Todo o Dinheiro do Mundo tem o mal de uma série de cinebiografias, que é apresentar uma história interessante num filme que não é tanto assim.

Todo o Dinheiro do Mundo | Crítica

Elenco: Michelle Williams, Christopher Plummer, Mark Wahlberg, Charlie Plummer, Romain Duris | Roteiro: David Scarpa | Baseado em Painfully Rich: The Outrageous Fortunes and Misfortunes of the Heirs of J. Paul Getty (John Pearson) | Direção: Ridley Scott (Alien: Covenant) | Duração: 133 minutos

Mesmo que Todo Dinheiro do Mundo não fosse marcado como o filme que Kevin Spacey foi limado, ainda assim ele seria uma produção com problemas. Longe da profundidade de outros de seus dramas, Ridley Scott sai do mundo de monstros espaciais para focar novamente naqueles que aparentam ser como nós. Poderíamos até fazer um paralelo do lingafoeda archeronsis, pois um dos personagens diz que ser um Getty é parecer conosco – se levarmos em conta que o xenoformo se esconde em nós. É um drama com o mais antigo motivo do mundo: não o dinheiro em si, mas o poder. Afinal, no fim das contas, quem lucra?

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