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Viva: A Vida é Uma Festa | Crítica | Coco, 2017, EUA

Viva: A Vida é uma Festa atinge diferentes faixas etárias por causa de suas diferentes camadas, além de mostrar como outra cultura encara a morte.

Viva: A Vida é uma Festa | Crítica

Elenco: Anthony Gonzalez, Gael García Bernal, Benjamin Bratt, Alanna Ubach, Renée Victor, Ana Ofelia Murguía, Edward James Olmos | Roteiro: Adrian Molina, Matthew Aldrich | Argumento: Lee Unkrich, Jason Katz, Matthew Aldrich, Adrian Molina | Direção: Lee Unkrich (Toy Story 3)

Bonito por fora e emocionante por dentro, assim é Viva: A Vida é uma Festa. A produção é uma daquelas com selo Disney•Pixar de qualidade onde as diferentes faixas etárias irão curtir por motivos diferentes. É um amplo espectro, vindo desde as crianças, por causa das cores e das situações engraçados, até os adultos que vão se identificar pela mensagem. A maturidade do estúdio foi atingida em Divertida Mente (Inside Out, 2015, Dir Pete Docter), mas nada que tire o brilho próprio desse filme que volta os olhos para a dificuldade de ser o que somos, a busca por um equilíbrio, perdão e amor incondicional. Além de focar numa cultura que celebra a morte de maneira diferente.

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Doutor Estranho | Crítica | Doctor Strange, 2016, EUA

Doutor Estranho abre a fase mística do Universo Cinemático Marvel apostando em efeitos especiais e no peso do elenco.

Doutor Estranho (2016)

Elenco: Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Rachel McAdams, Benedict Wong, Michael Stuhlbarg, Benjamin Bratt, Scott Adkins, Mads Mikkelsen, Tilda Swinton | Roteiro: Scott Derrickson, C. Robert Cargill | Argumento: Jon Spaihts, Scott Derrickson, C. Robert Cargill | Baseado em: Doutor Estranho (Steve Ditko) | Direção: Scott Derrickson (A Entidade 2)

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Mesmo que a Marvel Studios tenha investido em fórmulas que vão sendo repetidas a cada introdução de um personagem novo nos cinemas é preciso admitir que, de maneira geral, o estúdio tem entregado produções divertidas. Começando com uma fase científica, passando pela cósmica, Doutor Estranho entra de vez no mundo místico desse universo de super-seres. Visualmente impressionante, ainda que certos elementos já tenham sido usados em outras produções, o filme trabalha com pequenos paralelos do universo que participa e, apesar de ser um conto de origens, é dinâmico o suficiente para não cansar a audiência nas quase duas horas de projeção.

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