Postagens Etiquetadas ‘Mel Gibson’

Pai em Dose em Dupla 2 | Crítica | Daddy’s Home 2, 2017, EUA

Pai em Dose em Dupla 2 tem os melhores momentos compartilhados no trailer; além disso, é difícil extrair alguma coisa.

Pai em Dose Dupla 2 | Crítica

Elenco: Will Ferrell, Mark Wahlberg, Linda Cardellini, John Cena, John Lithgow, Alessandra Ambrosio, Mel Gibson | Roteiro: Sean Anders, John Morris | Direção: Sean Anders | Duração: 100 minutos

Se fosse um adendo ao filme original, como um especial de quinze minutos para os extras, Pai em Dose Dupla 2 se sairia melhor no principal quesito da comédia que é fazer rir. E assim como não há nada de errado com o filme, a produção não tem nada de especial. Todas as piadas são baseadas em humor físico – ou seja, quando algo cai na cabeça dos personagens – algo que montadores de trailers se aproveitam para chamar a atenção do público. Portanto, é uma diversão muito inocente e que segue uma formula, o suficiente para deixar passando na TV enquanto as festas de fim de ano acontecem.

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Até o Último Homem | Crítica | Hacksaw Ridge, 2016, EUA-Austrália

Até o Último Homem passeia entre os clássicos filmes de guerra e reafirma a fé do diretor.

Até o Último Homem (2016)

Elenco: Andrew Garfield, Sam Worthington, Luke Bracey, Teresa Palmer, Hugo Weaving, Rachel Griffiths, Vince Vaughn | Roteiro: Andrew Knight, Robert Schenkkan | Direção: Mel Gibson (Coração Valente) | Duração: 139 minutos

Dependendo da sua visão de mundo, Até o Último Homem vai chamar atenção por motivos diferentes. Para quem é fã dos clássicos filmes de Guerra ou àqueles que buscam uma resposta espiritual no meio do caos, o diretor Mel Gibson, felizmente, consegue equilibrar esses motivos sem deixar que um se sobreponha ao outro – mas não tem receio em expressar a sua fé através da nova produção. Com três atos bem definidos, o diretor mostra o caminho de alguém contra a maré e o senso comum que não precisa ser aplicado necessariamente num viés religioso, o que é inspirador para qualquer um que acredite que pode fazer a diferença em seus próprios termos.

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Mad Max | TigreCast #89 | Podcast

Podcast sobre Mad Max (1979), o original com Mel Gibson, numa preparação para a estreia de Mad Max: Estrada da Fúria. Ouve aí!

Mad Max | TigreCast 89 | Podcast

They say people don’t believe in heroes anymore. Well damn them! You and me, Max, we’re gonna give them back their heroes!” – Fifi

O cinema australiano teve um grande revival no fim dos anos 1970, e um dos exemplos dessa geração é Mad Max (1979, Dir George Miller), filme que lançou Mel Gibson para o conhecimento e estrelato.

Caminhando para o outback australiano Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Matheus Des (@matheusdes) e o convidado Igor Rodrigues (O Drone Saltitante | @rodriguesigor) conversam mais uma vez sobre os anos 1970 e do que estava acontecendo no cinema em 1979. Falamos também das carreiras do versátil Miller e do hoje tresloucado Gibson. Discutimos sobre a figura d’O Vigilante, tão comum nessa década, a música de Brian May – não aquele Brian May – e por quê Mad Max 2 é tão mais lembrado que o original. Temas de velocidade, justiça, vingança permeiam a conversa sobre essa – quase – distopia. Além disso, damos nossas impressões sobre o novo filme da franquia Mad Max: A Estrada da Fúria (Mad Max: Fury Road).

E atenção: há spoilers do começo ao fim!

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Os Mercenários 3 | Crítica | The Expendables 3, 2014, EUA

Os Mercenários 3 tem Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger de volta num filme que traz personagens novos com pouco ou nenhum carisma. Leia a crítica!

Os Mercenários 3

Com Sylvester Stallone, Jason Statham, Antonio Banderas, Jet Li, Wesley Snipes, Dolph Lundgren, Kelsey Grammer, Randy Couture, Terry Crews, Kellan Lutz, Ronda Rousey, Glen Powell, Victor Ortiz, Robert Davi, Mel Gibson, Harrison Ford e Arnold Schwarzenegger. Roteirizado por Creighton Rothenberger, Katrin Benedikt e Sylvester Stallone. Dirigido por Patrick Hughes.

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Há coisas que nunca mudam, e Stallone e companhia apostam nessa máxima de novo em Os Mercenários 3: divertido, mas não muito mais que isso. Mesmo apelando para o clichê de justificativas prontas – o que mais se esperar de um filme desses – é notória que a fórmula se esgotou e a tentativa de trazer personagens novos funciona apenas em parte. Se antes o efeito era quase orgástico para os fãs de filmes de brucutus, a introdução de caras jovens sofre o reverso, com atores e personagens com pouco ou nenhum carisma, numa tentativa falha de atualizar esse novo-velho universo.

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