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O Enigma de Outro Mundo | TigreCast #116 | Podcast

Podcast sobre O Enigma de Outro Mundo (1982), dirigido por John Carpenter que conta no elenco com o badass Kurt Russell. Ouve aí!


O Enigma de Outro Mundo | Podcast

Yeah, fuck you too!” – MacReady

Estamos comemorando 4 anos de site, e por isso vamos revisitar um pouco da nossa história.

Numa época em que outro alienígena apareceu cheio de luzes e boas intenções, John Carpenter revisitou um conto dos anos 1950 – que já tinha sido adaptado antes – em 1982 para mostrar uma ficção científica com uma grande pegada no terror: O Enigma de Outro Mundo (The Thing) com Kurt Russell e Keith David no elenco.

Nesse podcast Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982) e Andrei Fernandes (@AndreiZilla) conversam sobre a carreira de Carpenter e de Russel (e rapidamente sobre os coadjuvantes), efeitos práticos, sobre quem poderia estar no projeto – Clint Eastwood chegou a ser cotado! – medos e terrores, enquanto descobrimos mais e mais camadas desse filme que o diretor considera o primeiro da Trilogia do Apocalipse.

E, como sempre, SPOILERS liberados!

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O Enigma do Outro Mundo (The Thing, 1982, EUA) [Crítica]

Com Kurt Russel e Richard Masur. Escrito por Bill Lancaster e dirigido por John Carpenter (Halloween). Baseado num livro de John W. Campbell, Jr. (Who Goes There?). Na imensidão branca da Antártida m grupo americano de pesquisas encontra dois membros noruegueses de outro grupo tentando matar um Huskie que corre pelo gelo. Os dois são mortos pelo perigo que representavam. Ao verificar o campo de pesquisa norueguês, os americanos descobrem que alguma coisa foi retirada do gelo; algo que estava congelado por mais de 50 mil anos.

Quando estava assistindo, percebi que esse é um daqueles filmes de que se fala muito, mas nunca vi inteiro. Acho que foi bom, pois vi sem grandes referências. 29 anos se passaram, e o filme me surpreendeu. Em partes, pelo menos. A história é crível, e Kurt Russel continua o badass de sempre. Apesar da instalação ser grande, ninguém pode ir muito longe. Esse isolamento se soma à peculiaridade da “coisa”, fazendo a tensão e a desconfiança crescer exponencialmente. Em quem confiar, a não ser em si mesmo? Mas aí reside a primeira falha do filme. O perigo é constante e palpável, a ponto de se desconfiar da própria sombra. A regra básica, repetida uma vez atrás da outra, é “ninguém se separa do grupo”. Que adianta falar isso se duas cenas depois o grupo se separa? É um grupo idiota, mas sem isso a desconfiança não cresceria.

Com a fantástica trilha sonora de Ennio Moricone (que, entre outras trilhas, escreveu para A Trilogia dos Dólares) é eterna. E diria que supera o roteiro do filme, apesar de não dar pra separar as duas coisas.

E, infelizmente, o filme peca em seus cinco minutos finas: nos efeitos especiais, o design total da criatura e a (rápida) solução encontrada. Isso me passou uma expectativa de que viria alguma coisa depois dos créditos.

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