Postagens Etiquetadas ‘animação’

Lino | Crítica | Brasil, 2017

Lino é uma animação feita para crianças muito pequenas e que mostra a qualidade do estúdio nacional que trouxe a obra.

Lino | Crítica

Elenco: Selton Mello, Dira Paes, Paolla Oliveira | Direção: Rafael Ribas | Duração: 93 min | 3D: Relevante

Antes de sair com duas pedras na mão da sala de cinema, lembre-se que Lino não foi feito para você que consegue ler esse texto. A animação nacional do estúdio Startanima é para crianças de, no máximo, cinco ou seis anos, que ainda estão formando sua linguagem e absorvendo conceitos básicos de interação. Os menores vão se divertir com cores, um personagem fofo e podem até rir com as situações que envolvem a dor física do personagem felino. Para quem é mais velho, é uma aventura óbvia e até preconceituosa em alguns momentos. No fim das contas, serve mais para mostrar a qualidade técnica do estúdio, como um portfólio, do que um exemplo bem feito de roteiro.

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Fievel: Um Conto Americano | TigreCast #147 | Podcast

Podcast sobre Fievel: Um Conto Americano, animação de 1986, dirigido por um dos maiores animadores que saíram da Disney. Ouve aí!

Fievel: Um Conto Americano | TigreCast #147 | Podcast

So never say never” – Henri

Certos filmes acabam nos marcando por um motivo ou por outro, e esse é um filme da minha infância – e de muitos outros -, um que eu assistia muitas vezes, mas só depois de rever alguns anos depois que percebi a verdadeira mensagem dele. E pude verificar outros atributos, inclusive os técnicos, da história. Então, vamos voltar para 1986 e falar sobre Fievel: Um Conto Americano (An American Tail | Dir Don Bluth), uma animação muito interessante que quis resgatar na semana em que completo 34 anos de vida.

No podcast de hoje, Tiago Lira (@tiagoplira) e Marcelo Paradella (@bolapucc) discorrem a filmografia de 1986, a passagem de Don Bluth da Disney para o próprio estúdio, dos trabalhos de Christopher Plummer, Dom DeLuise e Madeline Kahn e dos outros dubladores. Discutimos a história cativante, mas melancólica e, teoricamente, feita para crianças. Seria o filme um plágio de Maus (de Art Spielgman), ou o contrário? Ouça para lembrar os melhores momentos dessa cativante animação ainda feita do jeito tradicional.

Sejam bem-vindos ao TigreCast!

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Princesa Mononoke | TigreCast #131 | Podcast

Princesa Mononoke | Podcast

A vida é sofrimento . É difícil. O mundo está amaldiçoado. Mas você ainda encontra razões para continuar a viver.” – Osa

Depois de um longo tempo, voltamos para o Japão! E para falar do diretor que não fez nenhum trabalho ruim – e que pelo jeito vai continuar assim. É hora de irmos até 1997 e revisitar Princesa Mononoke (もののけ姫), do diretor Hayao Miyazaki.

Nessa podcast, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Juba (@juba_kun) e Marcelo Zagnoli (@marcelozagnolli) discutem as produções de 1997, comparam o diretor japonês a Scorsese, Estúdios Ghibli, interação com a Disney, a mudança de temas mais inocentes para os mais sérios e fansubs. Do desafio do cinema oriental, da mistura de técnicas e do perfeccionismo de Miyazaki e do tom melancólico da produção. O que Neil Gaiman fez para o ocidente entender melhor o filme? Ser legal é um problema? Ver em japonês e inglês ou português faz diferença? Além disso, achamos espaço para falar um pouco da história do Japão.

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Valente | TigreCast #122 | Podcast

Podcast sobre Valente (2012), vencedor do Oscar de Melhor Animação em 2013 e a velha discussão se ganhar o prêmio tem relevância

Valente | TigreCast 122

I am Merida, and I’ll be shooting for my own hand.” – Princesa Merida

Estamos na época do mais conhecido prêmio da 7ª Arte – O Oscar. E nessa onda, começamos o nosso especial sobre alguns premiados da Academia em 2013. E começamos com o vencedor do prêmio de Melhor Animação de 2012: Valente (Brave).

Nesse podcast Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982),Marcelo Zagnolli (@marcelozagnolli) e Matheus Des (@matheudes) falam sobre um filme que tinha todas as possibilidades de ser bom, mas que resultou numa produção confusa. Conversamos sobre detalhes técnicos, a música, os grandes problemas do roteiro – chamado até de esquizofrênico por um dos participantes -, porquê teve má recepção na bilheteria – seria por ter uma protagonista feminina? – e como foi que os membros da academia escolherem esse ao invés de Detona Ralph.

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