Postagens Etiquetadas ‘Max Martini’

Cinquenta Tons de Liberdade | Crítica | Fifty Shades Freed, 2018, EUA

Assim como o anterior, Cinquenta Tons de Liberdade vem para confirmar que a trilogia poderia ser encurtada em dois filmes.

Cinquenta Tons de Liberdade | Crítica

Elenco: Dakota Johnson, Jamie Dornan, Arielle Kebbel, Max Martini, Brant Daugherty, Luke Grimes, Rita Ora | Roteiro: Niall Leonard | Baseado em Cinquenta Tons de Liberdade (E. L. James) | Direção: James Foley (Cinquenta Tons Mais Escuros) | Duração: 105 minutos | Cena Extra

Cinquenta Tons de Liberdade vem para fechar a trilogia de algo que não merecia ser uma. Como no filme anterior, o filme de Foley e Leonard é, se tanto, um adendo da história com algum toque de criatividade da primeira parte, mas que definitivamente não tem o que contar para uma história de 100 minutos. E ao repetir os mesmos erros que o outro caminhou, a história é desinteressante ao ponto de não confiar nela mesma e até admitindo isso com cenas de sexo que aparecem apenas para manter o selo de filme erótico, algo forçado, longe da naturalidade que gosta de passar.

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Cinquenta Tons Mais Escuros | Crítica | Fifty Shades Darker, 2017, EUA

Cinquenta Tons Mais Escuros entra em autofagia, repetindo os próprios clichês e diminuindo mais ainda a figura da protagonista e de outras mulheres.

Cinquenta Tons Mais Escuros (Fifty Shades Darker) | 2017

Elenco: Dakota Johnson, Jamie Dornan, Kim Basinger, Luke Grimes, Eloise Mumford, Max Martini, Eric Johnson, Rita Ora, Victor Rasuk | Roteiro: Niall Leonard | Baseado em: Cinquenta Tons Mais Escuros (E.L. James) | Direção: James Foley | Duração: 118 minutos

Estamos na segunda história e Cinquenta Tons Mais Escuros se mostra apenas como um adendo da aventura erótica do anterior com palavras a mais. Se na primeira vez havia um ar de novidade ao trazer ao grande público (sugeridas) cenas de sexo e sadomasoquismo, a continuação é um grande engodo que tenta parecer séria ao tratar temas delicados e polêmicos, mas causa risos involuntários. Junte isso com a baixa qualidade de atuação da dupla de protagonistas, um diretor que parece ter se esquecido do significado da palavra dirigir e um roteiro que é apenas mais um romance disfarçado de moderno e temos uma das maiores enganações do ano.

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13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi | Crítica | 13 Hours: The Secret Soldiers of Benghazi, 2016, EUA

Michael Bay queria fazer um filme dramático sem abrir mãos das explosões. O resultado é 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi, um filme patriota e confuso até a espinha.

13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi (2016)

Com James Badge Dale, John Krasinski, Max Martini, Dominic Fumusa, Pablo Schreiber, David Denman, Toby Stephens e Freddie Stroma. Roteirizado por Chuck Hogan, baseado no livro de Mitchell Zuckoff. Dirigido por Michael Bay (Transformers: A Era da Extinção).

5/10 - "tem um Tigre no cinema"

Entre câmeras tremidas, muitas explosões e péssimas atuações do elenco há em 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi um Michael Bay que se esforça em ser mais do que o diretor megalomaníaco manipulador de robôs digitais indistintos. No quesito ação, o diretor é bem mais contido por estar lidando com o mundo real e tecnicamente a produção é extremamente bem-feita. Porém, ela falha em apresentar o drama dos personagens, seja pela atuação exagerada, frases de efeito desnecessárias e pelo desconhecimento de Bay em dirigir gente com problemas de verdade. Por incrível que pareça, é o melhor filme do diretor em anos – mas se tratando de Michael Bay não significa muita coisa.

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Cinquenta Tons de Cinza | Crítica | Fifty Shades of Grey, 2015, EUA

Fifty Shades of Grey, 2015

Com Dakota Johnson, Jamie Dornan, Eloise Mumford, Luke Grimes, Rita Ora, Victor Rasuk, Max Martini, Dylan Neal, Callum Keith Rennie, Jennifer Ehle e Marcia Gay Harden. Roteirizado por Kelly Marcel, baseado na obra de E. L. James. Dirigido por Sam Taylor-Johnson.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Sem dúvidas, Cinquenta Tons de Cinza tem um pouco de novidade no cinema, pelo menos para as massas. Essa aura que envolve a produção vem do grande sucesso e falatório da obra original de E. L. James. E pelo menos no que foi para as telas, a questão tão atraente da pornografia do ponto de vista feminino é mais sugerida do que vista. O que não é, necessariamente, um problema. A verdade é que, no seu cerne, essa é mais uma história como tantos outros romances, com o diferencial de que a protagonista é amarrada aqui e ali, experimentando e compartilhando os prazeres do sexo.

Sinopse oficial

Distribuído pela Universal Pictures, o longa conta com direção de Sam Taylor-Johnson e retrata o relacionamento entre o bilionário de 27 anos Christian Grey, interpretando por Jamie Dornan, e a estudante Anastasia Steele, papel de Dakota Johnson. O filme é um dos lançamentos mais esperados do ano e é baseado no best-seller que já vendeu mais de 100 milhões de cópias, entre versões impressas e e-books, em todo mundo.  

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Círculo de Fogo | Crítica | Pacific Rim, 2013, EUA

Círculo de Fogo diverte por ter robôs gigantes estapeando monstros, numa homenagem aos super sentai, mas tem um roteiro bem raso.

Círculo de Fogo, 2013

Com Charlie Hunnam, Idris Elba, Rinko Kikuchi, Charlie Day, Robert Kazinsky, Max Martini e Ron Perlman. Argumento de Travis Beacham. Roteirizado por Travis Beacham e Guillermo del Toro (Hellboy).

7/10 - "tem um Tigre no cinema"É essencial entender que, antes de tudo, “Círculo de Fogo” é uma homenagem de Guillermo del Toro ao gênero de monstros gigantes japoneses – como Godzilla, Gamera e Mothra. O termo kaiju usado no filme é o mesmo que representa o gênero de seres gigantescos e fantásticos que vem da Ásia. Depois, é um filme de ação extremamente empolgante, com lutas entre seres gigantes destruindo meia cidade pelo caminho. É uma catarse tão grande que fica fácil se perder. Apesar disso, falta profundidade e drama. Tanto que nem parece um filme com roteiro digno de del Toro.

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