Postagens Etiquetadas ‘Keira Knightley’

Evereste | Crítica | Everest, 2015, EUA-Reino Unido-Islândia

Everest, 2015

Com Jason Clarke, Josh Brolin, John Hawkes, Robin Wright, Emily Watson, Keira Knightley, Sam Worthington, Jake Gyllenhaal. Roteirizado por William Nicholson (Os Miseráveis) e Simon Beaufoy (Jogos Vorazes: Em Chamas). Dirigido por Baltasar Kormákur (Dose Dupla).

6/10 - "tem um Tigre no cinema"A coisa mais impressionante em Evereste é o seu protagonista. Esqueçam as caras famosas que incham o elenco, e pensem mais na imponente montanha que dá nome ao filme. Carregado de um peso monstruoso, o Evereste pode ser visto como um inimigo a ser vencido ou uma força a ser respeitada, como o diretor Baltasar Kormákur mostra na panorâmica que abre o filme depois de uma curta introdução do inferno gelado que os personagens humanos estão passando. Apesar disso, há inúmeros problemas na produção, que fica mais tempo na memória por suas paisagens impressionantes do que o drama pessoal dos escaladores em si.

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O Jogo da Imitação | Crítica | The Imitation Game, 2014, EUA-Reino Unido

The Imitation Game, 2014

Com Benedict Cumberbatch, Keira Knightley, Matthew Goode, Rory Kinnear, Charles Dance e Mark Strong. Roteirizado por Graham Moore, baseado no livro de Andrew Hodges. Dirigido por Morten Tyldum.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"É para dar uma luz aos detalhes da guerra, fugindo de tiros e explosões, que servem filmes como O Jogo da Imitação. Ao contar as minúcias por detrás de grandes eventos, desvendamos mistérios e entendemos com as peças de jogo complexo se movem por trás da cortina. Além disso, é uma homenagem justa a um gênio, uma retratação necessária e um retrato da natureza humana.

Sinopse oficial

O Jogo da Imitação conta os períodos mais importantes da vida de Alan Turing (Cumberbatch), desde os infelizes anos da adolescência no internato, passando pelo triunfo secreto de sua equipe durante a guerra até a tragédia de sua morte prematura no período pós-guerra, quando foi condenado por ser homossexual e obrigado a tomar injeções de hormônio para não ser preso. Turing inventou a técnica eletromecânica que permitiu a quebra de cerca de 3.000 mensagens de códigos secretos gerados pela máquina alemã Enigma, possibilitou o fim da Segunda Guerra Mundial e deu os primeiros fundamentos para a criação do computador.”

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Mesmo se Nada der Certo | Crítica | Begin Again

Mesmo se Nada der Certo é um belo filme hollywoodiano, mas com alma indie, e cheio de amor pela música.

Begin Again, 2014

Com Keira Knightley, Mark Ruffalo, Adam Levine, Hailee Steinfeld, James Corden, CeeLo Green, Mos Def e Catherine Keener. Roteirizado e dirigido por John Carney (Once – Apenas Uma Vez).

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Ao ver um casal no pôster de Mesmo se Nada der Certo, você pode chegar à conclusão de que esse é um filme tipicamente romântico. No entanto, o elemento mais poderoso, e que se destaca no clima cálido da imagem, é um violão dentro de um case preto. Mais do que ser sobre a música em si, John Carney encarna mais uma vez na tela o nascimento dela, entre aqueles que gostam de ouvir e sabem fazer. Esse é um filme tão cheio de graça e tão simpático que dá vontade de ver várias vezes.

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Operação Sombra: Jack Ryan | Crítica | Jack Ryan: Shadow Recruit, 2014, EUA

Jack Ryan: Shadow Recruit

Com Chris Pine, Kevin Costner, Kenneth Branagh e Keira Knightley. Roteirizado por Adam Cozad e David Koepp (Homens de Preto 3), baseados na obra de Tom Clancy. Dirigido por Kenneth Branagh (Thor).

7/10 - "tem um Tigre no cinema"Jack Ryan chega à sua quarta encarnação no cinema rodeado por uma nuvem de dúvidas. O personagem criado por Tom Clancy fez sua carreira como um analista, e suas ações raramente chegavam às vias de fato. Nessa produção, o diretor Kenneth Branagh mantém um pouco dessa característica, e moderniza a história de Ryan ao inserir mais ação para um público ávido por ela. Não é uma total distorção da espírito original dos livros, e também não é um filme de ação com alguma novidade. Faz bem o serviço, mas há a sensação de que poderia ter sido mais.

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Um Método Perigoso (A Dangerous Method, 2011, Canadá) [Crítica]

Com Viggo Mortensen, Michael Fassbender, Keira Knightley , Sarah Gadon e Vincent Cassel. Roteiro de Christopher Hampton, baseado em seu livro e na peça de John Kerr. Dirigido por David Cronenberg (Senhores do Crime).

Sigmund Freud e Carl Jung são os personagens mais importantes da psicanálise, e não importa o seu ramo de atuação, você já ouviu falar desses nomes. As frustrações do homem moderno foram destrinchadas por esses dois senhores e muitos acreditam que o conhecimento de suas obras é essencial. Como leigo que sou, ao assistir “Um Método Perigoso” tive a impressão que a personalidade dos dois foi apenas pincelada e que faltou profundidade. E apesar disso não fazer mal ao filme, o torna apenas razoável. É certo que entrar mais profundamente nas nuances do pensamento freudiano ou jungiano deixaria a trama arrastada (algo que Cronenberg fez em “Spider – Desafie a sua Mente”, de 2002), mas o diretor tem competência para isso. As qualidades do filme passam pelo ótimo trabalho vocal do trio principal e todos atuando muito bem. E apesar de algumas decisões de como o diretor usou para contar a história não cansar, parece que podia ser feito de outro jeito, um pouco mais poético.

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