Postagens Etiquetadas ‘Michael H. Weber’

O Artista do Desastre | Crítica | The Disaster Artist, 2017, EUA

O Artista do Desastre é a tentativa de entender a mente única – o que não é necessariamente um elogio – daquele que fez um dos piores filmes da história e ficou famoso por isso.

O Artista do Desastre | Crítica

Elenco: James Franco, Dave Franco, Seth Rogen, Alison Brie, Ari Graynor, Josh Hutcherson, Jacki Weaver | Roteiro: Scott Neustadter, Michael H. Weber | Baseado em The Disaster Artist: My Life Inside The Room, the Greatest Bad Movie Ever Made (Greg Sestero, Tom Bissell) e The Room (Tommy Wiseau) | Direção: James Franco | Duração: 103 minutes | Cena Extra

Assim como é difícil entender o protagonista, é difícil entender o que querem com O Artista do Desastre. Poderia ser contar a história de uma figura controversa fazendo pouco caso dela, ou uma homenagem ao cineasta que até hoje não sabemos exatamente de onde veio nem ao que veio. Dito isso, a construção da história pende sim para humor, mesmo que depois nos perguntemos se tudo aquilo é digno de pena ou de riso. A história de uma pessoa que vive num mundo próprio tem paralelos com a figura de Ed Wood, mais pela sua excentricidade do que pela sua obra.

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Cidades de Papel | Crítica | Paper Towns, 2015, EUA

Cidades de Papel, nova adaptação cinematográfica do autor de A Culpa é das Estrelas, é arrastada, pouco ousada e com uma história preguiçosa.

Paper Town, 2015

Com Nat Wolff, Cara Delevingne, Justice Smith, Ben Starling, Halston Sage. Roteirizado por Scott Neustadter e Michael H. Weber, baseado no romance de John Green. Dirigido por Jake Schreier.

3/10 - "tem um Tigre no cinema"A cada década aparece um filme que tenta representar a geração anterior, sintetizando suas aflições, medos e esperanças. E vamos percebendo, a medida que envelhecemos, que todos somos muito parecidos. Cidades de Papel lida com isso do mesmo jeito que você viu um outra dezena de filmes – passando por Os Goonies (The Goonies, 1985) até Show de Vizinha (The Girl Next Door, 2004) – mas de maneira menos eficiente: estão ali o grupo de amigos, a aventura que é o amadurecer e a coragem que é necessária para enfrentar esses desafios, porém o plano que impulsiona esses personagens só funciona forçadamente pela necessidade que o roteiro cria para si mesmo, chegando ao cúmulo de ter que apelar para diversos ex-machinas para funcionar, além de ser tecnicamente pouco ousado.

Sinopse oficial

Cidades de Papel é uma adaptação do livro de John Green sobre os adolescentes Quentin e sua enigmática vizinha Margo. Margo gostava tanto de mistérios que se tornou um. Margo conduz Quentin a uma noite inteira de aventuras em sua cidade natal e desaparece repentinamente, deixando pistas complicadas para Quentin decifrar. Nessa busca, Quentin e seus sagazes amigos se veem em uma aventura das mais empolgantes, repleta de humor e comoção. Afinal, a fim de encontrar Margo, Quentin se vê obrigado a buscar uma compreensão mais profunda do que são amizade e amor verdadeiros.”

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A Culpa é das Estrelas | Crítica | The Fault in Our Stars, 2014, EUA

Surpreendentemente emocionante, A Culpa é das Estrelas é um filme para casais sim, mas com uma carga emocional que fará muita gente chorar.

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Com Shailene Woodley, Ansel Elgort, Nat Wolff, Laura Dern, Sam Trammell e Willem Dafoe. Roteirizado por Scott Neustadter e Michael H. Weber. Baseado no romance de John Green. Dirigido por Josh Boone.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Provavelmente você já viu uma centena de filmes românticos, um mais água que açúcar que o outro. E se você for homem, é mais provável ainda que o esquema “garoto conhece garota/garoto perde garota/garoto reconquista garota” não seja o seu estilo. Mas eis que A Culpa é das Estrelas vem para jogar para cima, pelo menos ligeiramente, esses conceitos. A história doce, romântica e triste é um paralelo da a vida em si. Como diz a protagonista, existe um pequeno infinito entre dias, mesmo que esses sejam contados. Surpreendentemente emocionante, é um filme para casais sim, mas com uma carga emocional que fará muita gente grande – inclusive homens – chorar.

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