Postagens Etiquetadas ‘Filmes de 2008’

O Incrível Hulk e Thor | TigreCast #172 | Podcast

Depois da estreia de Ragnarok, conversamos das primeiras aparições de Hulk e Thor no Universo Cinemático Marvel no podcast. Ouve aí!

O Incrível Hulk e Thor | TigreCast #172 | Podcast

Já faz algumas semanas que Thor: Ragnarok estreou, então vamos voltar um pouco no tempo para lembrar como esses titãs do Universo Cinemático Marvel começaram na tela grande com O Incrível Hulk (The Incredible Hulk, 2008, Louis Leterrier) e Thor (Thor, 2011, Kenneth Branagh).

Tiago Lira (@tiagoplira), Cliff (@caradosgibis) e Marcelo Paradella (@bolapucc) lembram o caminho que o gigante esmeralda levou para chegar nessa versão, porque ainda não tivemos outro filme solo dele, as grandiosas cenas de ação, as homenagens à série de TV com Bill Bixby e Lou Ferrigno, do intrometido Edward Norton e como ele perdeu o papel para Mark Ruffalo. Também voltamos para Asgard e lembrar do carnaval que era a morada dos deuses nórdicos onde temos ângulos holandeses, do carisma de Chris Hemsworth e Tom Hiddleston, da dedicação aos papeis de Anthony Hopkins e mais detalhes desses filmes que fazem parte de um começo entrelaçado do Marvel Studios.

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Wall•E | TigreCast #137 | Podcast

Podcast sobre Wall•E, animação da Pixar de 2008. Ouve aí!

Wall•E | TigreCast #137 | Podcast

Wall•E!”

No verão de 1994, um grupo de mentes criativas estava almoçando e discutindo suas ideias. Toy Story, de 1995, estava quase pronto. E ali eles começaram a pensar nos seus próximos projetos. Na conversa informal, saíram várias ideias que eventualmente se tornariam Vida de Inseto (de 1998), Monstros S.A (2001), Procurando Nemo (2003)… e a última história que aqueles colegas conversaram foi sobre um robozinho chamado… WALL•E.

Tiago Lira (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli), Matheus Des (@matheusdes) e o estreante Thiago Damasceno falam da carreira de Andrew Stanton, Pete Docter e Jim Reardon – gente que faz a Pixar acontecer. Mencionamos também o envolvimento do designer de som Ben Burtt, do diretor de fotografia Roger Deakins e vamos além do tema ecológico, discutindo sobre o que nos faz humanos, leis da robótica dessa que é uma das mais adoráveis animações de todos os tempos.

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Cloverfield | TigreCast #132 | Podcast

Podcast sobre Cloverfield (2008), filme dirigido por Matt Reeves. Um mockumentary que deu um novo monstro ao cinema americano. Ouve aí!

Cloverfield | TigreCast 132 | Podcast

It’s like a nightmare!” – Rob

Vamos falar de monstros, já que ha tantos por aí a fora… Voltamos para 2008 para visitarmos o querido Clovie em seu Cloverfield: Monstro (Cloverfield), filme dirigido por Matt Reeves e roteirizado por Drew Goddard.

Nesse podcast, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982) e Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) relembram o estilo mockumentary, carreira do diretor e elenco – que praticamente sumiu dos cinemas -, a influência de J.J. Abrams, do peso do 11 de setembro, como elementos da jornada do herói e outras técnicas do cinema foram usadas de maneira diferente, a visão humana e a nossa necessidade de registrar tudo.

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Trovão Tropical | TigreCast #92 | Podcast

Tropão Tropical | Podcast

Everybody knows you never go full retard” – Kirk Lazarus

Pois é, ouvintes. Nem só de anos 1970 vive o cinema, e por isso vamos conversar sobre a sátira cômica de Trovão Tropical (Tropic Thunder), filme de 2008 dirigido e estrelado por Ben Stiller, e que conta no elenco com Robert Downey Jr., Jack Black, Jay Baruchel, Brandon T. Jackson e com loucas participações de Nick Nolte, Matthew McConaughey e Tom Cruise.

Nesse podcast de hoje Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Matheus Des (@matheusdes) conversam sobre a década de 2000 e a influência do 11 de setembro no cinema, metalinguagem, da versatilidade de Ben Stiller, das controvérsias do filme e como Hollywood é escancarada enquanto descobrimos que a produção vai além de uma comédia cheia de palavrões e do politicamente incorreto.

E atenção: há spoilers do começo ao fim!

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A Partida (Okuribito ou おくりびと, 2008, Japão) [Crítica]

Com Masahiro Motoki, Ryoko Hirosue, Kazuko Yoshiyuki e Tsutomu Yamazaki. Escrito por Kundo Koyama. Dirigido por Yōjirō Takita.

Muitos temem a morte. Pelo medo do desconhecido, saber que o destino que os espera não é dos melhores, ou pelo simples fato do ser o fim. Mas a preocupação dos que se foram acaba, e é a missão dos que ficam de cuidar dos receptáculos daqueles que partiram. “A Partida” mostra a morte como ela é: algo natural e que não deve ser negada ou esquecida e a difícil tarefa dos profissionais que trabalham como agentes funerários (no Japão, “nokanshi”). Com lindas paisagens, uma trilha sonora com toques clássicos e uma história com muito sensibilidade, o filme se firma como uma grata surpresa do cinema oriental. Leia mais

Deixa ela entrar (Låt den rätte komma in, 2008, Suécia) [Crítica]

Com Kåre Hedebrant, Lina Leandersson, Per Ragnar e Henrik Dahl. Escrito por John Ajvide Lindqvist,baseado em seu próprio romance. Dirigido por Tomas Alfredson. Na gelada Estocolmo de 1982, o garoto Oskar (Hedebrant) vive com a mãe e tem problemas na escola por ser vítima de bullying. Ele conhece Eli (Lina) uma garota reservada como ele. Ao mesmo tempo em que ocorre um assassinato cruel nos arredores de onde eles moram.

Atenção: a crítica tem alguns spoilers! Leia mais

O Reino Proibido | Crítica | The Forbidden Kingdom, 2008, China-EUA

Uma crítica curta ao filme O Reino Proibido, que reúne no elenco dois mestres das artes marciais do cinema: Jack Chan e Jet Li.

O Reino Proibido

Com Jackie Chan, Jet Li e Michael Angarano. Escrito por John Fusco (Young Guns) e baseado no conto de Wu Cheng’en. Dirigido por Rob Minkoff (O Rei Leão). Um adolescente americano viciado em filmes de arte-marciais orientais compra vários filmes de uma loja de penhores em Chinatown e tem amizade com o dono. Quando alguns marginais o usam para entrar na loja com o intuito de roubá-la, o velho chinês dono da loja é baleado. Então entrega a Jason um bastão e diz que ele deve entregá-lo ao verdadeiro dono. Jason é seguido pelos marginais até o topo de um prédio, de onde cai. Ao acordar, ele está na China antiga. Lá ele conhece um andarilho, que lhe conta a história do Rei Macaco, o dono do bastão.

Às vezes uma palavra nos aparece na mente: Crossover! Sim, uma tática corriqueira nos quadrinhos e que começou a ser usada no cinema mais recentemente. Não foi uma ótima ideia  juntar Freddie Krueger e Jason, ou Alien e Predador, mesmo que os filmes não tenham sido grande coisa?…e por que não Jackie Chan e Jet Li? Só por isso, o filme chamou a minha atenção. Leia mais

Primer (Primer, 2004, EUA) [Crítica]

Primer é um é um verdadeiro marco nas histórias de viagem no tempo, um filme que tem que ser assistido com atenção e mais de uma vez. Leia a crítica!

Com Shane Carruth e David Sullivan. Escrito e dirigido por Shane Carruth. Dois físicos trabalham juntos em um projeto quando, acidentalmente, criam uma máquina do tempo.

Partindo do princípio de que vários avanços científicos foram descobertos por acidente, “Primer” pega um tema que já foi usado centenas de vezes e nos dá uma visão científica do caso. Mas é tão científico e tão detalhista que você vai ficar metade do tempo perdido nas explicações. Eu vi sem legendas, e tive partes em que voltei duas ou três vezes para pegar o que estava acontecendo. A relação entre os amigos vai mudando ao longo do curto filme, passando por dúvidas éticas, filosóficas e da física. A premissa é “e se funcionasse”, que depois passa para um “o que poderia dar errado”. No final, se você não for um físico/matemático, seus olhos vão ficar tortos e seu cérebro vai ter um nó. O melhor do filme é que o valor investido (US$ 7 mil) não dá um ar de algo mal-feito nem mal-atuado. Além disso mexe com questões do dia-a-dia, ao que você se pergunta se faria como eles. Apesar de competente, não é um primor de direção, e o ritmo podia ser mais simples para a mentes mais limitadas, como a minha, entenderem. Prepare-se para muitas viagens, dúvidas quânticas, dimensões paralelas e como tudo isso vai afetar os personagens e pra dizer, várias vezes, “eu não entendi”. Premiado em Sundance, é um filme crânio. Talvez até demais. “Primer” não foi lançado no Brasil, nem em festivais, pelo que eu sei. Só se pode adquirir DVD importado, que está bem caro e fora dos padrões do preço da mídia.

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