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Alice Através do Espelho | Crítica | Alice Through the Looking Glass (2016) EUA

Alice Através do Espelho (2016)

Com Johnny Depp, Anne Hathaway, Mia Wasikowska, Rhys Ifans, Helena Bonham Carter, Sacha Baron Cohen, Alan Rickman, Stephen Fry, Michael Sheen e Timothy Spall. Roteirizado por Linda Woolverton, baseado nos personagens de Lewis Carroll. Dirigido por James Bobin (Muppets 2: Procurados e Amados)

Sem graça e sem alma, Alice Através do Espelho é o pior da indústria cinematográfica: um entretenimento belo e vazio.

3/10 - "tem um Tigre no cinema"Se a primeira adaptação do universo de Lewis Caroll nas mãos de Tim Burton era uma aventura passageira, a continuação é menos que um reflexo do primeiro. Alice Através do Espelho peca por se concentrar demais no vislumbre visual que é – tanto que a sinopse dada no canal oficial do Youtube da Disney destaca mais as partes técnicas – sem ter o cuidado de criar uma história no mínimo cativante. Pelo contrário, é uma narrativa óbvia demais, que mal serve para divertir o espectador ou até mesmo crianças. É o retrato extremo dos blockbusters, feito na esperança de arrancar algum dinheiro da plateia incauta.

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Os Miseráveis (Les Misérables, 2012, Reino Unido) [Crítica]

"Lés Miserables", 2012

Com  Hugh Jackman, Russell Crowe, Anne Hathaway, Amanda Seyfried, Eddie Redmayne, Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen. Roteirizado por  William Nicholson, Alain Boublil, Claude-Michel Schönberg e Herbert Kretzmer, baseados na montagem da Broadway e no romance de Victor Hugo. Dirigido por Tom Hooper (O Discurso do Rei).

9/10 - "tem um Tigre no cinema"O que acontece ao vermos injustiças costuma ser asco, se você não é nenhum sociopata. E a belíssima história escrita por Victor Hugo em 1862 mostra o estado de pessoas miseráveis e destroçadas, tanto em espírito quanto na sua pobreza financeira. Mas com grande esperança, o autor também compreendia que o espírito humano é capaz de enormes feitos. E o diretor Tom Hooper consegue passar essa emoção durante vários momentos de “Os Miseráveis”. Mesmo transportando a versão musical da Broadway para o cinema, o que pode afastar um público que não é apreciador de um gênero que vai ser cantado do início ao fim, é impossível não se apaixonar e se emocionar com os temas entoados. A história universal de dor, esperança e redenção foram muito bem construídos na nova versão para os cinemas da história e que, apesar de alguns pouco erros, deve emocionar quem assiste.

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“Os Miseráveis” – Veja o cartaz nacional do filme [#News 28]

A Universal Pictures Brasil divulgou hoje o cartaz brasileiro do filme “Os Miseráveis” (Les Miserables), filme que tem no elenco Hugh Jackman (Jean Valjean), Russell Crowe (Inspetor Javert), Anne Hathaway (Fantine), Amanda Seyfried (Cosette), Sacha Baron Cohen (Thénardier) e Helena Bonham Carter (Madame Thénardier). O roteiro é assinado por William Nicholson (de Gladiador) e dirigido por Tom Hooper (O Discurso do Rei). O filme estreia nos Estados Unidos em 25 de dezembro, mas aqui só em 1º de fevereiro de 2013.

"Os Miseráveis" - Poster brasileiro

A Invenção de Hugo Cabret (Hugo, 2011, EUA) [Crítica]

Com Ben Kingsley, Asa Butterfield, Chloë Grace Moretz, Sacha Baron Cohen, Emily Mortimer, Jude Law e Christopher Lee. Escrito por  John Logan (Rango), baseado no livro de Brian Selznick. Dirigido por Martin Scorsese (O Aviador).

A expectativa era grande. “Hugo” é uma grande homenagem ao cinema. Ver na tela Georges Méliès, suas criações e ideias serem apresentadas para um novo público é emocionante para qualquer cinéfilo. E nesse clima nostálgico, o grande diretor Scorsese nos leva para a Paris do começo dos anos 1930 numa tentativa de fazer um filme infantil.  Tem momentos comoventes, mas o roteiro é tão previsível e com poucos momentos marcantes que essa reverência ao cinema clássico se sobrepõe à história do personagem principal, enquanto o ideal seria encontrar um equilíbrio. Com personagens paralelos e alívios cômicos que parecem fora de lugar, “Hugo” não deve ficar muito tempo na memória dos espectadores. É um filme que será lembrado mais pela sua perfeição visual e técnica, com seu encantador 3D na sua profundidade de campo do que outros filmes que souberam explorar mais o emocional. Ganhou os Oscar de “Melhor Fotografia”, “Melhor Direção de Arte”, “Melhores Efeitos Especiais”, “Melhor Edição de Som” e “Melhor Mixagem”.

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