Postagens Etiquetadas ‘Dave Franco’

O Artista do Desastre | Crítica | The Disaster Artist, 2017, EUA

O Artista do Desastre é a tentativa de entender a mente única – o que não é necessariamente um elogio – daquele que fez um dos piores filmes da história e ficou famoso por isso.

O Artista do Desastre | Crítica

Elenco: James Franco, Dave Franco, Seth Rogen, Alison Brie, Ari Graynor, Josh Hutcherson, Jacki Weaver | Roteiro: Scott Neustadter, Michael H. Weber | Baseado em The Disaster Artist: My Life Inside The Room, the Greatest Bad Movie Ever Made (Greg Sestero, Tom Bissell) e The Room (Tommy Wiseau) | Direção: James Franco | Duração: 103 minutes | Cena Extra

Assim como é difícil entender o protagonista, é difícil entender o que querem com O Artista do Desastre. Poderia ser contar a história de uma figura controversa fazendo pouco caso dela, ou uma homenagem ao cineasta que até hoje não sabemos exatamente de onde veio nem ao que veio. Dito isso, a construção da história pende sim para humor, mesmo que depois nos perguntemos se tudo aquilo é digno de pena ou de riso. A história de uma pessoa que vive num mundo próprio tem paralelos com a figura de Ed Wood, mais pela sua excentricidade do que pela sua obra.

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Nerve – Um Jogo Sem Regras | Crítica | Nerve, 2016, EUA

Nerve – Um Jogo Sem Regras pode servir como porta de entrada para outros exemplos mais eficientes do gênero jovem adulto, porém falta imaginação e ousadia à narrativa.

Nerve – Um Jogo Sem Regras (2016)

Elenco: Emma Roberts, Dave Franco, Emily Meade, Juliette Lewis | Roteiro: Jessica Sharzer | Baseado em: Nerve, de Jeanne Ryan | Direção: Henry Joost, Ariel Schulman (Atividade Paranormal 4)

5/10 - "tem um Tigre no cinema"É de se espantar mais uma adaptação do gênero jovem adulto? É como os filmes de Super-Herois, sempre vai ter mais um. Em Nerve – Um Jogo Sem Regras (é de se estranhar o subtítulo nacional, já que o jogo tem regras e deixa isso bem explícito) há o triângulo amoroso, a protagonista saindo de sua zona de conforto e uma leve, mas muito leve mesmo, crítica social. A verdade é que os produtores pouco se importam com qualidade. Mesmo com alguns elementos interessantes durante a projeção, o gênero está tão saturado que a sensação dentro da sala escura do cinema é querer que tudo acabe logo.

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Truque de Mestre | Crítica | Now You See Me, 2013, EUA

Truque de Mestre traz personagens sem carisma e um final que tenta ser inesperado, mas é apenas forçado.

Truque de Mestre, 2013

Com Jesse Eisenberg, Mark Ruffalo, Woody Harrelson, Mélanie Laurent, Isla Fisher, Dave Franco, Michael Caine e Morgan Freeman. Argumento de Boaz Yakin e Edward Ricourt. Roterizado por Ed Solomon, Boaz Yakin e Edward Ricourt. Dirigido por Louis Leterrier (O Incrível Hulk).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Olhando de longe, “Truque de Mestre” engana. Esse parece ser o maior mérito da nova produção do diretor Louis Leterrier, ao tentar lubridiar o espectador com um roteiro que só funciona nem por suas inúmeras conveniências. A história falha também ao apresentar personagens sem carisma, e um final que tenta surpreender e ser inesperado, mas que é forçado demais, prejudicando resultado.

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Meu Namorado é um Zumbi (Warm Bodies, 2013, Canadá) [Crítica]

Meu Namorado é um Zumbi mistura Romeu e Julieta num mundo pós-apocalipse zumbi, o que é um conceito bem interessante.

"Warm Bodies", 2013

Com Nicholas Hoult, Teresa Palmer, Rob Corddry, Dave Franco, Analeigh Tipton, Cory Hardrict e John Malkovich. Roteirizado por Jonathan Levine, baseado no romance de Isaac Marion. Dirigido por Jonathan Levine (50/50).

7/10 - "tem um Tigre no cinema"Meu primeiro professor de cinema dizia que não existem mais histórias originais. Os temas greco-romanos, judaico-cristãos e Shakespeare são o compêndio do que ser humano consegue criar. Pois a formula de “Meu Namorado é um Zumbi” é a mesma base de Romeu e Julieta, um amor impossível, com o tema do momento que são zumbis. Começando de um jeito interessante, revisando o conceito de morto-vivo, o filme cai para romance formulaico.  Poderia ser muito melhor se assumisse o lado de paródia inicial ao invés de buscar agradar o público adolescente feminino, mas, surpreendentemente, é um filme é satisfatório.

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Anjos da Lei (21 Jump Street, 2012, EUA) [Crítica]

O remake para o cinema de Anjos da Lei subverte totalmente a ideia original ao transformá-la em uma comédia. Leia a crítica!

Anjos da Lei

Com Jonah Hill, Channing Tatum, Brie Larson, Dave Franco, Ellie Kemper, Rob Riggle e Ice Cube. Argumento de Jonah Hill e Michael Bacall. Roteiro de Michael Bacall (Scott Pilgrim contra o Mundo). Dirigido por Phil Lord e Chris Miller (Tá Chovendo Hamburguer).

Eu não assistia a série oitentista “Anjos da Lei”, mas lembro da dose policial e dramática. Também não vi sinopse ou trailers dessa adaptação para as telas de cinema. E que grata surpresa foi ver que os responsáveis pegaram o próprio conceito saturado de remakes/reboots e brincaram com isso, subvertendo totalmente a ideia original ao transformá-la em uma comédia. E que comédia! O filme distorce vários clichês dos filmes policiais e de ação, com o fato dele mesmo ser uma “ideia reciclada dos anos 80” e com vários contrastes de não-coincidência da música com o que vemos na tela. Os diretores são competentes no uso de cores e do som e de alguns outros detalhes. É exagerado em algumas partes, com piadas no estilo “American Pie”, com balls e dicks, mas não deixa de ser divertido. Só não leve as crianças. E se você era fã da série original, venha desarmado do que te fazia gostar dela. Os elementos da série não estão no filme. Quero dizer, quase.

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