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Moonlight: Sob a Luz do Luar | Crítica | Moonlight, 2016, EUA

Moonlight: Sob a Luz do Luar é tão impactante quanto socos de verdade.

Moonlight: Sob a Luz do Luar (2016)

Elenco: Trevante Rhodes, André Holland, Janelle Monáe, Ashton Sanders, Jharrel Jerome, Naomie Harris, Mahershala Ali | Baseado em: In Moonlight Black Boys Look Blue (Tarell Alvin McCraney) | Roteiro e direção: Barry Jenkins | Duração: 111 minutos

Nota 10 - um Tigre no cinemaApesar da pouca violência gráfica Moonlight: Sob a Luz do Luar é um daqueles filmes que saímos o impacto das pancadas. É um retrato por meio de filme de um ciclo de violência que acomete os isolados da sociedade. Focando na questão da representatividade negra e homossexual, o diretor Barry Jenkins nos conta por momentos distintos de um jovem descobrindo a si mesmo a análise de um cenário para entendermos melhor o peso da criação quando se trata das escolhas que tomamos na vida – ou achamos que tomamos – em um ambiente quase atemporal, numa viagem melancólica, bela e triste como os tons da fotografia.

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Rainha de Katwe | Crítica | Queen of Katwe, 2016, EUA

Rainha de Katwe (2016)

Elenco: David Oyelowo, Lupita Nyong’o, Madina Nalwanga | Roteiro: William Wheeler | Baseado em: The Queen of Katwe: A Story of Life, Chess, and One Extraordinary Girl’s Dream of Becoming a Grandmaster (Tim Crothers) | Direção: Mira Nair

Rainha de Katwe é uma contagiante história de superação e uma importante produção para a representatividade negra e feminina.

 

9/10 - "tem um Tigre no cinema"Há uma alegria contagiante em Rainha de Katwe. Ao invés de se perder no melodrama, a diretora Mira Nair prefere contar a força de um povo num filme onde a crítica social anda de mãos dadas com o entretenimento do cinema. As cenas que se passam na favela de Katwe são duras e muitas vezes tristes, mas o lugar não é usado como muleta narrativa. Os acontecimentos dali tem a função de nos tirarem do lugar de conforto, uma realidade que a maioria de nós não vive. O cinema torna-se então uma plataforma para uma cultura pouco explorada em produções ocidentais, quebrando paradigmas hollywoodianos com um elenco majoritariamente negro e com uma mulher na direção para sair do marasmo tão conhecido por nós.

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