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A Bela e a Fera | TigreCast #161 | Podcast


A Bela e a Fera | TigreCast #161

She warned him not to be deceived by appearances, for beauty is found within.”

Nessa quinta-feira que o remake chega aos cinemas de todo o Brasil – e você pode ler a nossa crítica clicando aqui – voltamos a 1991 para revisitar o clássico da Disney A Bela e a Fera (Beauty and the Beast), animação da Disney dirigida por Gary Trousdale e Kirk Wise, roteirizada por Linda Woolverton e que conta no elenco de vozes com Paige O’Hara, Robby Benson, Jerry Orbach, David Ogden Stiers e Angela Lansbury.

Tiago Lira (@tiagoplira), Marcelo Paradella (@bolapucc) e Matheus Des (@matheusdes) discutem a filmografia dos envolvidos, o transtorno de personalidade da dublagem brasileira, a questão da síndrome de Estocolmo, a qualidade da animação, signos simples e eficazes da história e por quê a Bela pode ser comparada com uma personagem de Chico Buarque.

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Malévola | Crítica | Maleficent, 2014, EUA

Maleficent, 2014

Com Angelina Jolie, Sharlto Copley, Elle Fanning, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville. Roteirizado por Linda Woolverton, baseado nos contos de Charles Perrault e dos irmãos Grimm. Dirigido por Robert Stromberg.

5/10 - "tem um Tigre no cinema"Inversão de papéis, escalas de cinza e revisitas aos clássicos: não há nada de errado. Afinal, não há limites para a ficção. Personagens odiosos ali podem ser bondosos aqui, e vice versa. É um exercício de imaginação interessante que pelo menos, tenta trazer alguma coisa de original, mesmo que calcado em alguma coisa do passado. Essa é uma produção que vem na cola de outros personagens que tiveram esse tratamento – Alice, João e Maria, João e o Pé de Feijão, por exemplo – para brincar com elementos que por mais de meia década são familiares para muita gente. Infelizmente, o tom feminista e muito válido não é suficiente para alavancar Malévola. O plot é desinteressante e previsível demais, mas deve agradar pelo menos as crianças. Com uma direção perdida, ainda que relativamente eficiente por ser tratar de uma estreia, temos um potencial enormemente desperdiçado.

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