Postagens Etiquetadas ‘Gugu Mbatha-Raw’

A Bela e a Fera | Crítica | Beauty and the Beast, 2017, EUA

A adaptação da versão animada de A Bela e a Fera para o live action é tão deslumbrante quanto o original.

A Bela e a Fera (2017)

Elenco: Emma Watson, Dan Stevens, Luke Evans, Kevin Kline, Josh Gad, Ewan McGregor, Stanley Tucci, Audra McDonald, Gugu Mbatha-Raw, Ian McKellen, Emma Thompson | Roteiro: Stephen Chbosky, Evan Spiliotopoulos | Baseado em: A Bela e Fera – Disney e A Bela e Fera (Jeanne-Marie Leprince de Beaumont) | Direção: Bill Condon (A Saga Crepúsculo: Amanhecer) | Duração: 129 minutos

Percebendo que seria impossível desassociar um evento de outro, a versão com atores e atrizes de A Bela e a Fera abraça a nostalgia ao manter músicas e personagens, mas usa o tempo maior de projeção, cerca de 30 minutos a mais que o original, para expandir a história que já conhecemos. Entre se arrepiar com as músicas que fizeram o desenho de 1991 se tornar amado e algumas poucas atualizações, entre figuras e músicas, a produção marca pelo deslumbre visual, figuras de fácil identificação e temas universalmente conhecidos, a nova versão é tão boa quanto a clássica e está pronta para encontrar novos apreciadores.

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Armas na Mesa | Crítica | Miss Sloane, 2016, EUA

Armas na Mesa é um discurso importante sobre o custo de seguir seus princípios e até onde estamos dispostos a ir por eles.

Armas na Mesa (Miss Sloane) 2016

Elenco: Jessica Chastain, Mark Strong, Gugu Mbatha-Raw, Michael Stuhlbarg, Alison Pill, Jake Lacy, John Lithgow, Sam Waterston | Roteiro: Jonathan Perera | Direção: John Madden | Duração: 132 minutos

Seja lá qual for a sua posição sobre o porte de armas, Armas na Mesa é um filme muito interessante, ainda que advogue para um dos lados. Mais uma posição – e não uma propaganda, considerando que os contrários não tem renda que o outro lado tem – é uma história sobre estratégias, jogo sujo e entra em detalhes sórdidos de ditos bastiões da justiça. Tocando em pontos sensíveis – massacres perpetrados por atiradores, a visão quase sagrada da Constituição dos Estados Unidos, dinheiro – a produção segue um caminho fictício para dar voz a uma crescente opinião pública e irá agradar mais os defensores do desarmamento. Para os que não são, pode servir para abrir discussões sobre o assunto.

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O Destino de Júpiter | Crítica | Jupiter Ascending, 2015, EUA

Jupiter Ascending, 2015

Com Mila Kunis, Channing Tatum, Sean Bean, Eddie Redmayne, Douglas Booth, Gugu Mbatha-Raw, Tuppence Middleton e Terry Gilliam. Roteirizado e dirigido pelos Wachowskis.

5,5/10 - "tem um Tigre no cinema"Se você procura um filme para essa temporada em que diversão seja a máxima, O Destino de Júpiter é uma escolha certeira, por causa dos efeitos visuais impressionantes, e momentos em que o espectador se segura na cadeira. Já para os mais iniciados na ficção científica, o filme é apenas mais um. Com um ou outro conceito pouco usado, é um conto de fadas espacial que impressiona pelos cenários, mas que é facilmente esquecido. Se antes os Wachowskis pecaram pela profundidade excessiva em A Viagem (Cloud Atlas, 2012), aqui o tom é mais leve, tornando a experiência apenas morna e, aparentemente, mais acessível e fácil de ser digerida.

Sinopse oficial

“Jupiter Jones (Kunis) nasceu sob um céu noturno, com sinais de que estava destinada a algo maior. Agora já crescida, Jupiter sonha com as estrelas, mas acorda para a fria realidade do seu trabalho de limpar banheiros e uma sequência infindável de infortúnios. É somente quando Caine (Tatum), um ex-caçador militar geneticamente modificado, chega à Terra para localizá-la que Jupiter começa a vislumbrar o destino reservado a ela desde o início – sua assinatura genética a marca como a próxima na fila para uma herança extraordinária que poderia alterar o equilíbrio do cosmos.”

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