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A Múmia (1932) | TigreCast #169 | Podcast

A Múmia | TigreCast #169 | Podcast

He went for a little walk! You should have seen his face!” – Ralph Norton

Voltando aos anos 1930, uma época diferente no cinema, mas que teve uma grande importância para os filmes de terror. Pois mesmo 75 anos depois esses personagens ainda fazem a cabeça das pessoas. Hoje é dia de visitar a tumba de Imhotep na sua busca pela sua amada Anck-Su-Namun em A MÚMIA (The Mummy) do diretor Karl Freund com o grande Boris Karloff no elenco, contando ainda com Zita Johann, David Manners, Arthur Byron e Edward Van Sloan 

Nesse podcast Tiago Lira (@tiagoplira), Alex Gonçalves (@agmcinefilo) e Cliff falam da filmografia de 1932, do que acontecia nessa época pré-código Hays, por onde o elenco andou antes e depois desse filme, e a origem do diretor Freund na cinematografia e sua contribuição na área da fotografia e lembramos também da fascinação sobre a egiptologia. Discutimos o ritmo, acertos e erros nesse filme que sofreu muito com o baixo orçamento e teve que se virar apenas com o clima e a atmosfera.

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A Múmia | Crítica | The Mummy, 2017, EUA

O primeiro passo dado no Dark Universe em A Múmia é confuso, pouco divertido e aposta mais na ação do que no terror que os inspirou.

A Múmia (The Mummy) 2017

Elenco: Tom Cruise, Sofia Boutella, Annabelle Wallis, Jake Johnson, Courtney B. Vance, Marwan Kenzari, Russell Crowe | Roteiro: David Koepp, Christopher McQuarrie, Dylan Kussman | Argumento: Alex Kurtzman, Jon Spaihts, Jenny Lumet | Direção: Alex Kurtzman (Bem Vindo à Vida) | Duração: 107 minutos | 3D: Irrelevante

Imagine um universo regido por deuses e monstros. Imagine um universo regido por boas histórias, com bons diretores, maturando com o tempo. É bom que você imagine porque não é isso que encontramos no remake de A Múmia, um dos filmes menos inspirados dos últimos tempos. Existe uma tentativa de fazer um universo coeso desde agora e o paralelo com o filmes de super-heróis não escapa da nossa mente com o Dark Universe chegando. Mas a primeira incursão é uma costura de clichês de outras aventuras, tem uma direção que não consegue manter o foco e um roteiro cheio de conveniências e ex-machinas. Não é um pontapé inicial certeiro, confirmando uma impressão de que houve correria para criar esse novo-velho mundo só depois que essa produção já tinha começado.

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