Postagens Etiquetadas ‘Matthew McConaughey’

Kubo e as Cordas Mágicas | Crítica | Kubo and the Two Strings, 2016, EUA

Kubo e as Cordas Mágicas (2016)

Elenco: Charlize Theron, Art Parkinson, Ralph Fiennes, Rooney Mara, George Takei, Matthew McConaughey | Argumento: Shannon Tindle, Marc Haimes | Roteiro: Marc Haimes, Chris Butler | Direção: Travis Knight

Kubo e as Cordas Mágicas é um belíssimo filme que peca por ser comum demais, ainda que emocione em muitos pontos.

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Por dentro da animação impecável de Kubo e as Cordas Mágicas bate um coração melancólico. É uma daquelas produções feita para as crianças que estão transitando de uma fase da vida para a outra, onde a percepção do mundo e de vida e morte já estão mais claras. Entre cenários e personagens fantásticos, encontramos um mundo rico em aventura e desafios, mas também cheio de dúvidas e perigos. Porém, ela é óbvia em alguns de seus mistérios, o que frustra a audiência mais madura, ainda que equilibre os elementos de aventura e sensibilidade. Não é apenas uma reflexão descompromissada e apoiada pela qualidade técnica, mas precisava ser menos comum.

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Trovão Tropical | TigreCast #92 | Podcast

Tropão Tropical | Podcast

Everybody knows you never go full retard” – Kirk Lazarus

Pois é, ouvintes. Nem só de anos 1970 vive o cinema, e por isso vamos conversar sobre a sátira cômica de Trovão Tropical (Tropic Thunder), filme de 2008 dirigido e estrelado por Ben Stiller, e que conta no elenco com Robert Downey Jr., Jack Black, Jay Baruchel, Brandon T. Jackson e com loucas participações de Nick Nolte, Matthew McConaughey e Tom Cruise.

Nesse podcast de hoje Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Matheus Des (@matheusdes) conversam sobre a década de 2000 e a influência do 11 de setembro no cinema, metalinguagem, da versatilidade de Ben Stiller, das controvérsias do filme e como Hollywood é escancarada enquanto descobrimos que a produção vai além de uma comédia cheia de palavrões e do politicamente incorreto.

E atenção: há spoilers do começo ao fim!

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Interestelar: desconstruindo a desconstrução | TigreCast #73 | Podcast

 

Interestelar: descontruindo a descontrução | TigreCast 73

Mankind was born on Earth. It was never meant to die here.” – Cooper

O novo filme de Cristopher Nolan não alcançou um bom status em geral. Pelo contrário, muita gente disse que a produção foi desastrosa e decepcionante. No último TigreCast de 2014 Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) Matheus Des (@matheusdes) e os convidados Juliana Varella (Facebook) e José Rodrigo Baldin (Central 42 | @jrodbaldin) desconstroem a desconstrução de Interestelar (Interstellar, 2014).

Damos nossas impressões gerais, discutimos de onde vem o falar mal de Interestelar, os temas do filme e se o amor como solução seria um problema. Também rebatemos ponto a ponto a lista da Vulture e exploramos porquê o filme não merece esse massacre.

E com spoilers liberados!

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Interestelar | Crítica | Interstellar, 2014, EUA

Interstellar, 2014

Com Matthew McConaughey, Anne Hathaway, Jessica Chastain, Michael Caine, Bill Irwin e Ellen Burstyn. Roteirizado por Jonathan e Christopher Nolan. Dirigido por Christopher Nolan (Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge).

10/10 - "tem um Tigre no cinema"

Pode parecer exagero, mas o espaço é como a tela de cinema: provocativo, nos chama para ele, nos engana e nos fascina. E Interestelar, um filme que tudo funciona, é uma prova disso. Seja pela viagem, seja pela relação fraternal, ou mesmo para procurar problemas e acertos envolvendo física e astrofísica, esse é um filme que transcende essas discussões. E ainda podemos dizer, pelo menos mais uma vez, In Nolan We Trust.

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O Lobo de Wall Street | Crítica | The Wolf of Wall Street, 2014, EUA

The Wolf of Wall Street

Com Leonardo DiCaprio, Jonah Hill, Margot Robbie, Matthew McConaughey, Kyle Chandler, Rob Reiner, Jon Bernthal, Jon Favreau e Jean Dujardin. Roteirizado por Terence Winter, baseado no livro de Jordan Belfort. Dirigido por Martin Scorsese (A Invenção de Hugo Cabret).

7,5 - "tem um Tigre no cinema"Poucos são os diretores que, como Martin Scorsese, desenvolveriam uma trama com um personagem tão detestável ao ponto de torná-lo carismático. Pelo menos em parte. É um conflito para o espectador gostar de uma figura que fez tanta gente perder dinheiro e não se arrepende por isso. Ao deixar de lado a crítica e a moral, o diretor consegue manipular a audiência, além de nos fazer rir e muito com as loucuras do protagonista. Essa ambiguidade moral passa da tela para fora, e nos pega de surpresa. E essa discussão por si só vale a ida ao cinema.

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Obsessão (Paperboy, 2013, EUA) [Crítica]

"Paperboy", 2013

Com Matthew McConaughey, Zac Efron, David Oyelowo, Macy Gray, John Cusack e Nicole Kidman. Roteirizado por Lee Daniels e Pete Dexter. Baseado no romance de Pete Dexter. Dirigido por Lee Daniels (Preciosa).

7,5 - "tem um Tigre no cinema"De um certo ponto de vista, o retrato da cultura americana encontra similaridades em “Obsessão”: preconceito, mentiras, falta de integridade e violência. A força do filme sem dúvida está nos atores, e isso ajuda a conduzir a trama com mais facilidade. Apesar de se perder no que contar – uma história de tribunal, justiça, ou de preconceito – Daniels desenvolve em tela  vários momentos interessantes, criando um filme pouco equilibrado, mas visceral.

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Killer Joe – Matador de Aluguel (Killer Joe, 2012, EUA) [Crítica]

"Killer Joe", 2012

Com Matthew McConaughey, Emile Hirsch, Juno Temple, Gina Gershon e Thomas Haden Church. Roteirizado por Tracy Letts (Possuídos), baseado na própria peça de teatro. Dirigido por William Friedkin (O Exorcista).

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Não é sempre que vemos um filme violento, com doses de sarcasmo e humor negro como “Killer Joe”. Friedkin juntou um excelente elenco, e conseguiu dar profundidade à esses personagens detestáveis, e que são a antítese da família unida. Com uma história intrigante, cheia de momentos tensos e deprimentes, mas altamente justificáveis, é ótimo vermos que o famoso diretor de “O Exorcista” (The Exorcist, 1973) acerta o caminho mais uma vez depois de tanto tempo.

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