Postagens Etiquetadas ‘Kate Winslet’

Roda Gigante | Crítica | Wonder Wheel, 2017, EUA

Roda Gigante é muitas coisas, mas nenhuma delas se junta num todo coeso na vasta filmografia do diretor.

Roda Gigante | Crítica

Elenco: Jim Belushi, Juno Temple, Justin Timberlake, Jack Gore, Kate Winslet | Roteiro e direção: Woody Allen (O Homem Irracional) | Duração: 101 minutos

Nem sempre um grande diretor e um grande elenco fazem um grande filme e Roda Gigante é um claro exemplo disso. A impressão deixada é que ao mesmo tempo em que Woody Allen voltou no tempo para contar uma história com traços da tragédia grega, ele também voltou na maneira de contar histórias e retratar pessoas. Isso quer dizer que não apenas o filme parece se passar nos anos 1960; o filme passa uma mentalidade daquela época, porém sem crítico ou ácido em relação a isso, algo que o diretor já mostrou várias outras vezes que sabe fazer. Mas ao fugir daquele retrato que sabe bem da comunidade nova iorquina e suas neuras, o diretor não encontrou um caminho.

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Depois Daquela Montanha | Crítica | The Mountain Between Us, 2017, EUA

Depois Daquela Montanha é água (gelada) com açúcar, um entretenimento romântico, piegas e cheio de estereótipos.

Depois Daquela Montanha | Crítica

Elenco: Idris Elba, Kate Winslet, Beau Bridges, Raleigh, Austin | Roteiro: Chris Weitz, J. Mills Goodloe | Baseado em: The Mountain Between Us (Charles Martin) | Direção: Hany Abu-Assad (O Ídolo) | Duração: 112 minutos

Entendo o apelo que Depois Daquela Montanha tem para os mais românticos; mas, mesmo no gênero, a produção de Abu-Assad é um exemplar menor. Não é apenas o clichê de pessoas que encontram o amor na adversidade, é o da posição da personagem feminina ante à masculina, o modo de ceder ao desejo como obrigação e não saber quando terminar a história. Carregado nas costas pela atuação da dupla de protagonistas, e também com uma beleza gélida (assim como a fotografia), o filme começa bem, peca na duração exagerada e vai caindo de qualidade, como uma avalanche nos soterrando de pieguices.

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A Série Divergente: Insurgente | Crítica | The Divergent Series: Insurgent, 2015, EUA

A Série Divergente:Insurgente, não traz nenhuma melhoria significativa a seu antecessor. Divergente. É um filme confuso e extremamente óbvio.

The Divergent Series: Insurgent, 2015

Com Shailene Woodley, Theo James, Octavia Spencer, Jai Courtney, Ray Stevenson, Zoë Kravitz, Miles Teller, Ansel Elgort, Maggie Q, Naomi Watts, Kate Winslet. Roteirizado por Brian Duffield, Akiva Goldsman, Mark Bomback (Planeta dos Macacos: O Confronto), baseado no romance de Veronica Roth. Dirigido por Robert Schwentke (R.I.P.D. – Agentes do Além).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Tudo precisa ser uma trilogia – ou quadrilogia, como no caso? Por mais que a fonte original seja divida em três partes, tem que se levar muito em conta o ritmo de uma história. Apesar de bons momentos em relação ao seu antecessor, praticamente não há evolução em A Série Divergente: Insurgente, que apesar de trazer personagens novos, eles tomam lugar de antigos. O filme é mais direto por não precisarmos de outras introduções, mas é o mínimo que se espera depois de quase 140 minutos da produção anterior. Em geral, tem alguns pontos melhores que Divergente (Divergent, 2014, Dir Neil Burger). E isso não significa muita coisa.

Sinopse oficial

“Em A SÉRIE DIVERGENTE: INSURGENTE, os riscos para Tris aumentam quando ela sai à procura de aliados e respostas nas ruínas de uma Chicago futurista. Tris (Woodley) e Quatro (James) são agora fugitivos, caçados por Jeanine (Winslete), a líder da elite Erudição, faminta pelo poder. Correndo contra o tempo, eles precisam descobrir a causa pela qual a família de Tris sacrificou suas vidas e por que os líderes da Erudição farão tudo para impedi-los. Assombrada pelas escolhas do passado, mas desesperada para proteger quem ama, Tris – com Quatro a seu lado – encara um desafio impossível atrás de outro, ao desvendar a verdade sobre o passado e também o futuro de seu mundo.”

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Divergente | Crítica | Divergent, 2014, EUA

Divergent, 2014

Com Shailene Woodley, Theo James, Ashley Judd, Jai Courtney, Ray Stevenson, Zoë Kravitz, Miles Teller, Tony Goldwyn, Maggie Q, Kate Winslet. Roteirizado por Evan Daugherty (Branca de Neve e o Caçador) e Vanessa Taylor (Um Divã Para Dois), baseado no romance de Veronica Roth. Dirigido por Neil Burger (Sem Limites).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"É verdade que a indústria de entretenimento tende à se repetir, e copiar um assunto até a exaustão. Então, lá vamos nós para outro futuro pós-apocalíptico, com um par romântico, a menina que não parecia levar à nada, e tantos outros elementos. Ainda que Divergente distorça dois ou três clichês, a falta de carisma dos personagens dinamita qualquer qualidade que o roteiro tem. E, infelizmente, não são muitas.

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