Postagens Etiquetadas ‘Ethan Coen’

Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso | Crítica | Suburbicon, 2017, EUA

Apesar de ter um mistério bem óbvio, Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso usa dessa facilidade para apontar um problema grave da sociedade dos EUA.

Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso | Crítica

Elenco: Matt Damon, Julianne Moore, Noah Jupe, Oscar Isaac, Karimah Westbrook, Leith Burke, Tony Espinosa | Roteiro: Joel Coen, Ethan Coen, George Clooney, Grant Heslov | Direção: George Clooney (Caçadores de Obras Primas)

É fácil acusar Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso como uma obra óbvia. Qualquer um com um mínimo de conhecimento ou que lê algumas linhas das notícias sabe que a nova produção dos Coen e George Clooney é uma sátira política à atual administração de Donald Trump e ao dito estilo de vida americano. Mas, ao jogar na cara algo tão óbvio, é o que faz o filme ser tão relevante, como se o diretor dissesse que os seus conterrâneos estão fazendo é uma tragédia, algo digno de piada e ninguém melhor do que dois roteiristas especializados no humor mórbido para escancarar as mazelas atuais de uma sociedade que se comporta como uma turba de loucos do que olhar em volta e descobrir os problemas de verdade.

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O Grande Lebowski | TigreCast #133 | Podcast

Vamos viajar junto do Cara até 1998 e conhecer um pouco melhor O Grande Lebowski dos Irmãos Coen nesse podcast? Oh, Dude…


O Grande Lebowski | TigreCast 133 | Podcast

Yeah, well. The Dude abides.” – The Dude

Cara… oh, Cara… Tem tanta loucura aqui hoje, tanto flower power, Jesus, boliche, arte vaginal, drogas… e O Cara! Vamos relaxar um pouco com um white russian e discutir O Grande Lebowski (The Big Lebowski, 1998), dirigido por Joel Coen e Ethan Coen e contando no elenco com Jeff Bridges, John Goodman, Julianne Moore, Steve Buscemi, Tara Reid e o já saudoso Philip Seymour Hoffman.

Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Paradella (@bolapucc) e Matheus Des (@matheusdes fazem uma viagem até 1998 e na filmografia dos até agora impecáveis irmãos Coen. Relembram também a carreira do elenco, pescam referências e dão risadas, muitas risadas.

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Avé, César! | Crítica | Hail, Caesar!, 2016, EUA

Ave, César! (2016)

Com Josh Brolin, George Clooney, Alden Ehrenreich, Ralph Fiennes, Jonah Hill, Scarlett Johansson, Frances McDormand, Tilda Swinton, Channing Tatum e Michael Gambon. Roteirizado e dirigido por Joel Coen e Ethan Coen (O Grande Lebowski).

Ave César! é uma comédia engraçadíssima e um passeio pelo cinema, satirizando a época dourada de Hollywood.
9/10 - "tem um Tigre no cinema"Quem é mais que um fã de filmes, mas também do Cinema, sairá contente depois de Ave, César! A comédia trata da indústria que faz parte, montando a própria história enquanto acompanha o desenvolvimento de outras histórias fictícias. Retratando uma época onde Hollywood refletia um mundo complicado – a quebra dos estúdios, a suprema corte processando estúdios, a Guerra Fria e o medo da ameaça comunista – os Coen fazem uma homenagem à sétima arte ao mesmo tempo em que tiram sarro do universo que fazem parte e tanto amam. Com um elenco fantástico fazendo pequenos e marcantes papeis, a produção é um deslumbre visual, enquanto encontra espaço para mostrar como a mágica é feita.

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Ponte dos Espiões | Crítica | Bridge of Spies, 2015, EUA

Com roteiro dos irmãos Coen e dirigido por Spielberg, Ponte dos Espiões é um filme que vem para discutir discursos polarizados, algo que conhecemos bem.

Bridge of Spies, 2015

Com Tom Hanks, Mark Rylance, Domenick Lombardozzi, Brian Hutchison, Victor Verhaeghe, Alan Alda, Amy Ryan e Austin Stowell. Roteirizado por Matt Charman, Ethan Coen e Joel Coen. Dirigido por Steven Spielberg (Lincoln).
8/10 - "tem um Tigre no cinema"Uma das magias da arte do cinema é ser universal, ainda que certos personagens e histórias não falem exatamente sobre nós. Quase sessenta anos nos separam dos eventos Ponte dos Espiões e da Guerra Fria. Milhares de quilômetros entre o nosso país e os envolvidos naquele conflito. Ainda assim, podemos achar paralelos e perceber que a história tende a se repetir. Vivemos num mundo de extremos, onde parece que se você não está do nosso lado é automaticamente tachado de uma dezena de termos depreciativos. Essas posições polarizadas deixam pouco espaço para o diálogo, criando uma cortina de ódio perigosa e talvez sem volta. Olhar o outro lado e perceber que estamos lidando com pessoas é a maior mensagem do novo filme de Spielberg, um dos maiores fãs da humanidade.

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