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Assassin’s Creed | Crítica | Assassin’s Creed, 2016, EUA

Infelizmente, Assassin’s Creed não rompe a barreira da qualidade do mundo dos games para o cinema. E esse não é o único problema da produção.

Assassin’s Creed (2016)

Elenco: Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons, Brendan Gleeson, Charlotte Rampling, Michael K. Williams | Roteiro: Michael Lesslie, Adam Cooper, Bill Collage | Baseado em: Assassin’s Creed (Ubisoft) | Direção: Justin Kurzel (Macbeth: Ambição e Glória) | Duração: 116 minutos

4/10 - "tem um Tigre no cinema"A intenção dos produtores de Assassin’s Creed fica bem clara na transposição do famoso game para o cinema: aproveitar um das mais franquias mais famosas do mundo para fazer a sua própria. E quando se pensa exclusivamente nesse sentido mercadológico o resultado é medíocre. Para a crítica pouco importa se a transposição de uma mídia para outra é fiel – e em muitos elementos não é –, mas pegar uma ideia para espremê-la na intenção de tirar algum lucro só funcionaria com bons elementos. E existem poucos nessa narrativa que se não está cansando a audiência, esta pouco se importando com o desenvolvimento e motivação dos personagens.

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Macbeth: Ambição e Guerra | Crítica | Macbeth (2015) Reino Unido-França-Estados Unidos

MacBeth, 2015
Com Michael Fassbender, Marion Cotillard, Paddy Considine, Sean Harris, Jack Reynor, Elizabeth Debicki, David Thewlis. Roteirizado por Jacob Koskoff, Michael Lesslie, Todd Louiso, baseado na obra de William Shakespeare. Dirigido por Justin Kurzel.

A segunda melhor história já escrita na humanidade ganha nova versão cinematográfica que leva todo o ritmo do material original.
10/10 - "tem um Tigre no cinema"Uma das coisas que aprendi no storytelling é que William Shakespeare foi o último dos originais. Todas as histórias são remakes, reimaginações ou misturas das mitologias clássicas ou do autor inglês. Macbeth: Ambição e Guerra chama a atenção porque o diretor Justin Kurzel emprega um clima lento, porém reflexivo, mas extremamente visual. É provável que o público em geral estranhe a passagem quase literal de papel para filme. O diretor, porém, dosa esse problema na duração, trazendo uma das mais belas produções do ano.

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