Postagens Etiquetadas ‘Aidan Gillen’

Rei Arthur: A Lenda da Espada | Crítica | King Arthur: Legend of the Sword, 2017, EUA-Austrália-Reino Unido

Rei Arthur: A Lenda da Espada é uma abordagem modernizada do clássico, mas bem comum para um filme de ação.

Rei Arthur: A Lenda da Espada (King Arthur: Legend of the Sword) | Crítica

Elenco: Charlie Hunnam, Àstrid Bergès-Frisbey, Djimon Hounsou, Aidan Gillen, Jude Law, Eric Bana | Argumento: David Dobkin, Joby Harold | Roteiro: Guy Ritchie, Lionel Wigram, Joby Harold | Direção: Guy Ritchie (O Agente da U.N.C.L.E.) | Duração: 126 minutos | 3D: Relevante

As lendas arthurianas existem há tanto tempo que Guy Ritchie arriscou e fez o mais famoso rei bretão numa versão totalmente fora do usual. Isso para o personagem, porque Rei Arthur: A Lenda da Espada é um filme de ação e aventura como muitos outros. Para um filme sobre o (lendário) Rei Arthur é realmente diferente. Para o gênero, nem tanto, incluindo o pedido dentro da narrativa que pede uma continuação onde, finalmente, um diretor achou uma maneira de transformar uma das lendas mais conhecidas e épicas do mundo ocidental num blockbuster – o que não quer dizer que seja necessariamente uma boa coisa.

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Maze Runner: Prova de Fogo | Crítica | Maze Runner: The Scorch Trials, 2015, EUA

Maze Runner: The Scorch Trials, 2015

Com Dylan O’Brien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Dexter Darden, Nathalie Emmanuel, Giancarlo Esposito, Alexander Flores, Aidan Gillen, Ki Hong Lee, Jacob Lofland, Barry Pepper, Rosa Salazar, Lili Taylor, Alan Tudyk e Patricia Clarkson. Roteirizado por T.S. Nowlin, baseado na obra de James Dashner. Dirigido por Wes Ball (Maze Runner: Correr ou Morrer).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Existem muitos problemas nessa continuação. Seja linhas de roteiro, clichês ou conveniências, você vai encontrar tudo isso em Maze Runner: Prova de Fogo. É provável que a jovem audiência desse (outro) futuro distópico seja menos conhecedor desses elementos, mas não justifica o seu exacerbado uso. Ainda que segure o ritmo, poderia ser ligeiramente mais enxuto. No festival de erros, o que piora a segunda parte que termina sem fechar o próprio ciclo, fica a sensação de que há pouquíssimo para ser contada na já programada continuação. O que já deixará o espectador com um enorme pé no freio, prejudicando desde já o futuro.

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