Postagens Etiquetadas ‘George Clooney’

Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso | Crítica | Suburbicon, 2017, EUA

Apesar de ter um mistério bem óbvio, Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso usa dessa facilidade para apontar um problema grave da sociedade dos EUA.

Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso | Crítica

Elenco: Matt Damon, Julianne Moore, Noah Jupe, Oscar Isaac, Karimah Westbrook, Leith Burke, Tony Espinosa | Roteiro: Joel Coen, Ethan Coen, George Clooney, Grant Heslov | Direção: George Clooney (Caçadores de Obras Primas)

É fácil acusar Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso como uma obra óbvia. Qualquer um com um mínimo de conhecimento ou que lê algumas linhas das notícias sabe que a nova produção dos Coen e George Clooney é uma sátira política à atual administração de Donald Trump e ao dito estilo de vida americano. Mas, ao jogar na cara algo tão óbvio, é o que faz o filme ser tão relevante, como se o diretor dissesse que os seus conterrâneos estão fazendo é uma tragédia, algo digno de piada e ninguém melhor do que dois roteiristas especializados no humor mórbido para escancarar as mazelas atuais de uma sociedade que se comporta como uma turba de loucos do que olhar em volta e descobrir os problemas de verdade.

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Jogo do Dinheiro | Crítica | Money Monster, 2016, EUA

Em Jogo do Dinheiro a diretora Jodie Foster dá as rédeas da trama às mulheres, enquanto explica como é sujo o mundo financeiro.

Jogo do Dinheiro (2006)

Com George Clooney, Julia Roberts, Jack O’Connell, Dominic West, Caitriona Balfe, Giancarlo Esposito. Roteirizado por Alan Di Fiore, Jim Kouf, Jamie Linden. Dirigido por Jodie Foster.

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Você é um fracassado: é isso que a mídia quer te fazer acreditar e que tudo se resolveria com roupas de marca ou a compra de um carro. Dizem os economistas que 99% de nós nadam entre tubarões. Em Jogo do Dinheiro a diretora Jodie Foster nos mostra uma nação inescrupulosa, midiática, imediatista e iludida. Além do óbvio contexto socioeconômico, ela nada entre seus próprios predadores, numa Hollywood que dá poucas chances às mulheres na direção e em papeis de destaque. Então ela subverte contextos, alguns poderiam até dizer exageradamente, mas se você pensar o quanto papeis femininos foram relegados a secretárias bonitas, é justificado.

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Avé, César! | Crítica | Hail, Caesar!, 2016, EUA

Ave, César! (2016)

Com Josh Brolin, George Clooney, Alden Ehrenreich, Ralph Fiennes, Jonah Hill, Scarlett Johansson, Frances McDormand, Tilda Swinton, Channing Tatum e Michael Gambon. Roteirizado e dirigido por Joel Coen e Ethan Coen (O Grande Lebowski).

Ave César! é uma comédia engraçadíssima e um passeio pelo cinema, satirizando a época dourada de Hollywood.
9/10 - "tem um Tigre no cinema"Quem é mais que um fã de filmes, mas também do Cinema, sairá contente depois de Ave, César! A comédia trata da indústria que faz parte, montando a própria história enquanto acompanha o desenvolvimento de outras histórias fictícias. Retratando uma época onde Hollywood refletia um mundo complicado – a quebra dos estúdios, a suprema corte processando estúdios, a Guerra Fria e o medo da ameaça comunista – os Coen fazem uma homenagem à sétima arte ao mesmo tempo em que tiram sarro do universo que fazem parte e tanto amam. Com um elenco fantástico fazendo pequenos e marcantes papeis, a produção é um deslumbre visual, enquanto encontra espaço para mostrar como a mágica é feita.

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Gravidade | Crítica | Gravity, 2013, EUA

Em Gravidade, Alfonso e Jonás Cuarón mostram como uma ideia tão simples de ir do ponto A ao ponto B pode ser incrível.

Gravidade"

Com Sandra Bullock, George Clooney e Ed Harris. Roteirizado por Alfonso Cuarón e Jonás Cuarón. Dirigido por Alfonso Cuarón (Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban).

10/10 - "tem um Tigre no cinema"É fantástico como uma ideia tão simples pode render algo tão excelente. Gravidade tem uma premissa mínima, mas que desenvolvida nos carrega durante seus 90 minutos, passando por ótimos momentos dramáticos e com senso de urgência. O que Cuarón trouxe foi uma experiência cinematográfica incrível, cheia de lirismo, coragem e, no fim das contas, uma homenagem à humanidade.

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Os Descendentes (The Descendents, 2011, EUA) [Crítica]

Com George Clooney, Shailene Woodley, Beau Bridges, Judy Greer, Matthew Lillard e Robert Forster Roteiro de Alexander Payne, Nat Faxon e Jim Rash, baseado no romance de Kaui Hart Hemmings. Dirigido por Alexander Payne (Sideways – Entre Umas e Outras).

É bem verdade que nomes te atraem para o cinema. Payne e Clooney já nos trouxeram bons filmes. E uma indicação ao Oscar é suficiente para chamar a atenção dos espectadores. Mas “Os Descendentes” promete muito e entrega pouco. Com um drama que se desenvolve numa direção estranha e com alguns momentos de comédia, que podem ser vistos nos trailers, o filme peca pela falta de carisma da grande maioria dos atores, excluindo o próprio Clooney (que praticamente leva o filme sozinho) e a jovem Shailene Woodley, que consegue expressar bem dramas da adolescência na tela, sem parecer forçada.

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