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The Rover – A Caçada | Crítica | The Rover, 2014, Austrália

The Rover, 2014

Com Guy Pearce, Robert Pattinson, Scoot McNairy e Gillian Jones. Roteirizado e dirigido por David Michôd.

7,5 - "tem um Tigre no cinema"Filmes silenciosos, em geral, são difíceis de serem aceitos. Nem é culpa do espectador, porque acontece do diretor se perder ao contar uma história. Em The Rover – A Caçada, David Michôd consegue usar o silêncio de modo a contribuir para a história. Com poucos diálogos e onde as coisas passam devagar, tais momentos servem de reflexão para entendermos esse mundo vazio e torpe, e encontramos paralelos com a nossa realidade.

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O Homem da Máfia (Killing Them Softly, 2012, EUA) [Crítica]

Com  Brad Pitt, Richard Jenkins, James Gandolfini, Ray Liotta, Scoot McNairy, Ben Mendelsohn e Sam Shepard. Baseado no romance de  George V Higgins. Escrito e dirigido por Andrew Dominik (O Assassinato de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford).

O mundo da máfia está cheio de seres desprezíveis e detestáveis. E Andrew Dominik mostra isso com primor na sua terceira empreitada no cinema com “O Homem da Máfia”, ao nos contar uma história cheia de violência, torpor e tridimensionalidade dos personagens. Existe também uma crítica ao período de transição entre o fim da presidência Bush e a eleição de Obama, mas também à política em geral, e até mesmo à história oficial e amplamente conhecida. O filme é um primor aos olhos, passando pelas atuações, direção, e decisões de câmeras e fotografia, e até a falta de trilha sonora nos trazem uma imperdível produção.

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Argo (Argo, 2012, EUA) [Crítica]

Com Alan Arkin,Ben Affleck[bb], John Goodman[bb], Scoot McNairy, Taylor Schilling, Tate Donovan, Nelson Franklin, Kyle Chandler, Clea DuVall e Bryan Cranston[bb]. Roteirizado por Chris Terrio. Dirigido por Ben Affleck (Atração Perigosa).

“Argo” já começa nos transportando aos anos 1980. Ao invés de usar a marca atual da Warner, o estúdio permitiu que o diretor usasse a versão da época, dando um ar quase retrô ao filme. Ao contar um episódio que ficou por um bom tempo como segredo de estado, Affleck foge da tentação de enaltecer todos os atos de seu país, ao criticar a influência que o governo americano teve no episódio da revolução iraniana em 1979. O filme consegue criar uma ótima atmosfera de drama, e também mistura passagens de comédia ao usar de metalinguagem para criticar também a própria indústria que o sustenta. Juntando isso com um roteiro e personagens bem desenvolvidos, Aflleck e Terrio entregam mais um ótimo filme para melhorar o ano de 2012.

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