Posts Tagged ‘Michael B. Jordan’

Pantera Negra | Crítica | Black Panther, 2018, EUA

Pantera Negra já era um marco antes mesmo de estrear – e mesmo não sendo o melhor do Universo Cinemático Marvel, é o mais importante.

Pantera Negra | Crítica

Elenco: Chadwick Boseman, Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman, Daniel Kaluuya, Letitia Wright, Winston Duke, Angela Bassett, Forest Whitaker, Andy Serkis | Roteiro: Ryan Coogler, Joe Robert Cole | Baseado nos personagens de Stan Lee e Jack Kirby | Direção: Ryan Coogler (Creed: Nascido Para Lutar) | Duração: 134 minutos | 3D: Irrelevante | Cena Extra

Para atrair um público já acostumado com uma fórmula, Pantera Negra se espelha em outros filmes do Universo Cinemático Marvel: ação, doses de diversão e um vilão que é a antítese do herói nos seus princípios. Porém, passada essa primeira camada, o filme é um marco pela escalação do diretor, roteirista e elenco predominantemente negro, além de seu teor político. Isso mostra uma preocupação do estúdio em estar atento às mudanças que nossa sociedade passa e precisa, algo que é, acima de tudo, uma posição e uma afirmação. É cultura pop, mais palatável, sem dúvidas. Mas devemos considerar para quem é a mensagem, um público jovem que está ligado às mudanças e, com incursões mais simples, provavelmente irá buscar voos mais altos.

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Creed: Nascido Para Lutar | Crítica | Creed (2015) EUA

Creed (2015)

Com Michael B. Jordan, Sylvester Stallone, Tessa Thompson, Phylicia Rashad, Anthony Bellew. Roteirizado por Ryan Coogler, Aaron Covington. Dirigido por Ryan Coogler.

A passada de bastão de um personagem para outro é um tema batido, mas muito bem desenvolvido nesse emocionante filme.

9/10 - "tem um Tigre no cinema"Fazendo aquela rápida retrospectiva de 2015, ano de origem do filme, Creed: Nascido Para Lutar entra naquele rol de produções milionárias, com apoio de grandes produtores e estúdios, mas com alma. Verdadeiramente o novo round de uma franquia já querida por tantos tem um dos elementos que mais criticamos em Hollywood: as continuações. Porém, devemos dar admitir que esse filme renova ao mesmo tempo que honra o material original. Sem perder o foco ao encontrar sua própria assinatura e caminho.

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Quarteto Fantástico | Crítica | Fantastic Four, 2015, EUA

Ao não aprender com os erros do passado, o novo Quarteto Fantástico não percorreu o caminho para se tornar verdadeiramente fantástico.

Fantastic Four, 2015

Com Miles Teller, Michael B. Jordan, Kate Mara, Jamie Bell, Toby Kebbell, Reg E. Cathey e Tim Blake Nelson. Roteirizado por Simon Kinberg e Jeremy Slater, Josh Trank, baseado nos quadrinhos de Stan Lee, Jack Kirby. Dirigido por Josh Trank (Poder Sem Limites).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Se eu fosse supersticioso, diria que existe uma maldição envolvendo qualquer coisa ligada às versões cinematográficas de Reed Richards e companhia. Como não é o caso, o provável é que os produtores não conseguem olhar para trás e aprender com os erros do passado. E a prova cabal é o novo Quarteto Fantástico. Falta firmeza na direção, carisma na maioria dos personagens, é recheado de atuações que variam entre o fraco e o mediano e nem mesmo os efeitos especiais, que poderiam ser o carro chefe da produção, empolgam. A impressão final é que esse é um filme que serviu apenas para segurar os direitos da franquia na esperança que haja um sucesso comercial suficiente para que na continuação as coisas se acertem.

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Poder Sem Limites (Chronicle, 2012, EUA) [Crítica]

Com Dane DeHaan, Michael B. Jordan, Michael Kelly e Alex Russell. Roteiro de Max Landis. Argumento de Max Landis e Josh Trank. Dirigido por Josh Trank.

O estilo mockumentary parece não cansar o público, e “Poder Sem Limites” é um bom exemplo do estilo, pelo menos em parte. O filme lida com questões da adolescência como amizades, popularidade, festas, bullying e superpoderes… oras, nem todos os questionamentos precisam ser reais. Os motivos para os personagens estarem usando câmeras todo tempo é plausível na maior parte do tempo, e o diretor consegue dar um ritmo de filme, classicamente falando, com os planos-sequencia típicos do mockumentary alternando com cortes de 2 a 4 segundos. Isso acontece porque temos outra personagem usando uma câmera para um blog, e que qualquer celular filma. Mas isso levanta certas dúvidas, onde a montagem poderia ter sido melhor explorada para dar mais veracidade ao filme, que é o ponto dos filmes found footage.

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