Postagens Etiquetadas ‘Angourie Rice’

O Estranho Que Nós Amamos | Crítica | The Beguiled, 2017, EUA

Sophia Copolla muda o ponto de vista original de O Estranho Que Nós Amamos para entregar uma mensagem poderosa, mesmo que seja óbvia.

O Estranho Que Nós Amamos (The Beguiled) 2017

Elenco: Colin Farrell, Nicole Kidman, Kirsten Dunst, Elle Fanning, Angourie Rice, Oona Laurence, Emma Howard, Addison Riecke | Roteiro: Sofia Coppola | Baseado em: A Painted Devil (Thomas P. Cullinan) | Direção: Sofia Coppola (Encontros e Desencontros) | Duração: 94 minutos

Quando alguém perguntar porque precisamos de mais mulheres dirigindo e roteirizando, apresente O Estranho Que Nós Amamos para essa pessoa. Nessa produção, Sofia Coppola que muda o ponto de vista da primeira adaptação de 1971 para expor os problemas que mulheres podem passar pelo simples fato de serem mulheres, além de ser uma produção estaticamente bela. Em todos os momentos da projeção, Coppola mostra com as posições da câmera, montagem e fotografia que estudou muito para ser uma excelente diretora – principalmente sabendo quanto é cobrada pro ser filha de quem é.  Felizmente, a produção também tem alma e não apenas uma roupagem bonita.

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Dois Caras Legais | Crítica | The Nice Guys, 2016, EUA

Dois Caras Legais é engraçado, subverte um tema muito conhecido e ainda consegue ser socialmente relevante.

Dois Caras Legais (2016)

Com Russell Crowe, Ryan Gosling, Angourie Rice, Matt Bomer, Margaret Qualley, Keith David e Kim Basinger. Roteirizado por Shane Black e Anthony Bagarozzi. Dirigido por Shane Black (Homem de Ferro 3).

9/10 - "tem um Tigre no cinema"Poucos filmes conseguem misturar uma série de gêneros, e quando a comédia é o tema principal, parece mais difícil não apelar para o pastelão. Pois Dois Caras Legais é umas das melhores comédias do ano, incorporando temas nonsense e outros vindos do cinema noir, subverte o tira bom e tira mau, e ainda consegue encaixar um drama familiar sem ficar expondo isso a todo o momento. Há também um tema eco-político que, na brincadeira, faz uma crítica ao capitalismo e à indústria automobilística americana. Ritmo, piadas e a canastrice são pontos altos da produção que veio para revitalizar o estilo buddy cop.

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