Postagens Etiquetadas ‘filmes de 2018’

Cinquenta Tons de Liberdade | Crítica | Fifty Shades Freed, 2018, EUA

Assim como o anterior, Cinquenta Tons de Liberdade vem para confirmar que a trilogia poderia ser encurtada em dois filmes.

Cinquenta Tons de Liberdade | Crítica

Elenco: Dakota Johnson, Jamie Dornan, Arielle Kebbel, Max Martini, Brant Daugherty, Luke Grimes, Rita Ora | Roteiro: Niall Leonard | Baseado em Cinquenta Tons de Liberdade (E. L. James) | Direção: James Foley (Cinquenta Tons Mais Escuros) | Duração: 105 minutos | Cena Extra

Cinquenta Tons de Liberdade vem para fechar a trilogia de algo que não merecia ser uma. Como no filme anterior, o filme de Foley e Leonard é, se tanto, um adendo da história com algum toque de criatividade da primeira parte, mas que definitivamente não tem o que contar para uma história de 100 minutos. E ao repetir os mesmos erros que o outro caminhou, a história é desinteressante ao ponto de não confiar nela mesma e até admitindo isso com cenas de sexo que aparecem apenas para manter o selo de filme erótico, algo forçado, longe da naturalidade que gosta de passar.

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Pantera Negra | Crítica | Black Panther, 2018, EUA

Pantera Negra já era um marco antes mesmo de estrear – e mesmo não sendo o melhor do Universo Cinemático Marvel, é o mais importante.

Pantera Negra | Crítica

Elenco: Chadwick Boseman, Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman, Daniel Kaluuya, Letitia Wright, Winston Duke, Angela Bassett, Forest Whitaker, Andy Serkis | Roteiro: Ryan Coogler, Joe Robert Cole | Baseado nos personagens de Stan Lee e Jack Kirby | Direção: Ryan Coogler (Creed: Nascido Para Lutar) | Duração: 134 minutos | 3D: Irrelevante | Cena Extra

Para atrair um público já acostumado com uma fórmula, Pantera Negra se espelha em outros filmes do Universo Cinemático Marvel: ação, doses de diversão e um vilão-antítese do herói nos seus princípios. Porém, passada essa primeira camada, o filme é um marco pela escalação do diretor, roteirista e elenco predominantemente negro, além de seu teor político. Isso mostra uma preocupação do estúdio em estar atento às mudanças que nossa sociedade passa e precisa, algo que é, acima de tudo, uma posição e uma afirmação. É cultura pop, mais palatável, sem dúvidas. Mas devemos considerar para quem é a mensagem, um público jovem que está ligado às mudanças e, com incursões mais simples, provavelmente irá buscar voos mais altos.

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Sobrenatural: A Última Chave | Crítica | Insidious: The Last Key, 2018, EUA

Sobrenatural: A Última Chave peca no quesito direção, mas tem uma história interessante – e merecia ter uma mulher dirigindo.

Sobrenatural: A Última Chave | Crítica

Elenco: Lin Shaye, Angus Sampson, Leigh Whannell, Spencer Locke, Caitlin Gerard, Bruce Davison, Kirk Acevedo | Roteiro: Leigh Whannell | Direção: Adam Robitel | Duração: 103 minutos

Há um medo comum que a longevidade de uma franquia seja inversa à qualidade de seus filmes. E Sobrenatural: A Última Chave é um exemplo desse receio, o que não quer dizer que seja uma experiência ruim. Se fossemos colocar na ordem, a nova instalação da saga – quarta no cinema e segunda cronologicamente – ocupo o último lugar principalmente por causa dos clichês de jump scares e do “agora é pessoal”. Porém, se levarmos em conta o cenário atual (não só) no cinema com iniciativas como Time’s Up, o filme ganha outro viés. Um que poderia ser melhor abordado se uma mulher dirigisse.

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