Postagens Etiquetadas ‘Mark Strong’

Kingsman: O Círculo Dourado | Crítica | Kingsman: The Golden Circle, 2017, EUA

Kingsman: O Círculo Dourado é uma daquelas produções que é embalada pelo bom nome do filme anterior, mas tem pouco conteúdo.

Kingsman: O Círculo Dourado (Kingsman: The Golden Circle | Review

Elenco: Colin Firth, Julianne Moore, Taron Egerton, Mark Strong, Halle Berry, Elton John, Channing Tatum, Jeff Bridges, Pedro Pascal | Roteiro: Jane Goldman, Matthew Vaughn | Direção: Matthew Vaughn (Kingsman: Serviço Secreto) | Duração: 141 minutos | 3D: Irrelevante

Convenhamos, era praticamente impossível superar a aventura anterior. Mas Kingsman: O Círculo Dourado por pouco não faz um desserviço ao seu predecessor. Apesar de dinâmico, cheio de boas coreografias e até divertido em alguns momentos, a produção exagera no conjunto: seja na duração, na repetição de piadas, das várias viradas de roteiro, no dispensável uso do 3D e até na trilha sonora. Apesar do primeiro filme extrapolar em muitos assuntos, havia um frescor que sabíamos que não seria igualado. Mas na continuação há muitas conveniências que são escondidas pelo ritmo frenético, revelando furos no roteiro e resultando numa verdadeira dor de cabeça.

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Armas na Mesa | Crítica | Miss Sloane, 2016, EUA

Armas na Mesa é um discurso importante sobre o custo de seguir seus princípios e até onde estamos dispostos a ir por eles.

Armas na Mesa (Miss Sloane) 2016

Elenco: Jessica Chastain, Mark Strong, Gugu Mbatha-Raw, Michael Stuhlbarg, Alison Pill, Jake Lacy, John Lithgow, Sam Waterston | Roteiro: Jonathan Perera | Direção: John Madden | Duração: 132 minutos

Seja lá qual for a sua posição sobre o porte de armas, Armas na Mesa é um filme muito interessante, ainda que advogue para um dos lados. Mais uma posição – e não uma propaganda, considerando que os contrários não tem renda que o outro lado tem – é uma história sobre estratégias, jogo sujo e entra em detalhes sórdidos de ditos bastiões da justiça. Tocando em pontos sensíveis – massacres perpetrados por atiradores, a visão quase sagrada da Constituição dos Estados Unidos, dinheiro – a produção segue um caminho fictício para dar voz a uma crescente opinião pública e irá agradar mais os defensores do desarmamento. Para os que não são, pode servir para abrir discussões sobre o assunto.

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Kingsman: Serviço Secreto | TigreCast #83 | Podcast

Podcast sobre Kingsman: Serviço Secreto, um dos filmes mais divertidos de 2015, com Colin Firth, Samuel L. Jackson e Michael Caine, dirigido por Matthew Vaughn

Kingsman: Serviço Secreto | TigreCast | Podcast

I’m a Catholic whore, currently enjoying congress out of wedlock with my black Jewish boyfriend who works at a military abortion clinic. Hail Satan, and have a lovely afternoon madam“. – Harry Hart

Aqui não costumamos fazer muitos programas sobre lançamentos, mas abrimos a exceção para um dos mais divertidos filmes de 2015. Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Matheus Des (@matheusdes) discutem entre sangue e explosões Kingsman: Serviço Secreto (Kingsman: The Secret Service, Dir Matthew Vaughn), com Colin Firth, Samuel L. Jackson, Mark Strong, Michael Caine, Taron Egerton e com participação especial de Mark Hamill, filme que adapta os quadrinhos de Mark Millar e Dave Gibbons.

Conversamos sobre a carreira do diretor, de como ele renovou a franquia X com coragem ao não usar Wolverine, da diversão que os atores tiveram nessa produção que brinca com clichê e foge do senso comum, mas que também tem camadas e uma forte crítica social. Falamos das músicas que dão o tom ao filme, da surpresa que ele foi, da importância do figurino, do vilão com plano de destruição/dominação que faz sentido, do roteiro amarrado, de mulheres fortes, McDonald’s, Product placement e sobre como os fracos herdarão a Terra.

E com SPOILERS liberados. Ouça por sua conta e risco 🙂

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O Jogo da Imitação | Crítica | The Imitation Game, 2014, EUA-Reino Unido

The Imitation Game, 2014

Com Benedict Cumberbatch, Keira Knightley, Matthew Goode, Rory Kinnear, Charles Dance e Mark Strong. Roteirizado por Graham Moore, baseado no livro de Andrew Hodges. Dirigido por Morten Tyldum.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"É para dar uma luz aos detalhes da guerra, fugindo de tiros e explosões, que servem filmes como O Jogo da Imitação. Ao contar as minúcias por detrás de grandes eventos, desvendamos mistérios e entendemos com as peças de jogo complexo se movem por trás da cortina. Além disso, é uma homenagem justa a um gênio, uma retratação necessária e um retrato da natureza humana.

Sinopse oficial

O Jogo da Imitação conta os períodos mais importantes da vida de Alan Turing (Cumberbatch), desde os infelizes anos da adolescência no internato, passando pelo triunfo secreto de sua equipe durante a guerra até a tragédia de sua morte prematura no período pós-guerra, quando foi condenado por ser homossexual e obrigado a tomar injeções de hormônio para não ser preso. Turing inventou a técnica eletromecânica que permitiu a quebra de cerca de 3.000 mensagens de códigos secretos gerados pela máquina alemã Enigma, possibilitou o fim da Segunda Guerra Mundial e deu os primeiros fundamentos para a criação do computador.”

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A Hora Mais Escura (Zero Dark Thirty, 2012, EUA) [Crítica]

"Zero Dark Thirty", 2012

Com Jessica Chastain, Jason Clarke, Joel Edgerton, Mark Strong, Jennifer Ehle, Kyle Chandler e James Gandolfini. Roteirizado por Mark Boal. Dirigido por Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror).

9/10 - "tem um Tigre no cinema"Acredito que nos apaixonamos pelos detalhes. Não nos interessamos por todos os assuntos do mundo, mas quando gostamos de algo, queremos apenas saber além do superficial. É por isso que vários cinéfilos apreciam os extras quando compram ou alugam filmes, ou quando gostamos de um livro e queremos saber mais do autor, seu processo criativo, e o que mais escreveu. E quando Osama bin Laden foi morto, queríamos saber como foi, se era verdade ou não. Mais uma vez trazendo um drama de guerra recente, a diretora Kathryn Bigelow, de “Guerra ao Terror” (The Hurt Locker, 2010), mostra um filme com várias qualidades: intensidade, drama e questionamentos fazem parte de uma direção competente dessa história que tantos ansiavam por conhecer e discutir.

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John Carter – Entre Dois Mundos (John Carter, 2012, EUA) [Crítica]

John Carter – Entre Dois Mundos é um filme que mantém o espírito aventureiro e até simples do original de Edgar Rice Burroughs. Leia a crítica!

John Carter - Entre Dois Mundos

Com Taylor Kitsch, Lynn Collins, Samantha Morton, Mark Strong, Ciarán Hinds, Dominic West, James Purefoy, Bryan Cranston, Daryl Sabara e Willem Dafoe. Roteiro de Andrew Stanton, Mark Andrews e Michael Chabon, baseado no livro de Edgar Rice Burroughs. Dirigido por Andrew Stanton (Wall-E).

“John Carter – Entre Dois Mundos” é um filme de fantasia pura, mantendo os aspectos da época em que foi escrito. O planeta vermelho tem atmosfera e mantém uma temperatura agradável, tão diferente da nossa “chata” realidade. Esse mundo é povoado por dois clãs humanos e por criaturas de quatro braços que estão em guerra entre si. John (Kitsch) é levado para esse mundo por acidente, luta por necessidade, mas não quer escolher lados na batalha. Trazendo ótimos efeitos especiais (ao ponto de você acreditar nas figuras de quatro braços medindo 3,5m), e a música de Michael Giacchino (não inspirado como em “Up – Altas Aventuras”, mas marcante), o filme dura quase 2h20min nos divertindo e não cansando. Existem alguns pontos que rebaixam a produção, principalmente no tocante à tecnologia usada pelos dois povos humanos. No entanto, “John Carter” se sai muito bem dentro da própria proposta, e não merecia o fracasso retumbante que teve nos cinemas dos EUA.

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