Postagens Etiquetadas ‘Toby Kebbell’

Planeta dos Macacos: A Guerra | Crítica | War for the Planet of the Apes, 2017, EUA

No fechar das cortinas Planeta dos Macacos: A Guerra encontra a sua merecida maturidade.

Planeta Macacos: A Guerra (War for the Planet of the Apes) | Review

Elenco: Andy Serkis, Woody Harrelson, Steve Zahn, Amiah Miller, Toby Kebbell | Roteiro: Mark Bomback, Matt Reeves | Baseado em: Planeta dos Macacos (Pierre Boulle) | Direção: Matt Reeves (Planeta dos Macacos: O Confronto) | Duração: 140 minutos | 3D: Relevante

Planeta dos Macacos sempre foi uma grande metáfora, seja no livro de Pierre Boulle, a versão de 1968 ou reboot de 2011. E Planeta dos Macacos: A Guerra entra no rol das trilogias não devem ser separadas para ser degustada. Tirando a roupagem da ficção científica e analisando com mais atenção, esse é mais uma história que tenta explicar a razão do ódio contra uma raça inteira, sendo que esses alvos nunca foram responsáveis ou culpados de nada – esse peso recaí nos ombros do outro lado. Sem receio de fechar a história de maneira messiânica, a nova produção de Matt Reeves é a mais séria e madura dos três filmes ao mostrar os horrores da guerra e como ela muda as pessoas.

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Kong: A Ilha da Caveira | Crítica | Kong: Skull Island, 2017, EUA

O Rei não está morto! Viva longa ao Rei em Kong: A Ilha da Caveira – que falha no desenvolvimento de alguns personagens, mas diverte.

Kong: A Ilha da Caveira (2017)

Elenco: Tom Hiddleston, Samuel L. Jackson, John Goodman, Brie Larson, Jing Tian, Toby Kebbell, John Ortiz, Corey Hawkins, Jason Mitchell, Shea Whigham, Thomas Mann, Terry Notary, John C. Reilly | Argumento: John Gatins, Dan Gilroy | Roteiro: Dan Gilroy, Max Borenstein, Sevak Anakhasyan | Baseado em: King Kong (Merian C. Cooper, Edgar Wallace) | Direção: Jordan Vogt-Roberts (Os Reis do Verão) | Duração: 118 minutos | 3D: Relevante | Cena Pós-Créditos

Alguns personagens são tão eternos que fica uma ponta de duvida em revisitá-los. Apenas para confirmar que a nostalgia é a onda da vez, Kong: A Ilha da Caveira é tanto uma homenagem ao personagem de 1933 como uma reimaginação do icônico personagem, atualizando questões já defasadas na refilmagem de 1976. É uma produção que abraça a fantasia e aventura desde o princípio, diverte a audiência e levanta o mesmo tema de antes, mas que continua atual: tememos o que não entendemos. Mesmo que tenha alguns clichês, a história subverte temas e nos presenteia com algumas surpresas. Principalmente para os fãs dos clássicos monstros gigantes.

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Sete Minutos Depois da Meia Noite | Crítica | A Monster Calls, 2016, Espanha-EUA-Reino Unido

Sete Minutos Depois da Meia Noite é uma experiência dura de ser encarada e exatamente por isso que é tão importante ser vivida.

Sete Minutos Depois da Meia Noite (2016)

Elenco: Sigourney Weaver, Felicity Jones, Toby Kebbell, Lewis MacDougall, Liam Neeson | Roteiro: Patrick Ness | Baseado em: A Monster Calls (Patrick Ness) | Direção: J. A. Bayona (O Impossível) | Duração: 108 minutos

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Como seres humanos, às vezes gostamos de pensar que somos de algum jeito especiais: o povo escolhido, a nação abençoada por Deus, os melhores do mundo. Essas são, no entanto, fugas da falibilidade da vida. Buscamos nos esconder em coisas como a arte de coisas que não há escapatória, até das mais naturais como a morte.  Sete Minutos Depois da Meia Noite coloca essa fuga em termos simbólicos, representado por um gigante que a passos largos se aproxima de você cada vez mais, algo tão grande que eventualmente não poderemos sequer desviar os olhos, numa trama profunda e melancólica que é tão forte quanto os braços do personagem que sai da terra para fazer que encaremos a nossa própria complexidade de frente.

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Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos | Crítica | Warcraft (2016) EUA

Warcraft (2016)

Com Travis Fimmel, Paula Patton, Ben Foster, Dominic Cooper, Toby Kebbell, Ben Schnetzer e Robert Kazinsky. Roteirizado por Charles Leavitt e Duncan Jones. Baseado nos personagens de Chris Metzen. Dirigido por Duncan Jones (Contra o Tempo).

Cansativo, previsível e extremamente bem feito, Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos sofre da sina da transposição do mundo dos games para o cinema.


3/10 - "tem um Tigre no cinema"Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos
cansa. Infelizmente, é uma experiência terrível para todos os sentidos. Ação demais e tempo de menos para assimilar os elementos. Não bastasse ser um filme de magia genérico – mesmo que não fossemos esperar mais que isso – tem atuações horríveis, é mal editado, conta com uma trilha sonora que não para de martelar na sua cabeça e tem um dos piores males do cinema de entretenimento, que é ter sido criado claramente para ser uma saga cinematográfica, sofrendo do mal de não se fechar em si. Ainda que seja deslumbrante e extremamente bem feito na área do som e dos efeitos especiais, é uma produção sequer divertida.

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Quarteto Fantástico | Crítica | Fantastic Four, 2015, EUA

Ao não aprender com os erros do passado, o novo Quarteto Fantástico não percorreu o caminho para se tornar verdadeiramente fantástico.

Fantastic Four, 2015

Com Miles Teller, Michael B. Jordan, Kate Mara, Jamie Bell, Toby Kebbell, Reg E. Cathey e Tim Blake Nelson. Roteirizado por Simon Kinberg e Jeremy Slater, Josh Trank, baseado nos quadrinhos de Stan Lee, Jack Kirby. Dirigido por Josh Trank (Poder Sem Limites).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Se eu fosse supersticioso, diria que existe uma maldição envolvendo qualquer coisa ligada às versões cinematográficas de Reed Richards e companhia. Como não é o caso, o provável é que os produtores não conseguem olhar para trás e aprender com os erros do passado. E a prova cabal é o novo Quarteto Fantástico. Falta firmeza na direção, carisma na maioria dos personagens, é recheado de atuações que variam entre o fraco e o mediano e nem mesmo os efeitos especiais, que poderiam ser o carro chefe da produção, empolgam. A impressão final é que esse é um filme que serviu apenas para segurar os direitos da franquia na esperança que haja um sucesso comercial suficiente para que na continuação as coisas se acertem.

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Planeta dos Macacos: O Confronto | Crítica | Dawn of the Planet of the Apes, 2014, EUA

Planeta dos Macacos: O Confronto tem todos os elementos para destaca-lo no mar de remakes, reboots e continuações. Empolgante, dramático e tecnicamente impecável.

Dawn of the Planet of the Apes, 2014

Com Andy Serkis, Jason Clarke, Gary Oldman, Keri Russell, Toby Kebbell, Karin Konoval, Doc Shaw, Kirk Acevedo e Kodi Smit-McPhee. Roteirizado por Mark Bomback, Rick Jaffa e Amanda Silver, baseado na obra de Pierre Boulle. Dirigido por Matt Reeves (Cloverfield).

9,5/10 - "tem um Tigre no cinema"Em um mundo cercado por continuações, remakes e reboots é um alívio constar que ainda há aqueles que se preocupam com um bom resultado ao invés de pensar apenas no retorno financeiro. Oitava ampliação nos cinemas do livro de Pierre Boulle, Planeta dos Macacos: O Confronto tem todos os elementos para destaca-lo no mar do começo do parágrafo. É empolgante, dramático e tecnicamente impecável. Fazendo uma brincadeira com um filme de super-herói lançado nos anos 1970, você vai acreditar que um macaco pode falar.

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Cavalo de Guerra | Crítica | War Horse, 2011, EUA

Cavalo de Guerra é mais um filme onde Spielberg fala mais uma vez do espírito humano, mas cai para o piegas com seus personagens sem tons de cinza.

Cavalo de Guerra

Com Jeremy Irvine, Emily Watson, Peter Mullan, David Thewlis, Benedict Cumberbatch, Tom Hiddleston, Eddie Marsan, Toby Kebbell e Niels Arestrup. Roteiro de Richard Curtis (Um Lugar Chamado Notting Hill) e Lee Hall (Orgulho e Preconceito), baseado no romance de Michael Morpurgo. Dirigido por Steven Spielberg (A Lista de Schindler).

Tenho que admitir: Cavalo de Guerra  não me chama a atenção pelo seu título. Mas foi para Spielberg o suficiente para que o colocasse em tela. Sem eu ter conhecimento nenhum do livro que o inspirou, essa história discute laços entre irmãos, não necessariamente de sangue, e o cavalo Joey é a linha comum que os une. Apesar do conto emocionante e muito humano, típico nos trabalhos do diretor, o filme peca por ser um tanto piegas e por ter personagens de caráter exagerados.

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