Postagens Etiquetadas ‘Naomi Watts’

O Castelo de Vidro | Crítica | The Glass Castle, 2017, EUA

O Castelo de Vidro é uma história inspiradora, mas que deixa um gosto de já termos visto isso antes.

O Castelo de Vidro | Crítica

Elenco: Brie Larson, Woody Harrelson, Max Greenfield, Sarah Snook, Ella Anderson, Chandler Head, Naomi Watts | Roteiro: Destin Daniel Cretton, Andrew Lanham, Marti Noxon | Baseado em: O Castelo de Vidro (Jeannette Walls, Editora Globo) | Direção: Destin Daniel Cretton (Temporário 12) | Duração: 127 minutos


É certo que Hollywood faz coisas muito divertidas, mas também é certo que a grande indústria do cinema se apropria de tudo que pode espremer, mesmo que, no fechar das cortinas, parece muito tudo igual. Apesar de ser uma história bonita e emocionante O Castelo de Vidro é o que chamamos pejorativamente de indie de boutique. No filme, a protagonista vive uma juventude de aventuras, percebe que os extremos são exagerados e no final encontra ou descobre o equilíbrio. O que não é, por si só, um demérito. Mas num mundo onde noventa por cento das produções são adaptação (o caso aqui) ou remakes, buscar um pouco de originalidade não faria mal a ninguém. Leia mais

A Série Divergente: Convergente | Crítica | The Divergent Series: Allegiant, 2016, EUA

A Série Divergente: Convergente é lento, pessimamente atuado e tem efeitos especiais aquém da sua importância mercadológica.

A Série Divergente: Convergente (2016)

Com Shailene Woodley, Theo James, Jeff Daniels, Octavia Spencer, Ray Stevenson, Zoë Kravitz, Miles Teller, Ansel Elgort, Maggie Q, Bill Skarsgård e Naomi Watts. Roteirizado por Noah Oppenheim, Adam Cooper, Bill Collage e Stephen Chbosky, baseado no romance de Veronica Roth. Dirigido por Robert Schwentke (A Série Divergente: Insurgente).

2/10 - "tem um Tigre no cinema"O sucesso transforma as pessoas. Uma história que foi pensada em três partes – colocando de lado a qualidade da escrita – transformada em quatro apenas por causa do lucro é um problema que, vendo exemplo atrás de exemplo, não funciona. A Série Divergente: Convergente é lento, pessimamente atuado e tem efeitos especiais aquém da sua importância mercadológica, reforçando a impressão do anterior e cada vez mais confirmada que não passa de uma colagem de outras histórias com temas similares. Para piorar as coisas, depois de 120 minutos de projeção procuramos bons motivos para os outros 120 minutos existirem em 2017.

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Top 8: Atrizes que Amamos | TigreCast #95 | Podcast

No podcast de hoje falando sobre as OITO atrizes do cinema que mais amamos, e vamos além de falar da beleza delas. Ouve aí!

Top 8: Atrizes que amamos | TigreCast 95

Something in the way she moves…

Uma semana depois do dia dos namorados, vamos falar desse grande mistério do universo: as mulheres. Hoje nomeamos as oito atrizes do cinema que mais mexem com a nossa cabeça.

Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Matheus Des (@matheusdes) conversam hoje sobre a inteligente bonequinha de Hollywood, da dona de uma das maiores belezas de Hollywood, da mulher que é a maior representação do cinema, da rainha dos remakes, ela que tentam deixar feia (mas não conseguem), a atriz que foi descoberta numa pizzaria, a nova musa dos fãs dos nerds e descubra qual dos participantes daria um braço por um ruiva.

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A Série Divergente: Insurgente | Crítica | The Divergent Series: Insurgent, 2015, EUA

A Série Divergente:Insurgente, não traz nenhuma melhoria significativa a seu antecessor. Divergente. É um filme confuso e extremamente óbvio.

The Divergent Series: Insurgent, 2015

Com Shailene Woodley, Theo James, Octavia Spencer, Jai Courtney, Ray Stevenson, Zoë Kravitz, Miles Teller, Ansel Elgort, Maggie Q, Naomi Watts, Kate Winslet. Roteirizado por Brian Duffield, Akiva Goldsman, Mark Bomback (Planeta dos Macacos: O Confronto), baseado no romance de Veronica Roth. Dirigido por Robert Schwentke (R.I.P.D. – Agentes do Além).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Tudo precisa ser uma trilogia – ou quadrilogia, como no caso? Por mais que a fonte original seja divida em três partes, tem que se levar muito em conta o ritmo de uma história. Apesar de bons momentos em relação ao seu antecessor, praticamente não há evolução em A Série Divergente: Insurgente, que apesar de trazer personagens novos, eles tomam lugar de antigos. O filme é mais direto por não precisarmos de outras introduções, mas é o mínimo que se espera depois de quase 140 minutos da produção anterior. Em geral, tem alguns pontos melhores que Divergente (Divergent, 2014, Dir Neil Burger). E isso não significa muita coisa.

Sinopse oficial

“Em A SÉRIE DIVERGENTE: INSURGENTE, os riscos para Tris aumentam quando ela sai à procura de aliados e respostas nas ruínas de uma Chicago futurista. Tris (Woodley) e Quatro (James) são agora fugitivos, caçados por Jeanine (Winslete), a líder da elite Erudição, faminta pelo poder. Correndo contra o tempo, eles precisam descobrir a causa pela qual a família de Tris sacrificou suas vidas e por que os líderes da Erudição farão tudo para impedi-los. Assombrada pelas escolhas do passado, mas desesperada para proteger quem ama, Tris – com Quatro a seu lado – encara um desafio impossível atrás de outro, ao desvendar a verdade sobre o passado e também o futuro de seu mundo.”

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Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) | Crítica | Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance), 2014, EUA

Existem filmes filmes bonitos e tocantes. Mas Birdman, de Alejandro G. Iñárritu merece muito mais do que uma nota dez e é cinema puro.

Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance), 2014

Com Michael Keaton, Zach Galifianakis, Edward Norton, Andrea Riseborough, Amy Ryan, Emma Stone e Naomi Watts. Roteirizado por Alejandro G. Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris, Jr. e Armando Bo. Digirido por Alejandro G. Iñárritu.

10/10 - "tem um Tigre no cinema"O conceito de nota é meramente relativo. Seria o mesmo sete de um igual ao outro? Não, não é. Assim como a nota dada nessa crítica de Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância). O número máximo serve de parâmetro para definir que o filme, a direção, atuação, fotografia, montagem – e que montagem! – estão não só impecáveis, mas surpreendentes. Porém, essa deliciosa produção é uma daquelas poucas em que a nota máxima não representa seu verdadeiro valor. Esta obra crítica, ácida e que traduz a imaginação para tela merece mais que um dez, se isso fosse possível na proposta atual.

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O Impossível (Lo Imposible, 2012, Espanha) [Crítica]

"Lo Imposible", 2012

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Com Naomi Watts, Ewan McGregor, Tom Holland, Samuel Joslin e Oaklee Pendergast. Roteirizado por Sergio G Sánchez (O Orfanato). Dirigido por J A Bayona (O Orfanato).

“O Impossível” é um drama onde Bayona usa todos os artifícios para fazer que o espectador se emocione. Principalmente no campo musical. Se fosse possível, o diretor descascaria cebolas ao vivo. Apesar da muleta emocional, a história baseada em fatos reais é um belo filme. Por ser uma ode à esperança e ao espírito humano, é normal que os personagens apresentados tenham uma leve tendência ao maniqueísmo. Mas assim como os sobreviventes dessa tragédia emergiram de suas situações desesperadoras, Sanchez e Bayona preferem acreditar que o melhor de nós também o faz.

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