verão) | Duração: 118 minutos | 3D: Relevante | Cena Pós-Créditos

Alguns personagens são tão eternos que fica uma ponta de duvida em revisitá-los. Apenas para confirmar que a nostalgia é a onda da vez, Kong: A Ilha da Caveira é tanto uma homenagem ao personagem de 1933 como uma reimaginação do icônico personagem, atualizando questões já defasadas na refilmagem de 1976. É uma produção que abraça a fantasia e aventura desde o princípio, diverte a audiência e levanta o mesmo tema de antes, mas que continua atual: tememos o que não entendemos. Mesmo que tenha alguns clichês, a história subverte temas e nos presenteia com algumas surpresas. Principalmente para os fãs dos clássicos monstros gigantes.

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Godzilla | Crítica | Godzilla, 2014, EUA

Godzilla tem alguns clichês próprios dos filmes de ação, mas essa é a melhor encanação americana do monstro japonês.

Godzilla, 2014

Com Aaron Taylor-Johnson, Ken Watanabe, Elizabeth Olsen, Juliette Binoche, Sally Hawkins, David Strathairn e Bryan Cranston. Argumento de David Callaham. Roteirizado por Max Borenstein, baseado no personagem da Toho. Dirigido por Gareth Edwards.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Quando assisti aos vinte minutos não-sequenciais de Godzilla, tive a impressão que seria um filme à altura da lenda do clássico do monstro que, nas suas inúmeras encarnações, teve bons momentos. Reimaginado para uma nova audiência, esta versão agrada por ter uma história direta, com uma base dramática e muito espaço para a ação. Apesar da falta de originalidade – afinal, é a segunda vez que Gojira chega aos cinemas americanos – e de alguns clichês, o filme se firma com uma direção sólida e com ótimas surpresas. Pode não ser lendário, mas é com certeza monstruoso como o personagem título.

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