Assim como o anterior, Cinquenta Tons de Liberdade vem para confirmar que a trilogia poderia ser encurtada em dois filmes.

Cinquenta Tons de Liberdade | Crítica

Elenco: Dakota Johnson, Jamie Dornan, Arielle Kebbel, Max Martini, Brant Daugherty, Luke Grimes, Rita Ora | Roteiro: Niall Leonard | Baseado em Cinquenta Tons de Liberdade (E. L. James) | Direção: James Foley (Cinquenta Tons Mais Escuros) | Duração: 105 minutos | Cena Extra

Cinquenta Tons de Liberdade vem para fechar a trilogia de algo que não merecia ser uma. Como no filme anterior, o filme de Foley e Leonard é, se tanto, um adendo da história com algum toque de criatividade da primeira parte, mas que definitivamente não tem o que contar para uma história de 100 minutos. E ao repetir os mesmos erros que o outro caminhou, a história é desinteressante ao ponto de não confiar nela mesma e até admitindo isso com cenas de sexo que aparecem apenas para manter o selo de filme erótico, algo forçado, longe da naturalidade que gosta de passar.

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