Postagens Etiquetadas ‘Mikael Persbrandt’

Em um Mundo Melhor | TigreCast #158 | Podcast

Em um Mundo Melhor | TigreCast #158 | Podcast

Sometimes it feels like there is a veil between you and death, but that veil disappears when you lose someone you loved or someone who was close to you, and you see death clearly, for a second, but later the veil returns, and you carry on living. Then things will be alright again.” – Anton

ESTAMOS DE VOLTA! Depois um longo e tenebroso, vamos tocar o barco e correr atrás do prejuízo.

Essa é a semana do Oscar 2017, então voltamos para 2010 e conhecer o vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro Em um Mundo Melhor (Hævnen), dirigido pela dinamarquesa Susanne Bier – a única diretora indicada ao prêmio duas vezes -, com Mikael Persbrandt, Ulrich Thomsen, William Jøhnk Nielsen e Markus Rygaard no elenco.

Tiago Lira (@tiagoplira), Alex Gonçalves (@agmcinefilo) e Matheus Des (@matheusdes) falam da relação simbólica com os outros filmes da diretor na quarta colaboração com o roteirista Anders Thomas Jensen, discussões morais, quem é o protagonista da história, a contemplação, como a diretora nos infiltra no contexto da narrativa, perguntas para refletir, o que é coragem, e um mundo melhor pra quem?

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O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos | Crítica | The Hobbit: The Battle of the Five Armies, 2014, EUA

The Hobbit: The Battle of the Five Armies, 2014

Com Martin Freeman, Ian Mckellen, Richard Armitage, Evangeline Lilly, Lee Pace, Luke Evans, Benedict Cumberbatch, Ken Stott, James Nesbitt, Cate Blanchett, Ian Holm, Christopher Lee, Hugo Weaving, Orlando Bloom, Manu Bennett, Mikael Persbrandt, Ryan Gage, Lawrence Makoare, Stephen Fry e Sylvester McCoy. Roteirizado por Fran Walsh, Philippa Boyens, Peter Jackson e Guillermo del Toro. Baseado nas obras de JRR Tolkien. Dirigido por Peter Jackson.

6/10 - "tem um Tigre no cinema"A principal preocupação vinda do filme anterior se confirmou, e o que temos em O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos é uma produção mediana, estendida ao extremo e que se salva por ser um trabalho baseado em Tolkien. A megalomania de Peter Jackson não destruiu a experiência – afinal, ter visitado de novo a Terra Média é satisfatório – mas é visível a falta de dinâmica do diretor que fecha a nova trilogia com bem menos brilho do que o trabalho impecável que foi a trilogia anteriormente dirigida por ele.

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