Postagens Etiquetadas ‘Giancarlo Esposito’

Esta é a Sua Morte: O Show | Crítica | This is Your Death, 2017, EUA

Esta é a Sua Morte: O Show trata de um tema sensível, mas é preciso se perguntar se uma abordagem dessas beira o perigoso.

Esta é a Sua Morte: O Show | Crítica

Elenco: Josh Duhamel, Famke Janssen, Giancarlo Esposito, Sarah Wayne Callies, Caitlin Fitzgerald | Roteiro: Kenny Yakkel, Noah Pink | Direção: Giancarlo Esposito | Duração: 104 minutos

Dizer apenas que o ódio intolerável está demolindo a nossa sociedade não parece ser mais suficiente para Esposito e eis a motivação para o desenvolvimento que aborda um tema delicado como suicídio de maneira tão pesada em Esta é a Sua Morte: O Show. Enquanto faz uma crítica já comum aos reality shows, o diretor tenta também decifrar o fascínio que espectadores tem desde muito tempo – apesar da explosão no fim dos anos 1990 e o começo dos anos 2000 – em presenciar uma realidade passivamente, como grandes voyeurs de uma sociedade que parece tão perdida ao ponto de preferir à vida dos outros em detrimento da própria.

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Jogo do Dinheiro | Crítica | Money Monster, 2016, EUA

Em Jogo do Dinheiro a diretora Jodie Foster dá as rédeas da trama às mulheres, enquanto explica como é sujo o mundo financeiro.

Jogo do Dinheiro (2006)

Com George Clooney, Julia Roberts, Jack O’Connell, Dominic West, Caitriona Balfe, Giancarlo Esposito. Roteirizado por Alan Di Fiore, Jim Kouf, Jamie Linden. Dirigido por Jodie Foster.

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Você é um fracassado: é isso que a mídia quer te fazer acreditar e que tudo se resolveria com roupas de marca ou a compra de um carro. Dizem os economistas que 99% de nós nadam entre tubarões. Em Jogo do Dinheiro a diretora Jodie Foster nos mostra uma nação inescrupulosa, midiática, imediatista e iludida. Além do óbvio contexto socioeconômico, ela nada entre seus próprios predadores, numa Hollywood que dá poucas chances às mulheres na direção e em papeis de destaque. Então ela subverte contextos, alguns poderiam até dizer exageradamente, mas se você pensar o quanto papeis femininos foram relegados a secretárias bonitas, é justificado.

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Mogli – O Menino Lobo | Crítica | The Jungle Book,2016, EUA

A nova roupagem de Mogli – O Menino Lobo é um deslumbre visual e não se esquece de suas raízes.

Mogli - O Menino Lobo (2016)

Com Neel Sethi, Bill Murray, Ben Kingsley, Idris Elba, Lupita Nyong’o, Scarlett Johansson, Giancarlo Esposito, Christopher Walken. Roteirizado por Justin Marks, baseado na obra de Rudyard Kipling. Dirigido por Jon Favreau (Homem de Ferro).

8/10 - "tem um Tigre no cinema"A história de menino criado por lobos é um tanto universal, vide Rômulo e Remo. E depois de tanto tempo da clássica animação de 1967 – e vamos fazer de conta que o filme de 1994 não existiu – Mogli – O Menino Lobo está de volta mais deslumbrante do que nunca, numa narrativa leve e rápida. Vindo na esteira de outros clássicos animados que foram adaptados ao live action, esse é a primeira produção do estilo que se destaca depois das duas últimas tentativas da Disney. E mantém o espírito infantil com alguns elementos mais sombrios, nem tão pensada para as crianças e nem tão pesada para que elas não possam curtir.

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Maze Runner: Prova de Fogo | Crítica | Maze Runner: The Scorch Trials, 2015, EUA

Maze Runner: Prova de Fogo é um filme bem menos interessante que o seu predecessor, que já não era um filme empolgante. Leia a crítica!

Maze Runner: The Scorch Trials, 2015

Com Dylan O’Brien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Dexter Darden, Nathalie Emmanuel, Giancarlo Esposito, Alexander Flores, Aidan Gillen, Ki Hong Lee, Jacob Lofland, Barry Pepper, Rosa Salazar, Lili Taylor, Alan Tudyk e Patricia Clarkson. Roteirizado por T.S. Nowlin, baseado na obra de James Dashner. Dirigido por Wes Ball (Maze Runner: Correr ou Morrer).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Existem muitos problemas nessa continuação. Seja linhas de roteiro, clichês ou conveniências, você vai encontrar tudo isso em Maze Runner: Prova de Fogo. É provável que a jovem audiência desse (outro) futuro distópico seja menos conhecedor desses elementos, mas não justifica o seu exacerbado uso. Ainda que segure o ritmo, poderia ser ligeiramente mais enxuto. No festival de erros, o que piora a segunda parte que termina sem fechar o próprio ciclo, fica a sensação de que há pouquíssimo para ser contada na já programada continuação. O que já deixará o espectador com um enorme pé no freio, prejudicando desde já o futuro.

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