Postagens Etiquetadas ‘Richard Jenkins’

Os Suspeitos | Crítica | Prisoners, 2013, EUA

Prisioners, 2013

Com Hugh Jackman, Jake Gyllenhaal, Viola Davis, Maria Bello, Terrence Howard, Melissa Leo e Paul Dano. Roteirizado por Aaron Guzikowski. Dirigido por Denis Villeneuve (Incêndios).

10/10 - "tem um Tigre no cinema"É preciso que a nossa mente seja desafiada constantemente. “Os Suspeitos” é uma daquelas produções que amarram com excelência simplesmente tudo. Roteiro, direção, atuações, fotografia, música, montagem, nada escapou dos olhos de Denis Villeneuve na história que transforma todos em Prisioneiros – título que deveria ter sido mantido em português –, inclusive nós espectadores. Além de ser tenso e denso, o diretor entrega as pistas sutilmente, e mostra como um filme de suspense deve ser.

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Jack Reacher – O Último Tiro (Jack Reacher, 2012, EUA) [Crítica]

"Jack Reacher", 2012

Com Tom Cruise, Rosamund Pike, Richard Jenkins, David Oyelowo, Joseph Sikora, Alexia Fast, Jai Courtney, Robert Duvall e Werner Herzog. Roteirizado e dirigido por Christopher McQuarrie (Os Suspeitos).

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Jack Reacher é um personagem de uma série de livros do estilo policial. Portanto a primeira pergunta que a maioria tende a perguntar é como Tom Cruise topou encarnar mais um personagem no estilo agente secreto. Mas Jack é diferente de Ethan Hunt, o herói da série Missão: Impossível 1, 2, 3 e Protocolo Fantasma. A história não se distancia muito de feitos de outros filmes de ação, mas o resultado agrada e agora temos mais um personagem misterioso e cheio de truques que farão parte do time de (anti) heróis do cinema. Alguns podem ver como uma coleção de clichês. Mas a melhor definição é que o filme é uma homenagem ao estilo.

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O Homem da Máfia (Killing Them Softly, 2012, EUA) [Crítica]

Com  Brad Pitt, Richard Jenkins, James Gandolfini, Ray Liotta, Scoot McNairy, Ben Mendelsohn e Sam Shepard. Baseado no romance de  George V Higgins. Escrito e dirigido por Andrew Dominik (O Assassinato de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford).

O mundo da máfia está cheio de seres desprezíveis e detestáveis. E Andrew Dominik mostra isso com primor na sua terceira empreitada no cinema com “O Homem da Máfia”, ao nos contar uma história cheia de violência, torpor e tridimensionalidade dos personagens. Existe também uma crítica ao período de transição entre o fim da presidência Bush e a eleição de Obama, mas também à política em geral, e até mesmo à história oficial e amplamente conhecida. O filme é um primor aos olhos, passando pelas atuações, direção, e decisões de câmeras e fotografia, e até a falta de trilha sonora nos trazem uma imperdível produção.

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