Postagens Etiquetadas ‘Morgan Freeman’

Despedida em Grande Estilo | Crítica | Going in Style, 2017, EUA

O remake de Despedida em Grande Estilo é uma diversão leve e engraçada que consegue encontrar também um tom melancólico.

Despedida em Grand Estilo (Going in Style) 2017

Elenco: Morgan Freeman, Michael Caine, Alan Arkin, Matt Dillon, Christopher Lloyd, John Ortiz | Roteiro: Theodore Melfi (Estrelas Além do Tempo) | Baseado em: Despedida em Grande Estilo (Martin Brest, 1979) | Direção: Zach Braff (Lições em Família) | Duração: 96 minutos

A intenção de Despedida em Grande Estilo é fazer a audiência se sentir bem, assim como qualquer um daqueles clássicos que reprisam várias vezes na TV (chamados de “Sessão da Tarde”). Ao mesmo tempo, há uma tristeza inerente sobre como os idosos são tratados – isso, em especial, pode pegar os brasileiros com os rumos atuais de algumas decisões políticas. Assim, a produção não tem grandes pretensões além de ser divertido e um tanto leve, mesmo que use alguns elementos sérios para isso, contando com a ajuda do trio de protagonistas que de tão soltos parecem estar interpretando a si mesmos.

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Ted 2 | Crítica | Ted 2, 2015, EUA

Ted está de volta com sua boca suja e com mais sêmen do que antes. Que triste…

Ted 2, 2015

Com Mark Wahlberg, Seth MacFarlane, Amanda Seyfried, Giovanni Ribisi, John Slattery, Jessica Barth, Morgan Freeman, Patrick Stewart. Roteirizado por Seth MacFarlane, Alec Sulkin, Wellesley Wild. Dirigido por Seth MacFarlane (Ted).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Se eu fosse mais ligado à área da psicologia, com certeza interpretaria melhor os signos que Seth MacFarlane usou em Ted 2, e isso não é um elogio. Desde seu filme anterior, o diretor tem uma fixação muito estranha com fluidos corporais, evoluindo – não no bom sentido – aquelas piadas das comédias dos anos 1980. Diferente do ótimo filme original, aqui há exageros demais, piadas fracas, óbvias e sem timming. Há algumas exceções, como as participações especiais, e a brincadeira visual de dois personagens secundários. Perdido inclusive tecnicamente, é melhor McFarlane continuar nas piadas e gags de suas séries de TV, onde o formato aparentemente funciona melhor.

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Seven: Os Sete Crimes Capitais | TigreCast #71 | Podcast

Podcast sobre Seven, filme de David Fincher com com Brad Pitt, Morgan Freeman e Kevin Spacey lançado em 1995. Ouve aí!

Seven | TigreCast 71

This isn’t going to have a happy ending.”

Impossível não nos lembrarmos desse filme da década de 1990. Hoje, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Matheus Des (@matheusdes) discorrem sobre uma obra cheia de surpresas, violento, impactante e altamente hipnotizando que é Seven: Os Sete Crimes Capitais (Se7en, 1995), com Brad Pitt, Morgan Freeman e Kevin Spacey.

Falamos da carreira de David Fincher – seus clipes e filmes – os estilos de câmera do diretor, as atuações do trio, detalhes do roteiro e temas desse filme que tem o final mais chocante em muitos anos na história do cinema nessa cidade…. qual cidade mesmo?

E não se esqueçam de John Doe…

Como de costume, spoilers liberados!

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Lucy | Crítica | Lucy, 2014, França

Em Lucy, Luc Besson tenta compensar cenas de ação interessantes e uma atriz que é um espetáculo de tão bonita, mas se perde nos pontos frágeis da produção

Lucy, 2014

Com Scarlett Johansson, Morgan Freeman, Amr Waked e Choi Min-sik. Roteirizado e dirigido por Luc Besson (O Quinto Elemento).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"A suspensão de descrença, inúmeras vezes, é tão ligada ao cinema como é a montagem, a trilha sonora ou próprio modo de contar a história. O problema é o exagero. Em Lucy, Luc Besson espera que essa aceitação esteja tão alta no espectador que, ao compensa-lo com cenas de ação interessantes e uma atriz que é um espetáculo de tão bonita, esqueça-se dos pontos frágeis da produção. Se não se levasse a sério, estaria tudo bem. Mas ao fazer ao contrário, o diretor insulta a inteligência de quem vê.

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Uma Aventura Lego | Crítica | The Lego Movie, 2014, EUA

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9/10 - "tem um Tigre no cinema"Com Chris Pratt, Will Ferrell, Elizabeth Banks, Will Arnett, Charlie Day, Liam Neeson, Morgan Freeman, Channing Tatum, Jonah Hill, Cobie Smulders, Anthony Daniels, Keith Ferguson e Billy Dee Williams. Roteirizado por Phil Lord e Chris Miller. Argumento de Dan Hageman, Kevin Hageman, Phil Lord, Chris Miller. Dirigido por Phil Lord e Chris Miller (Tá Chovendo Hambúrguer).

Há duas qualidades em um filme infantil que o fazem marcante: não tratar as crianças como idiotas e não ser uma penúria para os pais assistirem. Assim é “Uma Aventura Lego”. Essa produção multicolorida traz elementos que fazem parte da imaginação da criança, e com seu roteiro leve, dinâmico e divertido, se torna uma atração digna de nota para qualquer idade. Apostando numa certa nonsense, o filme desafia a lógica adulta, mas é incrivelmente justificada ao emular a imaginação infantil, o que se mostrou um grande desafio, tanto quanto animar peças Lego.

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RapaduraCast 354 – Capitão Phillips, Como Não Perder Essa Mulher e Última Viagem a Vegas [#NEWS]

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O Rapaduracast está entre os podcast que acompanho faz tempo. Passou tempo, criei meu blog com críticas, meu próprio cast e nunca deixei de ouvi-los. Eis que o Jurandir Filho me chamou para participar de um cast com ele e o Thiago Siqueira. Dando pulos de alegria aqui 😉 Por isso, ouçam!

Bora ouvir o #rapaduracast sobre Capitão Phillips, Como Não Perder essa Mulher (Don Jon) e Última Viagem a Vegas (SEM SPOILERS) http://cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast-podcast/314033/rapaduracast-354-capitao-phillips-como-nao-perder-essa-mulher-e-ultima-viagem-a-vegas/
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Truque de Mestre | Crítica | Now You See Me, 2013, EUA

Truque de Mestre traz personagens sem carisma e um final que tenta ser inesperado, mas é apenas forçado.

Truque de Mestre, 2013

Com Jesse Eisenberg, Mark Ruffalo, Woody Harrelson, Mélanie Laurent, Isla Fisher, Dave Franco, Michael Caine e Morgan Freeman. Argumento de Boaz Yakin e Edward Ricourt. Roterizado por Ed Solomon, Boaz Yakin e Edward Ricourt. Dirigido por Louis Leterrier (O Incrível Hulk).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Olhando de longe, “Truque de Mestre” engana. Esse parece ser o maior mérito da nova produção do diretor Louis Leterrier, ao tentar lubridiar o espectador com um roteiro que só funciona nem por suas inúmeras conveniências. A história falha também ao apresentar personagens sem carisma, e um final que tenta surpreender e ser inesperado, mas que é forçado demais, prejudicando resultado.

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Oblivion (Oblivion, 2013, EUA) [Crítica]

"Oblivion", 2013

Com Tom Cruise, Olga Kurylenko, Andrea Riseborough, Morgan Freeman, Melissa Leo e Nikolaj Coster-Waldau. Roteirizado por Joseph Kosinski, William Monahan, Karl Gajdusek e Michael Arndt, baseado nos quadrinhos de Joseph Kosinski e Arvid Nelson. Dirigido por Kosinski (Tron: O Legado).

6/10 - "tem um Tigre no cinema"A condição humana já foi objeto de estudos várias vezes na ficção científica. A revisitação do tema em “Oblivion” – adaptada de uma história em quadrinhos – faz um serviço mediano. O roteiro tem problemas de percalço por causa do quadrilátero de roteiristas. E apesar do protagonista ser um tanto canastrão, é muito fácil de acreditarmos no que ele faz em tela. Também existem decisões erradas na direção de Kosinski e na trilha sonora num filme que tinha potencial.

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Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Crítica | The Dark Knight Rises, 2012, EUA

Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge é um belo fim, mesmo não sendo perfeito. Leia a crítica!

Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge

Com Christian Bale, Gary Oldman, Tom Hardy, Anne Hathaway, Marion Cotillard e Morgan Freeman. Roteirizado por Christopher Nolan, Jonathan Nolan e David S. Goyer. Dirigido por Christopher Nolan.

“In Nolan We Trust”. Essa frase foi muito usada na internet para mensurar como estávamos confiantes na conclusão da Trilogia Batman nas mãos de Christopher e Jonathan Nolan e David S. Goyer. Depois de sete anos, chegamos a um belo fim. O filme não é perfeito, mas chega bem perto disso. Não é só um ótimo filme, mas também não deixa ponta soltas, e fecha a trilogia de um jeito que poucas séries desse tipo conseguiram. Todos os atores estão muito bem na produção e a música de Hans Zimmer também encontra seu ciclo. Alguns detalhes fazem que o filme não chegue no mesmo patamar do anterior, mas ele consegue ser um pouco melhor do que “Batman Begins” (de 2005). A única coisa triste é que não veremos mais toda essa gente envolvida para nos brindar com um novo filme.

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