Postagens Etiquetadas ‘Jeremy Irons’

Assassin’s Creed | Crítica | Assassin’s Creed, 2016, EUA

Infelizmente, Assassin’s Creed não rompe a barreira da qualidade do mundo dos games para o cinema. E esse não é o único problema da produção.

Assassin’s Creed

Elenco: Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons, Brendan Gleeson, Charlotte Rampling, Michael K. Williams | Roteiro: Michael Lesslie, Adam Cooper, Bill Collage | Baseado em: Assassin’s Creed (Ubisoft) | Direção: Justin Kurzel (Macbeth: Ambição e Glória) | Duração: 116 minutos

4/10 - "tem um Tigre no cinema"A intenção dos produtores de Assassin’s Creed fica bem clara na transposição do famoso game para o cinema: aproveitar um das mais franquias mais famosas do mundo para fazer a sua própria. E quando se pensa exclusivamente nesse sentido mercadológico o resultado é medíocre. Para a crítica pouco importa se a transposição de uma mídia para outra é fiel – e em muitos elementos não é –, mas pegar uma ideia para espremê-la na intenção de tirar algum lucro só funcionaria com bons elementos. E existem poucos nessa narrativa que se não está cansando a audiência, esta pouco se importando com o desenvolvimento e motivação dos personagens.

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Batman vs Superman: A Origem da Justiça | Crítica | Batman v Superman: Dawn of Justice (2016) EUA

Com várias inconsistências e falta de equilíbrio, Batman vs Superman: A Origem da Justiça se salva por ser um diamante em estado bruto, precisando de lapidação.

Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Com Henry Cavill, Ben Affleck, Amy Adams, Jesse Eisenberg, Diane Lane, Laurence Fishburne, Jeremy Irons, Holly Hunter, Gal Gadot. Roteirizado por Chris Terrio, David S. Goyer. Dirigido por Zack Snyder.

7,5 - "tem um Tigre no cinema"Para entender melhor essa produção, digamos que Batman vs Superman: A Origem da Justiça é um diamante bruto: valioso, mas que merecia ser melhor lapidado. Ao mesmo tempo, é um evento que merceia todos os holofotes simplesmente por ter aquilo que os fãs conhecem como “A Trintade” na tela. E isso é enorme e, sem exageros, épico. Porém, é necessário analisar o que os responsáveis dos filmes quiseram nos mostrar entre histórias e signos, deixando de lado a memória afetiva e a expectativa, nos posicionando entre acertos e erros na aventura do Morcego de Gotham e o Semi-Deus de Metrópolis.

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Dezesseis Luas (Beautiful Creatures, 2013, EUA) [Crítica]

Dezesseis Luas é um filme mediano que tem pontos divertidos e mistura bons e maus efeitos especiais. Mas o que faz cair a nota para o patamar mediano é o seu final covarde.

Dezesseis Luas

Com Alden Ehrenreich, Alice Englert, Jeremy Irons, Viola Davis, Emmy Rossum, Thomas Mann e Emma Thompson. Roteirizado por Richard LaGravenese, baseado no romance de Kami Garcia e Margaret Stohl. Dirigido por Richard LaGravenese (PS: Eu te Amo).

5/10 - "tem um Tigre no cinema"Me pergunto qual é a necessidade de obras se afirmarem como novo isso, ou o novo aquilo. Fora questões mercadológicas, a história funcionar por si só deveria ser chamariz suficiente. E isso quer dizer que “Dezesseis Luas” tem algo de original? Só se você contar a inversão de papeis, onde a mulher aparece forte e controladora, e seu par romântico ser um rapaz submisso. Basicamente, é um filme mediano que tem pontos divertidos e mistura bons e maus efeitos especiais. Mas o que faz cair a nota para o patamar mediano é o seu final covarde.

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As Palavras (The Words, 2012, EUA) [Crítica]

As Palavras é comparado como a versão dos livros para A Origem (Inception), lidando com histórias dentro de histórias.

Com Bradley Cooper[bb], Olivia Wilde[bb], Zoe Saldana[bb], Jeremy Irons[bb], Ben Barnes, Dennis Quaid[bb] e Nora Arnezeder. Roteirizado e dirigido por Brian Klugman e Lee Sternthal.

Você provavelmente vai ouvir por aí que “As Palavras” é “A Origem” (Inception, 2010) dos livros. É verdade que a trama lida com histórias dentro de outras histórias, mas diferente da ficção científica de Nolan, umas não interferem nas outras. E nem teria motivo para isso. O filme passa por três momentos distintos, sendo as mais interessantes as duas que são contadas por meio do escritor “real”. A sub-trama se torna muito mais interessante que o resto em volta, e é de se questionar o motivo dos roteiristas/diretores contarem a história por meio de um intermediador. Ao criar protagonista que não existe, por assim dizer, Klugman e Sternthal criam um conto sobre o apego às palavras que nos fascinam e nos aprisionam, mas que se perde ao introduzir na tela personagens que só servem para representar o espectador, e não são afetados pelas decisões do protagonista.

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