Postagens Etiquetadas ‘Michael Peña’

Perdido em Marte | Crítica | The Martian, 2015, EUA

The Martian, 2015

Com Matt Damon, Jessica Chastain, Kristen Wiig, Jeff Daniels, Michael Peña, Kate Mara, Sean Bean, Sebastian Stan, Aksel Hennie e Chiwetel Ejiofor. Roteirizado por Drew Goddard, baseado no romance de Andy Weir. Dirigido por Ridley Scott (Êxodo: Deuses e Reis).

9/10 - "tem um Tigre no cinema"Se soubermos onde olhar, podemos notar que cada vez mais o que chamávamos de ficção científica está chegando perto da nossa realidade. Próteses, olhos biônicos e impressoras 3D são alguns exemplos do que mentes mais brilhantes que a maioria de nós escreveram décadas atrás, e agora presenciamos. A arte é um método de acompanhar o que acontece no mundo, mesmo que poeticamente, e por isso Perdido em Marte não parece mais tão absurdo. A tecnologia empregada nas missões é algo que estamos conhecendo, e o próprio ambiente terrestre nos parece bem familiar. Com a dose certa de aventura e ciência, o filme agradará um público variado enquanto insere mesmo algumas ideias mais que necessárias na nossa época.

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Exorcistas do Vaticano | Crítica | The Vatican Tapes, 2015, EUA

The Vatican Tapes, 2015

Com Kathleen Robertson, Michael Peña, Djimon Hounsou, Dougray Scott, John Patrick Amedori. Argumento de Christopher Borrelli, Chris Morgan. Roteirizado por Christopher Borrelli. Dirigido por Mark Neveldine (Adrenalina 2: Alta Voltagem).

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Acredito que na cabeça de qualquer diretor está se formando um filme excelente, e por isso é complicado desconstruir em palavras a honesta intenção de alguém. Esse já é o quinto trabalho de Mark Neveldine, mas que parece ser um projeto de faculdade de cinema, onde você chama seus amigos tão inexperientes quanto você pra ajudar na camaradagem. Não há qualidade na atuação, a filmagem com a câmera digital é muita estranha – ainda que seja uma assinatura do diretor – e não é eficaz em criar tensão ou medo. Com dois ou três pontos de destaque, Exorcistas do Vaticano é mais um exemplo do mau caminho que estão trilhando o terror. De novo.

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Homem-Formiga | Crítica | Ant-Man, 2015, EUA

Ant-Man, 2015

Com Paul Rudd, Evangeline Lilly, Corey Stoll, Bobby Cannavale, Michael Peña, Tip “T.I.” Harris, Wood Harris, Judy Greer, David Dastmalchian e Michael Douglas. Roteirizado por Edgar Wright, Joe Cornish, Adam McKay e Paul Rudd, baseado nos quadrinhos de Stan Lee, Larry Lieber e Jack Kirby. Dirigido por Peyton Reed (Sim, Senhor).

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Eis mais um filme da Marvel e, dependendo do seu ponto de vista, isso pode ser bom ou ruim. Não vale a pena falar da enxurrada de filmes de super-heróis – essa é a realidade e o que podemos fazer é embarcar na aventura, o que não quer dizer que temos que gostar de todas elas. Homem-Formiga é o novo exemplo na mesma veia do piadista de Homem de Ferro 3 – porém menos irritante – e Guardiões da Galáxia – com menor competência. Há cenas de ação incríveis, a montagem funciona para que o filme não fique cansativo, e algumas piadas chegam a ser surreais, e que garantirão a alegria da plateia. No entanto, depois de quase 120 minutos, fica a sensação que estamos vendo mais do mesmo, o que pode funcionar para o grande público, mas uma inovação na estrutura não faria nenhum mal.

Sinopse oficial

A próxima evolução do Universo Cinemático Marvel traz um dos fundadores dos Vingadores para a telona pela primeira vez com Homem-Formiga (Ant-Man) dos Estúdios Marvel. Armado com a surpreendente habilidade de encolher em tamanho, mas expandir em força, o grande ladrão Scott Lang deve aceitar seu herói interior e ajudar seu mentor, o dr. Hank Pym, a proteger o segredo por trás de seu especular traje de Homem-Formiga de uma nova geração de grandes ameaças. Enfrentando obstáculos que parecem insuperáveis, Pym e Lang precisam planejar e levar a cabo um roubo que salvará o mundo.”

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Corações de Ferro | Crítica | Fury, 2014, EUA

Corações de Ferro, drama com Brad Pitt, é um retrato realista, violento e visceral da guerra, sem ser uma propaganda dela.

Fury, 2014

Com Brad Pitt, Shia LaBeouf, Logan Lerman, Michael Peña, Jon Bernthal, Jason Isaacs e Scott Eastwood. Roteirizado e dirigido por David Ayer (Dia de Treinamento).

8/10 - "tem um Tigre no cinema"O que é a Guerra senão fúria? Entre essas e outras discussões, Corações de Ferro é um retrato fictício da Segunda Guerra Mundial, porém factível. Já há algum tempo os filmes do gênero tem uma serventia que não seja glorificar a batalha. Por não esconder os horrores que cada um dos lados pode assumir em tempos terríveis, David Ayer traz um alerta de como a violência e realidade batem forte. É uma produção crua, visceral e consegue chegar num nível de realismo muito profundo, quebrado apenas pela cor dos rastros dos projéteis disparados nos fazendo, mesmo na qualidade de plateia, participantes daqueles momentos.

Sinopse oficial

Abril de 1945. Enquanto os Aliados fazem sua incursão final na guerra pela Europa, um sargento do exército endurecido pela guerra chamado Wardaddy (Brad Pitt) é responsável pelo comando de um tanque Sherman e uma equipe com cinco homens em uma missão mortal atrás das linhas inimigas. Em menor número, com pouco armamento, e lidando com um soldado novato em seu esquadrão, Wardaddy e seus homens encaram inúmeras adversidades em suas tentativas heroicas de atacar o coração da Alemanha nazista.”

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Caça aos Gangsteres | Crítica | Gangster Squad, 2013, EUA

Caça aos Gangsteres traz um ótimo elenco e tem momentos divertidos, mas é lotado de personagens caricatos.

Caça aos Gangsteres

Com Josh Brolin, Ryan Gosling, Sean Penn, Nick Nolte, Emma Stone, Anthony Mackie, Giovanni Ribisi, Michael Peña e Robert Patrick. Roteirizado por Will Beall. Baseado no livro de Paul Lieberman. Dirigido por Ruben Fleischer (Zumbilândia).

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Ao sair da sessão de “Caça aos Gangsteres” o sentimento é dúbio. Por uma lado, temos um filme bem produzido, com um elenco gigante de qualidade, e com momentos espirituosos e engraçados. Por outro lado, temos personagens caricatos, quase beirando o cartunesco, e uma história mediana. Com o elenco que tem e com o diretor de um filme ótimo (Zumbilândia, de 2009), poderia ser um grande filme, mas se perdeu por exagerar e tentar ao dar um ar aos para personagens que não tinha razão de serem assim.

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