Postagens Etiquetadas ‘Riley Keough’

Logan Lucky: Roubo em Família | Crítica | Logan Lucky, 2017, EUA

Logan Lucky: Roubo em Família tem momentos divertidos, mas está longe de ser lembrado com destaque na carreira de Soderbergh

Logan Lucky: Roubo em Família | Crítica

Elenco: Channing Tatum, Adam Driver, Seth MacFarlane, Riley Keough, Katie Holmes, Katherine Waterston, Dwight Yoakam, Sebastian Stan, Hilary Swank, Daniel Craig | Roteiro: Rebecca Blunt | Direção: Steven Soderbergh (Onze Homens e um Segredo)

Depois de três filmes de roubos com ares de comédia e aventura, estava claro que em Logan Lucky: Roubo em Família Steven Soderbergh se encontrasse em território familiar. A questão é que esse é o menos soderberghriano de seus filmes, principalmente nos quesitos técnicos, com muitas câmeras fixas, mas que mantém a busca para compensar injustiças. O que não quer dizer que seja uma má experiência; apenas uma de menor interesse na já vasta filmografia do diretor. Porém, o filme ganha a atenção pelas atuações carismáticas, situações exageradas e um clima que parece uma piada no estilo “um manco, um maneta e dois rednecks entram num bar“.

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Ao Cair da Noite | Crítica | It Comes at Night, 2017, EUA

Ao Cair da Noite retrata o primeiro medo que todos nós tivemos e o transforma numa assustadora história que não se prende necessariamente à rótulos de gênero.

Ao Cair da Noite (It Comes at Night) | Crítica

Elenco: Joel Edgerton, Christopher Abbott, Carmen Ejogo, Kelvin Harrison Jr., Riley Keough | Roteiro e direção: Trey Edward Shults (Krisha) | Duração: 91 minutos

Nota 10 - um Tigre no cinemaO seu primeiro medo, provavelmente, foi o medo do escuro: o nada, o vazio e a incerteza te envolveram e resultaram num choro, quebrado pela luz do seu quarto com seus pais correndo para você. Já crescido, Shults transformou esse medo primal em Ao Cair da Noite, um daqueles filmes que discutiremos se tratar de um suspense – por não sabermos exatamente o resultado da trama – ou um terror – porque as situações são aterrorizantes. Ao usar elementos como a câmera que fixa em pontos apenas iluminados com a luz de lanternas, o diretor nos joga num cenário de medo e tensão num lugar tão comum como é a casa da família dos protagonistas. E não se sentir seguro no próprio lar é verdadeiramente um dos maiores terrores que podemos passar.

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Mad Max: Estrada da Fúria | Crítica | Mad Max: Fury Road, 2015, EUA

Mad Max: Estrada da Fúria é uma aula de como se faz cinema de ação e supera todos os seus antecessores!

Mad Max: Fury Road, 2015

Com Tom Hardy, Charlize Theron, Nicholas Hoult, Hugh Keays-Byrne, Rosie Huntington-Whiteley, Riley Keough, Zoë Kravitz, Abbey Lee, Courtney Eaton. Roteirizado por George Miller, Brendan McCarthy e Nico Lathouris. Dirigido por George Miller (Mad Max).

10/10 - "tem um Tigre no cinema"George Miller é o maior fã de Mad Max, universo que ele próprio criou. O septuagenário diretor então esperou vários anos para mostrar ao mundo e aos outros fãs a visão definitiva desse universo. E a missão foi cumprida com Mad Max: Estrada da Fúria. Num misto de reboot e continuação, o diretor atualiza o seu estilo, ao mesmo tempo em que o mantém. São sequências impressionantes, muita velocidade e personagens que, mesmo não sendo muito aprofundados, cativam o espectador em uma verdadeira aula de como se fazer um blockbuster. Durante as duas horas, você será levado para um mundo que, apesar de futurista, tem um discurso familiar para nós, enquanto embarcamos numa aventura tão insana e louca quanto um guitarrista que toca seu instrumento presa a um caminhão.

Sinopse oficial

Assombrado por seu turbulento passado, Max (Hardy) acredita que a melhor maneira de sobreviver é vagar sozinho. No entanto, ele é levado por um grupo em fuga através da Wasteland em um War Rig dirigido por uma Imperatriz de elite chamada Furiosa (Theron). Eles estão fugindo de uma cidadela tiranizada por Immortan Joe (Keays-Byrne), que teve algo insubstituível roubado. Enfurecido, o senhor da guerra convoca todas as suas gangues e persegue os rebeldes impiedosamente na estrada de guerra que se segue.”

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