Postagens Etiquetadas ‘Filmes de 2011’

X-Men: Primeira Classe | TigreCast #134 | Podcast


"Mutant and Proud!" - Raven/Mística

Mutant and Proud!” – Raven/Mística

Pelo menos por um bom tempo, não tem como escaparmos deles: os filmes de super-heroi se tornou um gênero e na onda do lançamento do mais novo filme da franquia X, viajamos para 2011 e X-Men: Primeira Classe (X-Men: First Class), dirigido por Matthew Vaughn, contando no elenco com James McAvoy, Michael Fassbender, Kevin Bacon, Rose Byrne, Jennifer Lawrence e Nicholas Hoult.

Tiago Lira (@otigre1982) e Matheus Des (@matheusdes) comentam a filmografia de 2011, carreira dos atores e atrizes desse filme que resultou numa nova geração para os alunos do Professor Xavier sem faltar com respeito ao original.

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Intocáveis (Intouchables, 2011, França) [Crítica]

Com François Cluzet, Omar Sy, Audrey Fleurot, Clotilde Mollet, Alba Gaïa Kraghede Bellugi, Cyril Mendy e Anne Le Ny. Roteirizado e dirigido por Olivier Nakache e Éric Toledano.

É interessante que o nome “Intocáveis” tenha um efeito totalmente oposto na audiência. Quero dizer, é impossível não ficarmos tocados pela história intimista, cheia de esperança e engraçada envolvendo um tetraplégico e seu nada convencional cuidador. Baseado (levemente, como podemos ver nos créditos finais) em uma história real, a dupla de roteiristas/diretores nos trazem um filme que não faz mal a ninguém e que, apesar de começar por causa de dramas pessoais, não se deixa levar por isso. Ao contrário, nos faz rir. E muito.

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[TigreCast] #002 – Trilhas Sonoras do Oscar 2012

Bem-vindos à 2ª edição do TigreCast. Se você perdeu a transmissão pelo Portal São Paulo Digital, pode conferir aqui.

Nessa edição, meu convidado é o músico e Mestre em música Marcio Guedes (site), e falamos das Trilhas Sonoras indicadas ao Oscar 2012: “O Espião que Sabia Demais” (Alberto Iglesias); “Cavalo de Guerra” e “As Aventuras de Tintim” (John Williams), “A Invenção de Hugo Cabret” (Howard Shore”) e “O Artista” (Ludovic Bource).

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[Críticas dos filmes comentados]
Cavalo de Guerra
As Aventuras de Tintim
A Invenção de Hugo Cabret
O Artista

[Estreias da semana]
A Arte da Conquista
Além da Liberdade
Aqui é o meu Lugar | Crítica
Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Crítica
Beija-me Outra Vez
Juntos Para Sempre
O Ladrão de Luz

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Aqui é o Meu Lugar (This Must Be The Place, 2011, Itália-França-Irlanda) [Crítica]

Com Sean Penn, Frances McDormand, Judd Hirsch, Eve Hewson, Kerry Condon e David Byrne. Roteirizado por Paolo Sorrentino e Umberto Contarello. Dirigido por Paolo Sorrentino (Il Divo).

“Aqui é o meu lugar” nos traz um Paolo Sorrentino um tanto perdido, um Sean Penn travestido, mas não irreconhecível, um clima muito melancólico, uma história comovente,  e com alguns diálogos dignos de nota. Ainda em algum lugar, o filme consegue se transformar de um cenário onde a depressão tomaria conta para virar um road movie. Com personagens secundários tão perdidos quanto certos momentos da direção, a bagunça prejudica o filme, e  os seus traços de emoção e o espaço para pequenas doses de comédia tentam equilibrar os erros.

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A Centopeia Humana 2 (The Human Centipede II – The Full Sequence, 2011, Austrália) [CC#001]

Estreando no blog a seção “Críticas Curtas” (#CC), onde vou postar pequenos comentários de filmes que vi, e que não estão mais nos cinemas. Espero que gostem. Pena que a primeira postagem é um bomba. E atenção que o texto contem SPOILERS. Mas, pensem desse jeito: eu vou poupar vocês de uma hora e meia de sofrimento.

“A Centopeia Humana 2” parecia um filme interessante nos primeiros minutos: a fotografia preto-e-branco evocativa de filmes de terror antigos, a homenagem ao gênero com traços de “Psicose” (“Psycho”, 1960) na relação problemática de mãe e filho, e a bizarra escolha do personagem em forma de pêra Martin (Laurence R. Harvey). Mas acaba por aí.

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Um Método Perigoso (A Dangerous Method, 2011, Canadá) [Crítica]

Com Viggo Mortensen, Michael Fassbender, Keira Knightley , Sarah Gadon e Vincent Cassel. Roteiro de Christopher Hampton, baseado em seu livro e na peça de John Kerr. Dirigido por David Cronenberg (Senhores do Crime).

Sigmund Freud e Carl Jung são os personagens mais importantes da psicanálise, e não importa o seu ramo de atuação, você já ouviu falar desses nomes. As frustrações do homem moderno foram destrinchadas por esses dois senhores e muitos acreditam que o conhecimento de suas obras é essencial. Como leigo que sou, ao assistir “Um Método Perigoso” tive a impressão que a personalidade dos dois foi apenas pincelada e que faltou profundidade. E apesar disso não fazer mal ao filme, o torna apenas razoável. É certo que entrar mais profundamente nas nuances do pensamento freudiano ou jungiano deixaria a trama arrastada (algo que Cronenberg fez em “Spider – Desafie a sua Mente”, de 2002), mas o diretor tem competência para isso. As qualidades do filme passam pelo ótimo trabalho vocal do trio principal e todos atuando muito bem. E apesar de algumas decisões de como o diretor usou para contar a história não cansar, parece que podia ser feito de outro jeito, um pouco mais poético.

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A Separação (Jodái-e Náder az Simin, 2011, Irã) [Crítica]

Com Leila Hatami, Peyman Moaadi, Shahab Hosseini, Sareh Bayat e Sarina Farhadi. Roteiro e Direção de Asghar Farhadi.

Sempre tive dificuldades com o cinema iraniano: pela cultura e principalmente pela língua. E os (poucos) temas que vi anteriormente nunca me chamaram a  atenção para me fazer ir atrás de outros filmes. “A Separação” não muda essas questões, mas se sai agradavelmente bem ao tratar do tema do divórcio (tão comum para os ocidentais) na cultura patriarcal do Irã. A tradução literal do filme é “A Separação de Náder de Simin”, e todo o filme roda em volta desse fato, passando por momentos tristes, de dúvidas e tragédias. A discussão de até onde a decisão de duas pessoas pode afetar a vida de tantas outras se mistura com o papel do homem e da mulher no Irã moderno. E isso nos traz um história sensível e com vários pontos de vista sobre o que é justo. Uma bela obra, que ganhou o Oscar 2012 de melhor filme estrangeiro.

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Drive (Drive, 2011, EUA) [Crítica]

Com Ryan Gosling, Carey Mulligan, Bryan Cranston, Christina Hendricks, Ron Perlman, Oscar Isaac e Albert Brooks. Roteiro de Hossein Amini, baseado no livro de James Sallis. Dirigido por Nicolas Winding Refn.

Quando vi o trailer de “Drive” passou pela cabeça foi que seria um “Velozes e Furiosos com cérebro”. É isso e bem mais. “Drive” consegue manter o foco no desenvolvimento dos personagens sem esquecer das cenas de ação. Durante esse desenvolvimento, o filme dá um virada interessante que, apesar de anunciada, vai ter surpreender pela rapidez e a falta de misericórdia. O clima de ação, misturado com um ar noir e o roteiro criam um clima que dificilmente vai deixá-los desapontados. É tudo bem feito, passando pela atuação até os quesitos mais técnicos. E só perde pontos pelos seus dois minutos finais. Não destroem o filme, mas deixa aquela pergunta no ar de “por quê?”

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A Invenção de Hugo Cabret (Hugo, 2011, EUA) [Crítica]

Com Ben Kingsley, Asa Butterfield, Chloë Grace Moretz, Sacha Baron Cohen, Emily Mortimer, Jude Law e Christopher Lee. Escrito por  John Logan (Rango), baseado no livro de Brian Selznick. Dirigido por Martin Scorsese (O Aviador).

A expectativa era grande. “Hugo” é uma grande homenagem ao cinema. Ver na tela Georges Méliès, suas criações e ideias serem apresentadas para um novo público é emocionante para qualquer cinéfilo. E nesse clima nostálgico, o grande diretor Scorsese nos leva para a Paris do começo dos anos 1930 numa tentativa de fazer um filme infantil.  Tem momentos comoventes, mas o roteiro é tão previsível e com poucos momentos marcantes que essa reverência ao cinema clássico se sobrepõe à história do personagem principal, enquanto o ideal seria encontrar um equilíbrio. Com personagens paralelos e alívios cômicos que parecem fora de lugar, “Hugo” não deve ficar muito tempo na memória dos espectadores. É um filme que será lembrado mais pela sua perfeição visual e técnica, com seu encantador 3D na sua profundidade de campo do que outros filmes que souberam explorar mais o emocional. Ganhou os Oscar de “Melhor Fotografia”, “Melhor Direção de Arte”, “Melhores Efeitos Especiais”, “Melhor Edição de Som” e “Melhor Mixagem”.

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Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud and Incredibly Close, 2011, EUA) [Crítica]

Com Tom Hanks, Sandra Bullock, Thomas Horn, Max von Sydow, Viola Davis, John Goodman, Jeffrey Wright e Zoe Caldwell. Roteiro de Eric Roth (Forest Gump), baseado no livro de Jonathan Safran Foer. Dirigido por Stephen Daldry (Billy Eliot).

“Tão Forte e Tão Perto” é um filme que poderia ser muito melhor do que é. A presença de Hanks, Bullock e Sydow, do roteirista de “Forest Gump” e do diretor de “Billy Eliot” trouxeram peso para a história trágica de um garoto que perde o pai nos ataques de 11 de setembro e depois disso se arrisca numa aventura. Infelizmente, o roteiro raso, e o uso insistente e constante de narrações em off “for dummies” (explicam o que não precisa, e deixam de fazer quando precisa) estragam a experiência. E nem posso dizer a questão de ser insensível aos eventos (leiam a minha crítica de “Voo United 93“) ou pela perda de pessoas queridas, pois não sou imune à emoção de outros.

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O Homem que Mudou o Jogo (Moneyball, 2011, EUA) [Crítica]

Com Brad Pitt, Jonah Hill e Philip Seymour Hoffman. Argumento de Stan Chervin. Roteiro de Steven Zaillian (A Lista de Schindler) e Aaron Sorkin (A Rede Social), baseado no livro de Michael Lewis. Dirigido por Bennett Miller (Capote).

Baseball nunca foi o esporte preferido dos brasileiros. Mas isso não deve ser impedimento para que vocês assistam à esse filme. Numa escolha muito inteligente, Zaillian, Sorkin e Miller produzem uma história interessante e envolvente, mesmo não entendendo os números, as posições e o sistema de pontuação do baseball. O drama envolvendo os Oakland A’s funciona por acompanharmos o ponto de vista do manager do time, Billy Beane (Pitt), sua angústia e paixão pelo esporte. E a decisão de não fazer um filme como se fosse um documentário, mas sim criar uma boa história (alternado com filmagens reais do time) constroem uma grata surpresa, e uma das melhores atuações de Brad Pitt.

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O Artista (The Artist, 2011, França) [Crítica]

Com Jean Dujardin, Bérénice Bejo, Uggie, John Goodman e James Cromwell. Escrito e dirigido por Michel Hazanavicius (Agente 117 – Uma Aventura no Cairo).

Não perca este filme de cinema. De verdade, é uma grande homenagem ao cinema. Todo o cuidado com para parecer que foi feito na época, a metalinguagem empregada enquanto vimos filmes dentro do filme e a coragem de fazê-lo mudo e comercial (porque filmes mudos em si não deixaram de ser produzidos), fazem de “O Artista” um dos melhores de 2011. A comédia romântica tem todos as boas peculiaridades de um grande filme, alternando momentos de riso, de doçura e de pequenos dramas, assim como é a vida.

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