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Então, vamos para os 11 Piores e Melhores Filmes de 2017?

Os 11 Piores e Melhores Filmes de 2017

É o último dia do ano – e apesar de ser um domingo, continuamos a tradição de relembrar o ano que passou. Lembrando que são os filmes lançados comercialmente nos cinemas brasileiros nesse ano. Quantos você viu? Da uma olhada nessa lista que fiz no Letterboxd.

Então, vamos à lista dos os 11 Piores e Melhores Filmes de 2017 de acordo com crítico Tiago Lira!

E por que onze o invés de dez? Porque sempre fica aquela ponta de querer colocar uma menção honrosa, aquele filme que merece fazer parte das lembranças, mas que ficou para trás por causa de espaço.

Os 11 Piores Filmes de 2017

11) Baywatch: SOS Malibu (Baywatch, 2017, Dir Seth Gordon)

Baywatch | Imagens (6)

Créditos:
Paramount Pictures (Divulgação)

Todo e qualquer filme deve ser visto sem preconceito – talvez Os Discursos de Nuremberg sejam uma exceção – e ninguém quer ter uma experiência ruim ao ir ao cinema. Mas às vezes abusam da nossa paciência, como é o caso de Baywatch: SOS Malibu, uma produção tão bagunçada que o melhor paralelo que podemos fazer é aquele trabalho escolar onde você chamou quatro ou cinco colegas e mandou cada um fazer uma parte, resultando numa criatura digna do laboratório do Dr Frankenstein: uma obra sem forma e horrenda. Os atos não conversam entre si e personagens apresentam personalidades diferentes entre uma parte e outra, tornando-se uma das experiências mais esquizofrênicas do cinema atual.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/baywatch-sos-malibu-critica/

10) Assassin’s Creed (Assassin’s Creed, 2016, Dir Justin Kurzel)

Assassin’s Creed

A intenção dos produtores de Assassin’s Creed fica bem clara na transposição do famoso game para o cinema: aproveitar um das mais franquias mais famosas do mundo para fazer a sua própria. E quando se pensa exclusivamente nesse sentido mercadológico o resultado é medíocre. Para a crítica pouco importa se a transposição de uma mídia para outra é fiel – e em muitos elementos não é –, mas pegar uma ideia para espremê-la na intenção de tirar algum lucro só funcionaria com bons elementos. E existem poucos nessa narrativa que se não está cansando a audiência, esta pouco se importando com o desenvolvimento e motivação dos personagens.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/assassins-creed-critica/

9) O Chamado 3 (Rings, 2017, F. Javier Gutiérrez)

O Chamado 3 (Rings) | Imagens

Seja Samara conhecida pelo remake de 2002 ou pela Sadako do original japonês, é fato que a personagem de úmidos cabelos compridos e pele murcha azulada faz parte do imaginário dos filmes de terror. E em O Chamado 3 tudo isso é colocado por água abaixo – e peço perdão pelo trocadilho. O roteiro é de uma previsibilidade monstruosa, as atuações são péssimas e os momentos-chave que deveriam assustar a plateia causam riso, o que destrói a experiência por completo. Mesmo que a intenção fosse fazer um filme descompromissado, nada justifica a falta de cuidado em quase todos os sentidos dessa desastrosa produção.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/o-chamado-3-critica/

8) Emoji: O Filme (The Emoji Movie, 2017, Dir Tony Leondis)

Emoji: O Filme | Imagens (1)

Créditos: Sony Pictures Animation (Divulgação)

Emoji: O Filme não é apenas uma ideia tola de ser executada; também há dois outros grandes problemas. O primeiro é errar o foco, pois o diretor mira nos adolescentes e pelas mudanças e adaptações que devem fazer para serem aceitos numa sociedade, mas é um roteiro tão infantil que dificilmente agradará os mais velhos – e, consequentemente, não se torna interessante para as crianças mais novas. Em segundo é por ser uma grande, enorme e massiva propaganda. Assim como já fizeram Google e Facebook anteriormente, as empresas de tecnologia dos aplicativos mais famosos resolveram investir na tela que ainda não tinham penetração: a do cinema.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/emoji-o-filme-critica/

7) Transformers: O Último Cavaleiro (Transformers: The Last Knight, 2017, Dir Michael Bay)

Transformers: O Último Cavaleiro | Imagens (9)

Créditos: Paramount Pictures/Divulgação

Se Michael Bay prefere fazer um filme igual ao outro, também é aceitável começar essa crítica como foi a anterior. Transformers: O Último Cavaleiro é mais um Michael Bay cheio de explosões, roteiros confusos e uma qualidade técnica impecável. E agora com a presença de um dragão robô de três cabeças. Mesmo que seja um contrassenso pedir coerência numa produção maluca onde robôs gigantes conseguem se diminuir em carros, já estava bem claro que a franquia precisava de um descanso desde a produção lançada em 2014. Provavelmente Bay achou que precisava contar tudo de uma vez por causa desse hiato de três anos, transformando seu filme num passeio de montanha russa sem fim.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/transformers-o-ultimo-cavaleiro-critica/

6) Amityville: O Despertar (Amityville: The Awakening, 2017, Dir Franck Khalfoun)

Amityville: O Despertar | Galeria (1)

Créditos: Blumhouse Productions (Divulgação)

O problema não são os filmes de terror, nem os adolescentes público-alvo de Amityville: O Despertar. O problema está naqueles que não sabem como tratar ambos. Além de ser uma história que apela para sustos jogando coisas na sua cara (jump scares), o roteiro trata os jovens como desatentos demais para entender a história, confundindo rapidez com dinamismo. Ao fazer um filme curto e onde os personagens pulam em conclusões sem uma base para que cheguem nelas, os produtores do filme tratam aqueles a quem a obra se direciona como desatentos, nivelando por baixo uma audiência que procura diversão antes de tudo.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/amityville-o-despertar-critica/

5) O Rei do Show (The Greatest Showman, 2017, Dir Michael Gracey)

O Rei do Show | Imagens (9)

Apesar de ter nenhuma experiência em filmes, é impossível não sair empolgado depois do que Michael Gracey apresenta em O Rei do Show. As músicas são bonitas, o ritmo dado pelo diretor por meio da montagem e da coreografia, é digna de qualquer show de divas pop da atualidade. É aí que o filme alcança uma audiência mais jovem, onde existe sim a vontade de sair dançando ao som das músicas. Porém, ao baixar as cortinas e a dose de adrenalina se dissipar do seu corpo, a produção é apenas um grande videoclipe de 100 minutos, com imagens de cair o queixo, mas com um brilho vindo de um impecável polimento externo que por dentro é praticamente sem substância.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/o-rei-do-show-critica/

4) Os Guardiões (Zaschitniki, Rússia, 2016)

Os Guardiões | Imagens (1)

Créditos: Big Cinema House/Paris Filmes (Divulgação)

Você pode encarar Os Guardiões de duas maneiras: uma homenagem ao gênero de super-heróis ou a busca de uma representatividade fora do eixo hollywoodiano para o cinema de ação. Seja lá qual for a sua escolha, a produção russa não o satisfará em nenhuma delas. Deixando de lado os limitados efeitos especiais, compreensíveis por causa do baixo orçamento, a história falha em desenvolver personagens, apresentar uma trama que faça sentido e nem mesmo pode ser chamada de divertida. Problemas de ritmo, decisões dos personagens e uma falta de cuidado com vários aspectos do roteiro provam quem nem mesmo um homem-urso usando uma metralhadora pode sempre salvar o dia.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/os-guardioes-critica-zaschitniki/

3) Resident Evil 6: O Capítulo Final (Resident Evil: The Final Chapter, 2017, Dir Paul W. S. Anderson)

, Resident Evil 6: O Capítulo Final | Imagens

Créditos: Sony Pictures (Divulgação)

Resident Evil 6: O Capítulo Final é uma enganação. E se o público ávido por explosões, cenas de ação que não servem à narrativa e um roteiro tão cheio de furos como os zumbis em cena, terão um prato cheio. Foram cinco anos de espera e nesse meio tempo Paul W. S. Anderson não aprendeu a dirigir sem tremer a câmera, nem como deixar de lado os sustos de pulo e menos ainda como escrever uma história – aliás, o que ele faz é recontar a própria história. Existe uma máxima de não criar expectativas para nada, mas sair irritado depois de pouco mais de 90 minutos de projeção não está nos planos de ninguém.

Leia crítica completa em https://umtigrenocinema.com/resident-evil-6-o-capitulo-final-critica/

2) Cinquenta Tons Mais Escuros (Fifty Shades Darker, 2017, Dir James Foley)

Cinquenta Tons Mais Escuros | Imagens

Créditos: Universal Pictures (Divulgação)

Estamos na segunda história e Cinquenta Tons Mais Escuros se mostra apenas como um adendo da aventura erótica do anterior com palavras a mais. Se na primeira vez havia um ar de novidade ao trazer ao grande público (sugeridas) cenas de sexo e sadomasoquismo, a continuação é um grande engodo que tenta parecer séria ao tratar temas delicados e polêmicos, mas causa risos involuntários. Junte isso com a baixa qualidade de atuação da dupla de protagonistas, um diretor que parece ter se esquecido do significado da palavra dirigir e um roteiro que é apenas mais um romance disfarçado de moderno e temos uma das maiores enganações do ano.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/cinquenta-tons-mais-escuros-critica/

1) XxX: Reativado (xXx: Return of Xander Cage, 2017, D. J. Caruso)

xXx: Reativado | Imagens

O que dizer sobre algo que, no seu cerne, não tem nada para dizer? xXx: Reativado não é apenas um filme raso – dizer isso é apenas o começo. Ele apareceu com anos de atraso e com os mesmos vícios da suposta época que deveria ter saído: mal atuado, cheio de explosões sem sentido, atuações péssimas, sexista ao extremo e sem explicações necessárias. E o pior de tudo: a produção não consegue sequer ser divertida. São vários minutos de adrenalina com algumas boas coreografias que servem apenas para Vin Diesel, no papel de produtor, dizer como Vin Diesel é o cara. Pelo menos na visão de Vin Diesel.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/xxx-reativado-critica/

Os 11 Melhores Filmes de 2017

11) Soundtrack (2017, Dir 300 ml)

Soundtrack | Imagens (3)

Créditos: Orion/Globo Filmes/Divulgação

Existem filmes que prezam pelo entretenimento – e não há nada de errado nisso – mas de vez em quando aparece um como Soundtrack, que te pega pela mão e te leva por um caminho diferente, querendo que você aprecie o passeio sem indicar atalhos para essa estrada. Num misto de arte e uma visão publicitária, pois os diretores atendem por uma alcunha típica da área (300 ml), essa produção brasileira se permite interagir com várias partes do mundo num cenário internacional, fazendo a produção passar os limites da regionalidade geográfica e se torna, verdadeiramente, um filme do mundo.

Leia a crítica completa https://umtigrenocinema.com/soundtrack-critica/

10) Mãe! (Mother!, 2017, Darren Aronofsky)

Mãe! | Imagens (7)

Créditos: Paramount Pictures (Divulgação)

Assim como outros grandes diretores, Aronofsky tem uma assinatura tanto estética quanto temática, algo que ele leva ao extremo em Mãe! Falando sobre como ambições podem levar à obsessão e consequentemente à queda, elementos comuns em sua filmografia, esse é o trabalho mais pessoal do diretor, que dessa vez assina o roteiro sozinho. É uma produção tanto inspirada quanto insana, onde criação e destruição andam de mãos dadas numa história contada por meio de fantasia e muitos toques de terror, onde a beleza e a performance elevam-se ao máximo. No fim, é uma daquelas experiências que é impossível sair indiferente – e isso vai muito além de gostar ou não do que acabamos de assistir.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/mae-critica/

9) Ao Cair da Noite (It Comes at Night, 2017, Dir Trey Edward Shults)

Ao Cair da Noite | Imagens (1)

O seu primeiro medo, provavelmente, foi o medo do escuro: o nada, o vazio e a incerteza te envolveram e resultaram num choro, quebrado pela luz do seu quarto com seus pais correndo para você. Já crescido, Shults transformou esse medo primal em Ao Cair da Noite, um daqueles filmes que discutiremos se tratar de um suspense – por não sabermos exatamente o resultado da trama – ou um terror – porque as situações são aterrorizantes. Ao usar elementos como a câmera que fixa em pontos apenas iluminados com a luz de lanternas, o diretor nos joga num cenário de medo e tensão num lugar tão comum como é a casa da família dos protagonistas. E não se sentir seguro no próprio lar é verdadeiramente um dos maiores terrores que podemos passar.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/ao-cair-da-noite-critica/

8) Logan (Logan, 2017, James Mangold)

Logan | Imagens

Créditos: Fox Films (Divulgação)

Logan não é como sua fonte original, Velho Logan (Old Man Logan): é uma construção de um personagem que cresceu e amadureceu ao longo de dezessete anos. É um filme cheio de ação, dor e tristeza, mas também com uma sensação de satisfação, algo que está no cerne de um ator cuja história se mescla com o personagem. Se por um lado existem obras inspiradas em quadrinhos que vivem pela diversão – o que não é certo ou errado – a última aparição de Wolverine com essa cara que estamos acostumados é a chegada à vida adulta do gênero que o próprio protagonista ajudou a revitalizar em 2000.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/logan-critica/

7) Dunkirk (Dunkirk, 2017, Dir Christopher Nolan)

Dunkirk | Imagens (1)

O resgate das tropas inglesas na Operação Dínamo não é o momento mais lembrado da Segunda Guerra Mundial, mas não menos digno de homenagem para Christopher Nolan, como mostra em Dunkirk. Ao escolher focar não apenas nos combates, mas no drama humano, sem dar destaque demais para algum personagem em especial, a produção é uma homenagem ao espírito de união que resgatou mais 300 mil soldados ao invés da glorificação da guerra. O roteiro dosa combates aéreos, dramas pessoais e medos por meio dos personagens que servem de arquétipos para contar aqueles dias de maneira mais direta. Com poucos diálogos e bastante ação, a produção de Nolan traz o horror que é estar tão perto e ao mesmo tão longe de casa, num inferno que parece não haver escapatória.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/dunkirk-critica/

6) Paterson (Paterson, 2016, Dir Jim Jarmusch)

Paterson | Imagens (1)

Créditos: Fênix Distribuidora de Filmes (Divulgação)

Em meio a explosões, monstros gigantes e semideuses se estapeando na tela, vale a pena nos desligarmos desse cinema de grandes proporções e ver algo intimista como Paterson. O que Jarmusch faz, por meio de seu protagonista, é mostrar que pode existir beleza até no caminho que fazemos todos os dias, traduzido aqui pela poesia. O desafio é encontrar essas belezas e entende-las, mesmo que no começo exista alguma estranheza em escrever, por exemplo, sobre uma caixa de fósforos. Para gente que escreve essa é uma produção de representação, um filme baseado na força dos diálogos e na construção dos personagens diários e ainda assim interessantes.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/paterson-critica/

5) Toni Erdmann (Toni Erdmann, 2016, Dir Maren Ade)

Toni Erdmann | Imagens

Créditos: Sony Pictures (Divulgação)

Toni Erdmann é como seu personagem título: gostamos, mas não sabemos muito bem o que fazer com ele. É um desafio apresenta-lo ao grande público, aos amigos ou familiares. É um pouco contraditório se expressar assim, mas a produção de Maren Ade é estranhamente boa, diferente do que estamos acostumados; e também estranhamente familiar e divertida. As situações que os personagens passam são extrapolações das que nós passamos nas relações familiares, elementos que a diretora usa para reforçar a mensagem do filme, que podem ser descritas como absurdas – o que não quer dizer que nelas não haja algum tipo de realidade.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/toni-erdmann-critica/

4) La La Land: Cantando Estações (La La Land, 2016, Dir Damien Chazelle)

La La Land: Cantando Estações | Imagens

Créditos: Summit Entertainment (Divulgação)

São tantos sentimentos que se passam depois de uma sessão de La La Land: Cantando Estações que é difícil expressar todos. Fica até uma ponta de medo de ser injusto e deixar algo de fora. O filme pode ser apreciado como homenagem ao cinema, um drama romântico, um musical, uma comédia ou ainda tudo isso – sem perder o equilíbrio entre um gênero e outro. Os personagens nos cativam, as situações nos arrebatam e os detalhes nos fascinam, sendo impossível dissociar um elemento do outro. E esses elos formam uma corrente que nos aperta tão forte que saímos marcados dela, com vontade de sorrir e chorar nessa mistura de sonho e realidade.

Crítica completa em https://umtigrenocinema.com/la-la-land-critica/

3) A Criada (Ah-ga-ssi, 2016, Dir Park Chan-wook)

A Criada | Galeria

Créditos: CJ Entertainment (Divulgação)

É cada vez mais difícil ser surpreendido e felizmente A Criada faz isso com o espectador. O drama erótico de Park Chan-wook é um daqueles filmes que quanto menos você souber antes de entrar na sala de cinema, melhor. Você é então levado junto com os personagens entre descobertas, excitações e até mesmo um pouco de risadas. Mostrando que sabe como fazer cinema, o diretor nos puxa por um caminho e, diferente de tantas outras produções, é bem mais difícil de ver as cordas enquanto somos manipulados e somos levados a acreditar nas coisas que estão na primeira camada de entendimento enquanto somos deslumbrados e atraídos pelo visual e pela carga sensual da história.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/criada-critica/

2) Corra! (Get Out, 2017, Dir Jordan Peele)

Considerando a situação e tensão que alguns casos de racismos que chamaram a atenção da mídia recentemente nos EUA, Corra! pode até ser considerado óbvio. Mas não se engane por isso, porque a necessidade de se fazer um filme com um obviedade dessas é que faz a situação ser preocupante – isso no mínimo – e até assustadora. Misturando elementos de suspense, comédia dark e até um pouco de ficção científica, Peele apresenta um retrato pessoal e intimista sobre como é ser negro hoje na nação mais poderosa do mundo. A história na tela faz isso de maneira direta e com pouca margem para interpretações, na esperança que dessa maneira a mensagem seja compreendida pela audiência.

Leia a crítica https://umtigrenocinema.com/corra-critica-get-out/

1) Moonlight: Sob o Luar (Moonlight, 2016, Dir Barry Jenkins)

Moonlight: Sob a Luz do Luar | Imagens

Créditos: A24 (Divulgação)

Apesar da pouca violência gráfica Moonlight: Sob a Luz do Luar é um daqueles filmes que saímos o impacto das pancadas. É um retrato por meio de filme de um ciclo de violência que acomete os isolados da sociedade. Focando na questão da representatividade negra e homossexual, o diretor Barry Jenkins nos conta por momentos distintos de um jovem descobrindo a si mesmo a análise de um cenário para entendermos melhor o peso da criação quando se trata das escolhas que tomamos na vida – ou achamos que tomamos – em um ambiente quase atemporal, numa viagem melancólica, bela e triste como os tons da fotografia.

Leia a crítica completa em https://umtigrenocinema.com/moonlight-critica/

Veja também:
Os Piores e os Melhores Filmes de 2016
Os Piores e os Melhores Filmes de 2015

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